Mestrado em Educação Pré-Escolar
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- Adaptação da criança à creche: perspetiva ecológica da adaptação em crechePublication . Alves, Carolina dos Santos; Marques, RamiroO presente estudo aborda o tema da adaptação em Creche, tendo como objetivo principal compreender algumas das dificuldades sentidas durante este processo pelos vários intervenientes: as crianças, os pais e os profissionais de educação. Pretende também compreender se existem comportamentos facilitadores no processo de adaptação e, em caso afirmativo, quais são. Este trabalho foi elaborado numa sala de Creche de uma IPSS do distrito de Santarém. A amostra é constituída por quatro crianças com idades compreendidas entre os 9 e os 15 meses (à data de inicio das observações). No que respeita à metodologia utilizada, foram realizadas observações naturalistas em dois momentos distintos (no primeiro dia de frequência da Creche e um mês depois), um dos pais das crianças observadas e os dois elementos da equipa de sala responderam a uma entrevista semidiretiva depois de terminadas as observações. No final deste estudo, após análise e cruzamento de toda a informação obtida na fase de recolha de dados, foi possível concluir que identificaram-se dificuldades sentidas no processo de adaptação.
- "As adequaçãoes curriculares na prática pedagógica na Educação Pré-Escolar"Publication . Agostinho, Ana Rita Alves; Piscalho, IsabelEste relatório foi elaborado no âmbito da unidade curricular de Iniciação à Prática Profissional do Mestrado em Educação Pré-Escolar, tendo como finalidade a obtenção do grau de mestre. O seu objetivo é expor o meu percurso ao longo do mestrado e assim apresentar e refletir sobre as experiências decorrentes dos estágios que efetuei. É, ainda, apresentada uma investigação realizada acerca das adequações curriculares na prática pedagógica na educação pré-escolar, onde se procurou conhecer as conceções de currículo, de inclusão, de adequações curriculares e de pedagogia diferenciada. O exercício investigativo iniciou-se a partir de dúvidas e dilemas que emergiram na prática no estágio em creche, sendo que nessa primeira etapa realizou-se a revisão da literatura sobre a problemática. O exercício investigativo propriamente dito realizou-se no contexto de jardim-de-infância, numa sala com crianças de 4 e 5 anos de idade. No primeiro estudo, a análise dos diários de bordo e das reflexões potencializaram a identificação de dilemas e a procura de respostas para obter soluções e estratégias adequadas para intervir de acordo com a realidade e as características que se encontravam presentes no ambiente em que estava inserida. No segundo estudo, e para complementar o anterior, recorreu-se a uma entrevista semidireta a uma educadora, bem como a 10 questionários de respostas abertas e uma fechada também a educadoras de infância. Com estes dados foi possível fazer uma comparação sobre as suas perspetivas. De um modo geral, verificou-se que as educadoras de infância realizam adequações curriculares que se traduzem numa prática inclusiva, sendo que as necessidades e interesses das crianças e o seu perfil de funcionalidade são sempre tidos em conta. A inclusão de todas as crianças é feita com a participação de todo o grupo em que estão inseridas, bem como das suas famílias. Esta participação é importante devido às características pessoais e aos contextos familiares diferentes de cada uma, sendo uma ajuda para novas adaptações no processo de socialização que vai originar diversos métodos de inclusão.
- Analisar as representações e experiências das famílias acerca da relação família-escola na educação pré-escolarPublication . Cassaca, Inês Maria Sousa; Pappámikail, LiaO presente relatório surge no âmbito da Unidade Curricular de Investigação na Prática de Ensino Supervisionada, integrada no Mestrado em Educação Pré-Escolar. Está organizado em duas partes principais: a primeira é uma revisão crítica do percurso trilhado no decorrer das práticas de ensino supervisionadas, sublinhando as aprendizagens obtidas nos diversos contextos da prática profissional; a segunda parte focaliza-se na componente investigativa, tendo sido realizado um estudo sobre as representações e experiências das famílias acerca da relação família-escola na educação pré-escolar. A investigação, assente sobre uma abordagem qualitativa, não foi realizada no decorrer do estágio em contexto de Pré-Escolar, embora tenha sido nestes que surgiu o interesse de explorar esta temática. Todos os dados foram obtidos através da realização de entrevistas semiestruturadas, complementada com análise documental acerca do tema. Os resultados deste estudo vêm demonstrar que ainda existem algumas lacunas no que diz respeito à dinamização da relação entre a escola e a família, impondo-se muitas vezes barreiras difíceis de transpor. Constatou-se, no entanto, que estas barreiras não são percebidas pela maioria dos/as entrevistados/as enquanto tal, estando naturalizadas as modalidades convencionais de relação e envolvimento. A partir dos resultados, foram avançadas algumas estratégias para o estabelecimento de uma relação família-escola que promova o envolvimento e a participação.
