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  • Collaborative writing to transform and improve the narrative quality of primary school students: challenges and opportunities.
    Publication . Cardoso, Inês; Graça, Luciana; Coimbra, Rosa Lídia; Pereira, Luísa Álvares
    Collaborative writing has long been used and recognized as a very important pedagogical tool leading students to explicit their grammatical and textual choices, deepening their linguistic knowledge. However, since there is still very little research on this topic with early school year students, it is important to develop knowledge about the transposition of grammar into writing from an early age, about the students' own development in this domain, and the quality of their texts.
  • Géneros argumentativos e atual panorama legal: ensino de texto de opinião no 3.ºciclo do ensino básico
    Publication . Lemos, Lúcia; Cardoso, Inês; Coimbra, Rosa Lídia
    No atual contexto educativo, com as Aprendizagens essenciais, o Perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória e as Áreas de competências do perfil do aluno à saída da escolaridade obrigatória, há orientações que salientam a importância da reflexão sobre a língua para a usar adequadamente, compreender e produzir ações de linguagem conscientes. Como docentes apercebemo-nos da importância dada aos géneros argumentativos, em que destacamos o texto de opinião, um género muito requerido ao longo da escolaridade, e sobre o qual o grupo ProTextos – Ensino e aprendizagem da escrita de textos - tem algum material divulgado, sobretudo para os primeiros seis anos de escolaridade. E
  • Formar para incluir: um programa nacional de capacitação de formadores
    Publication . Piscalho, Isabel; Colaço, Susana; Pappámikail, Lia; Correia, Marisa; Cardoso, Inês
    Neste artigo, dar-se-á conta da experiência de construção e implementação de um programa de capacitação, com base nos resultados do seu processo de avaliação, em particular os inquéritos por questionário preenchidos pelos formandos. Esta experiência resultou de um conjunto de opções, centradas no princípio de coconstrução de um processo formativo que incluiu a aferição da sua pertinência no quadro da promoção da qualidade e eficiência do sistema de educação e formação, designadamente no que concerne à problematização e disponibilização de instrumentos para a concretização de uma escola plenamente organizada, em todas as suas dimensões, numa perspetiva inclusiva. Abordar-se-ão dois eixos fundamentais: i. produção de recursos de apoio à educação inclusiva, concebidos na ótica da capacitação de docentes, numa perspetiva não prescritiva, mas no sentido da reflexão, da tomada de decisão consciente e da adoção de práticas educativas com suporte efetivo no conhecimento disponível; ii. reforço do investimento na capacitação de docentes - incluindo, naturalmente, os que presentemente desempenham funções de administração - em matéria de equidade, segundo critérios de inclusão e justiça escolar, por forma a contribuir para o reconhecimento das dimensões política, ética e deontológica do exercício profissional de funções públicas, para o apoio à ação das escolas, nomeadamente, para a promoção de ambientes educativos e de práticas mais inclusivas.
  • A Literatura Infantil e a interdisciplinaridade na aprendizagem: educação pré-escolar e ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico
    Publication . Marques, Maria da Nazaré da Silva; Mourato, Ana Margarida Gonçalves Martins Gabriel; Cardoso, Maria Inês Almeida; Almeida Cardoso, Maria Inês; Cardona, M. J.; Linhares , E.
