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Repositório Científico do Instituto Politécnico de Santarém

 

Entradas recentes

The systematization of surf initiation teaching: a methodology proposal
Publication . Teotónio, Telmo; Mercê, Cristiana; Brígida, Nancy; Catela, David; Branco, Marco A. C.
The International Surfing Association (ISA) defines surfing as all wave riding activities on any type of waves and all flat water activities using wave riding equipment. As there are several wave riding sports, this work addresses the teaching methodology of those sports in which we paddle and move in the sea lying down on our surfboard and surf the waves standing up, as happens in shortboarding or longboarding. As a relatively recent sport, surfing still lacks a consensual teaching methodology, motivated above all by the reduced amount of existing research that supports the systematization of the approach to techniques and that supports all coaches’ decisions during the teaching process. Following this line of reasoning, this study proposes a systematization of a progressive organization to the approach to surfing initiation. The methodology of this work involved the identification of all the techniques to be mastered until the end of the beginner level and their organization into different teaching phases, each phase characterized by different objectives, adaptations, and techniques. Three major phases have been identified: Adaptation Phase, White Waves Phase, and Green Waves Phase. These phases are further divided into sub-phases that in some cases are repeated but in different environments. Its operationalization begins with the first phase of differentiated adaptation to the environment and equipment, passing through the pedagogical approach of surfing in flat surface (white waters) and ending with the transition to the outside and the complexity of the unbroken waves. With this proposal, we intend to present the methodology of organization of the contents that best adapts to the majority of practitioners. Knowing that each coach has his way of working, this work presents a model that is flexible and seeks to emphasize the discussion and deeper investigation of the various tasks inherent to the practice of surfing.
Propiciação de autocabeceamento em praticantes e não praticantes de futebol rapazes de 4 e 5 anos de idade: estudo exploratório
Publication . Pereira, Miguel; Teixeira, Gonçalo; Figueiredo, Maria; Coelho, Rodolfo; Catela, David; Brígida, Nancy; Serrão-Arrais, Ana; Mercê, Cristiana
Introdução: A incidência e a gravidade das lesões na cabeça no futebol infantil podem ser reduzidas diminuindo a massa da bola. O cabeceamento é uma habilidade motora identitária e importante no Futebol. Precisamos de conciliar a segurança de um corpo ainda em formação com a necessidade de propiciar a aquisição desta habilidade. Considerando o modelo dos constrangimentos colocamos a hipótese de que utilizando o balão podemos controlar o impacto na cabeça e pescoço e, simultaneamente, propiciar a exploração do autocabeceamento. Objetivos: Investigar se: i) crianças de 4 e 5 anos conseguem realizar autocabeceamentos repetidos com o balão, ii) as crianças de escolinhas de futebol (EF) revelam uma prestaçãode autocabeceamento diferenciada em relação às de jardim de infância sem experiência em futebol (JI). Métodos: Foi pedido a 23 rapazes (13 EF, M=4,57±0,51 anos) que executassem o máximo de autocabeceamentos seguidos em 3 ensaios, sem restrições de tempo ou tentativas, até conseguirem fazer pelo menos 1 cabeceamento. Foi recolhido por ensaio o número de tentativas, autocabeceamentos e tempo e foi ainda calculado o tempo por cabeceamento. Resultados e Discussão: Não existem diferenças na prestação entre 4 e 5 anos dentro do mesmo grupo. No grupo JI as correlações com as variáveis dependentes são quase inexistentes, o que indica que estas crianças estarão num período de exploração e aquisição do autocabeceamento. Contrariamente, no grupo EF as crianças fazem mais cabeceamentos e gastam menos tempos por cabeceamento (significativo no 2.º ensaio), sendo as correlações consistentes entre os ensaios. As crianças das EF distinguem-se aproveitando melhor a affordance de cabeceamento, possivelmente pela experiência no contexto de futebol, ou pelo facto de este contexto propiciar a interação com bola. Conclusões: O balão propicia affordance de autocabeceamento independentemente da idade e do contexto, com impacto físico praticamente nulo. A oportunidade de prática nas EF propicia maior proficiência na habilidade de autocabeceamento.
Jogos Reduzidos para o Treino da Aptidão Cardiorrespiratória
Publication . Silva, Rui; Oliveira, Rafael; Clemente, Filipe Manuel
Jogos reduzidos também conhecidos como jogos condicionados consistem em tarefas que modificam a estrutura dinâmica de um jogo normal por constringir algum tipo de tarefa no mesmo (1,2). Este tipo de jogos tem vindo a aumentar a sua popularidade e utilização no futebol porque permitem treinar e aumentar a perceção dos jogadores de algumas questões técnico-táticas e ao mesmo tempo permitem a variação de estímulos fisiológicos (3,4). De igual modo produzem uma eficácia semelhante aos métodos tradicionais de treino cardiorrespiratório (de corrida) sem o uso de bola para desenvolver aptidão física dos jogadores (3).
O potencial da avaliação linear para a raça Lusitana
Publication . Vicente, António; Mateus, M. P.; Carolino, Nuno