- A aprendizagem cooperativa como estratégia para a educação pré-escolarPublication . Pedreira, Mónica Maria Soares; Piscalho, IsabelO presente relatório foi realizado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e está dividido em duas partes. A primeira parte contempla uma dimensão reflexiva das práticas pedagógicas em são salientados os aspetos mais significativos, propostas de atividades e desafios que foram surgindo. A segunda parte expõe a dimensão investigativa, em que apresento 2 estudos. O estudo 1 é um estudo exploratório de natureza qualitativa que utilizou como instrumento de recolha de dados a entrevista. Este estudo pretendeu conhecer as perspetivas de uma (ex) aluna da Escola Superior de Educação de Santarém que realizou um trabalho nesta mesma área, de modo a perceber o contributo na prática, na formação e recolher sugestões para estudos futuros. Entre as sugestões recolhidas na entrevista, desencadeou-se o estudo 2, com metodologia com características de investigação-ação, que procurou perceber de que forma é que a aprendizagem cooperativa pode ser utilizada como estratégia para a educação pré-escolar.
- Aprendizagem cooperativa na infânciaPublication . Silva, Joana; Santos, Maria LeonorO presente relatório resume a experiência e aprendizagens adquiridas no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar. O mesmo está dividido em três partes: a primeira remete-se aos estágios realizados, nomeadamente em creche e jardim de infância, onde apresento todo o trabalho elaborado. Neste capítulo falo ainda do meu percurso de aprendizagens profissionais, assim como do meu percurso investigativo. Na segunda parte apresento o trabalho investigativo que diz respeito à aprendizagem cooperativa na infância. Este estudo é baseado numa abordagem qualitativa, onde analiso dois episódios observados em contexto de estágio. Por último, faço as minhas considerações finais e uma reflexão global sobre o meu percurso no Mestrado em Educação Pré-Escolar.
- Atividades não estruturadas, com recurso a materiais soltos e desperdícios, em contexto do pré-escolarPublication . Esteves, Beatriz Anselmo; Catela, David; Arrais, AnaO presente relatório surge no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar da Escola Superior de Educação de Santarém e está dividido em duas partes articuladas. A primeira parte engloba a descrição e reflexão das práticas de ensino supervisionadas nos contextos de creche e jardim de infância. A segunda parte diz respeito à componente investigativa que tem como objetivo compreender o efeito de atividades não estruturadas no brincar, com recurso a materiais soltos e desperdícios, numa sala do pré-escolar, com crianças com idades compreendidas entre os 3 e os 4 anos. Trata-se de um estudo não experimental, descritivo misto, longitudinal, com três momentos de recolha de dados, envolvendo observação direta, análise de comportamentos lúdicos e sociais, e uma entrevista sobre o tema à educadora cooperante. No decurso das práticas de ensino são feitas reflexões sobre atividades estruturadas e não estruturadas com diversos materiais, que culminaram com o interesse de uma análise do potencial e das limitações de materiais soltos (materiais naturais e materiais humanos/manufaturados) nas brincadeiras das crianças, em contexto de atividades não estruturadas, e do seu potencial impacto na dinâmica das interações sociais em crianças de uma mesma sala. Assim, através das três sessões as crianças exploraram diversos tipos de brincar social e individual, evoluindo nas interações entre si. Verificou-se que os materiais soltos em contexto de atividade não estruturada, potenciam desenvolvimento do brincar individual e do brincar social, principalmente da 1ª para a segunda sessão, com uma estabilização na 3ª sessão. São discutidas potencialidades e limitações desta estratégica pedagógica.