    Na pesquisa que apresentaremos, pretendemos estudar as potencialidades que o livro literário infantil pode ter enquanto promotor da interdisciplinaridade nas áreas do currículo nos primeiros anos, procurando, assim, compreender como é que as atividades motivadas pelo livro literário para a infância podem afetar o envolvimento e a aprendizagem dos alunos, incidindo sobre um grupo de pré-escolar e duas turmas de 1.º ciclo do ensino básico (CEB). Este estudo colocará em perspetiva a importância da presença do livro na rotina escolar, orientando-nos pelas seguintes questões: i) Qual o contributo do livro literário para a infância no envolvimento das crianças nas atividades e nas suas aprendizagens em contexto de pré-escolar?; ii) Qual a diferença entre o nível de envolvimento das crianças em atividades interdisciplinares com o uso do livro, comparando com aquelas em que o livro não foi usado?; iii) Qual a diferença entre o nível de ampliação de aprendizagens proporcionadas por atividades interdisciplinares com o uso do livro e proporcionadas por atividades interdisciplinares sem o uso do livro? No âmbito metodológico, a investigação realizada é de natureza qualitativa, tendo havido lugar a notas de campo, grelhas de observação, rubricas de avaliação dos aspetos em análise – níveis de envolvimento, seguindo a escala de Laevers, e de aprendizagem das crianças – e videogravação das atividades interdisciplinares estudadas. Nesta investigação participaram: duas estagiárias; uma sala de jardim de infância; duas turmas de 1.º ano do 1.º CEB, sendo uma o grupo experimental (atividades interdisciplinares com recurso ao livro) e outra, o de controlo (atividades interdisciplinares sem recurso ao livro). A análise dos dados obtidos permitiu obter uma visão mais clara e segura acerca do uso da literatura para a infância, a par das atividades interdisciplinares, no âmbito pedagógico, nomeadamente em contexto de pré-escolar e 1.º CEB. Efetivamente, foi possível compreender que o livro literário pode contribuir de forma positiva para o envolvimento e para a aprendizagem dos alunos, destacando-se os bons resultados obtidos na área de Português.
  • A relação pessoal com a escrita como perspetiva integradora das vivências pessoais e académicas com a língua
    Publication . Cardoso, Inês; Matias, André; Almeida Cardoso, Maria Inês; Sousa, J.; Santos, M. J.; Magueta, L. G.; Lopes, M. S. P.; Brites, L.
    No contexto contemporâneo de acelerada transformação e enormes desafios que ao ensino se colocam, encetamos, justamente, por problematizar o modo como uma sociedade líquida reivindica uma atuação didática que, em posicionamento crítico e ativo, refunde a relação dos sujeitos com o saber — neste caso, a língua e a escrita — e reclame o(s) seu(s) sentido(s). Tratando-se o público-alvo em apreço de futuros educadores de infância e professores dos primeiros seis anos de escolaridade, urge uma didática da língua que, efetivamente, convoque uma (re)construção de sujeitos leitores e escritores, mais conscientes dos processos escriturais em diversos contextos, complexidade a que se alia o poder pessoal e social da escrita; em suma, mais intervenientes na sua relação com a escrita. Daremos conta, pois, das bases teóricas e metodológicas que nos levam a implementar um programa de leituras e escritas que aliem a vertente identitária à epistémica e do qual destacamos o kit metafórico. Esta ferramenta pedagógica dá-nos já indícios de proporcionar uma trajetória vital e emotiva, restauradora da Memória, acomodando as hesitações e decisões próprias do processo escritural, aprendizagens e saberes, gerando contextos de criação de pensamento e inteligência metafóricos e socioemocionais e momentos (auto)reflexivos que permitem interpretar a Vida poliedricamente.
  • A sequência de ensino como estratégia de articulação entre a competência (meta)linguística e a produção escrita do texto de opinião no ensino secundário.
    Publication . Pereira, T.; Moreno, A.; Cardoso, Inês
    A escrita argumentativa é uma das atividades mais complexas que os alunos realizam no final da escolaridade obrigatória. O grau de exigência desta aprendizagem explica “a necessidade da atenção contínua que lhe é conferida” (Rodrigues, 2020, p. 296). Uma das fontes de dificuldades textuais mais correntes, apontada em provas avaliativas (Rodrigues & Silvano, 2015), refere‐se ao plano da coesão textual e à conexão entre as partes do texto. Isto também indicia a falta de mobilização dos conhecimentos linguísticos, previsivelmente adquiridos pelos alunos, para resolverem estes problemas de escrita. Deste modo, considerando que é impossível escrever sem se envolver em atividades linguísticas em algum nível (Myhill & Jones, 2015), os géneros mais formais necessitam de ser aprendidos de modo sistemático na escola. Neste processo, é fulcral que estas atividades linguísticas sejam desenvolvidas de forma reflexiva (Gombert, 1992) e consciente, possibilitando um controle da linguagem na produção escrita (Vygotsky, 2001). Portanto, articular o domínio da gramática com o domínio da escrita seria uma forma de ativar os recursos linguísticos necessários à construção do texto, já que ensinar e aprender a escrever também requer reflexão sobre a linguagem e seus usos formais (Dolz, 2020).
  • A relação pessoal com a escrita como perspetiva integradora das vivências pessoais e académicas com a língua
    Publication . Cardoso, Inês; Matias, André; Almeida Cardoso, Maria Inês; Sousa, Jenny; Santos, Maria João; Magueta, Lúcia; Lopes, Maria de São Pedro; Brites, Leonel
    O ensino - superior e não superior - vive uma época de grandes desafios, numa “realida de líquida” em constante transformação (Bauman, 2000): um corpo discente crescen temente diverso, com origens e expectativas distintas; saberes científicos em contínua atualização e interconexão; integração de novas tecnologias e multiplicidade de am bientes de aprendizagem, para referir apenas alguns. Perante esta realidade mutável, urge nunca abdicar de salvaguardar o papel das instituições de ensino, em particular do ensino superior (ES), como centro de pensamento, reflexão e (re)construção de co nhecimento, conforme advoga A. Nóvoa (2000) em afirmação de uma atualidade acu tilante: "as universidades vão progressivamente conceder uma maior atenção aos pro cessos de acompanhamento dos alunos, através de formas de orientação e tutoria, de aconselhamento e integração dos alunos em grupos de pesquisa. Será esse conjunto de atividades pedagógicas e científicas, e não as “aulas” propriamente ditas, que defi nirá a Universidade do futuro.# (p. 32). Efetivamente, não basta o acesso massificado a informação nem tampouco “lições acessíveis” pelas facilidades tecnológicas.
  • Formando futuros professores no domínio da escrita: modos de trabalho numa unidade curricular de escrita académica
    Publication . Pinto, M. O.; Cardoso, Inês
    Esta proposta de apresentação e análise de atividades pedagógicas de leitura e escrita, desenvolvidas num mestrado de habilitação para a docência, ancora‐se no quadro do Interacionismo Sociodiscursivo, seguindo os pressupostos de uma “sequência de ensino”, reconceptualizada pelo grupo ProTextos – Ensino e Aprendizagem da Escrita de Textos (Pereira & Cardoso, 2013). Trata‐se de um dispositivo didático flexível, inspirado na “sequência didática” (Dolz, Noverraz, & Schneuwly, 2004) e entendido como um conjunto de tarefas orientadas para o ensino sistemático de um género textual, privilegiando‐se um trabalho de leitura para desconstrução de um exemplar do género – o texto mentor –, em articulação com a produção textual. Neste processo, acentua‐se a relevância da aprendizagem colaborativa e do papel essencial do professor de evidenciar e levar a conceptualizar algumas das construções linguísticas e discursivas do género textual em foco. Este modo de trabalho patenteia identificação com outras correntes de ensino da escrita por géneros que põem a tónica na escrita como atividade social, bem como integra a dimensão processual e a relação pessoal com a escrita (Cardoso, Lopes, Pereira & Ferreira, 2019; Pinto, 2014, 2018).
  • Termos metalinguísticos e operações de natureza gramatical na escrita colaborativa dos alunos do ensino básico
    Publication . Barbeiro, Luís Filipe; Pereira, Luísa Álvares; Calil, Eduardo; Cardoso, Inês
    : La escritura colaborativa presenta la posibilidad de hacer explícita en la interacción la referencia a las unidades lingüísticas y las operaciones de (re)formulación. Este estudio tiene por objetivo comprender la activación de los términos metalingüísticos durante la colabo ración para la producción de textos e identificar la naturaleza de las operaciones que se realizan. Metodológicamente, los datos se recogieron mediante grabación audiovisual en un contexto de aula, en dos momentos de la escolarización (2º y 4º grado) de los mismos participantes. El análisis se centró en la aparición de términos y dominios metalingüísticos y en la naturaleza discursiva o gramatical de las operaciones de (re)formulación. Los resultados muestran el predominio de los dominios de la ortografía y la puntuación y de las operaciones de naturaleza discursiva en los dos niveles de educación y la ampliación de los términos metalingüísticos en el 4º grado. A pesar de este predominio, los resultados también revelan el potencial de la escritura en colaboración para activar la explicitación de los conocimientos metalingüísticos en asociación con las operaciones de (re)formulación. Este potencial puede reforzarse con las explicaciones del profesor durante el proceso y con actividades que retomen las opciones y decisiones de naturaleza gramatical tomadas durante el proceso