- As atividades outdoor e a promoção da literacia científica no jardim de infânciaPublication . Silva, Maria Inês Baptista da; Linhares, ElisabeteO presente relatório retrata o percurso realizado no Mestrado em Educação Pré-Escolar da Escola Superior de Educação de Santarém. A primeira parte reúne as aprendizagens e reflexões adquiridas nas práticas pedagógicas dos diferentes contextos de estágio. Na segunda parte, consta a componente investigativa, inicialmente, com uma fase exploratória que envolveu 35 educadores(as), para se aceder às perceções e práticas desses profissionais em relação à promoção da literacia científica no espaço exterior, e, posteriormente, um estudo de caso com 20 crianças do jardim de infância, para se verificar o desenvolvimento de competências de literacia científica, tais como a observação, classificação, previsão, formulação de hipóteses e a interpretação de dados, em atividades outdoor. Os dados recolhidos através de questionários aos docentes, observação direta, notas de campo e produções gráficas das crianças permitiram verificar que o espaço exterior permite o desenvolvimento de aprendizagens, atitudes e competências científicas essenciais a uma literacia científica.
- Autonomia comportamental das crianças no pré-escolar e papel dos docentes na sua aquisiçãoPublication . Parreira, Cátia Sofia Duarte; Guimarães, António MesquitaO presente relatório de estágio sintetiza diversas experiências e aprendizagens obtidas em contextos de estágio de creche e jardim de infância durante dois semestres, estando dividido em duas partes. A primeira é direcionada para a apresentação dos contextos de estágio e do meu percurso de desenvolvimento profissional. E a segunda enfatiza a minha questão de pesquisa aprofundada através de um estudo investigativo assente na recolha de dados no jardim de infância. A mesma encontra-se relacionada com autonomia comportamental das crianças em idade pré-escolar, mais concretamente sobre os comportamentos de autonomia que cada faixa etária do jardim de infância possui. Com base nos dados recolhidos concluí que as diversas faixas etárias apresentam uma autonomia apropriada de acordo com o que é mencionado por diversos autores, embora se revele diferente em cada uma das idades sendo influenciada por diversos fatores.
- A autonomia em Creche e em J.IPublication . Silva, Ana Isabel Gomes da; Colaço, SusanaEste relatório pretende dar conta do trabalho desenvolvido durante os estágios realizados no decurso do Mestrado em Educação Pré-escolar – o primeiro, que se realizou em contexto de creche e o segundo em jardim-de-infância, bem como de todo o percurso investigativo resultante da análise reflexiva da prática. Na primeira parte deste relatório apresento uma breve caraterização dos contextos de estágio, uma síntese do trabalho desenvolvido em ambos e ainda uma breve reflexão sobre o meu percurso de desenvolvimento profissional. Dá ainda conta do percurso de pesquisa que foi espoletado logo no inicio do estágio em creche, e que se centra nas rotinas e no seu papel na promoção do desenvolvimento das crianças, com especial incidência no desenvolvimento da autonomia. Na segunda parte deste relatório apresento a questão: Como desenvolver a autonomia durante as rotinas, qual o papel do educador? Na sua fundamentação teórica, parti da clarificação dos conceitos de rotina e de autonomia para melhor compreender as relações que se estabelecem entre eles, quer em contexto de creche, quer em contexto de jardim-de-infância, bem como, qual deverá ser o papel do educador na promoção destes dois elementos-chave. A metodologia eleita foi a observação direta com recurso às fichas de observação do empenhamento do adulto, de Ferré Laevers. Para analisar o empenhamento do educador na promoção da autonomia da criança, observei vários momentos da rotina e tomei como indicadores a sensibilidade e a estimulação, propostos nestas fichas e avaliados numa escala de 0 a 5. A análise de resultados mostra que, efetivamente, a rotina pode ser um bom facilitador da autonomia, sendo por isso, determinante o papel do educador na própria organização dessas rotinas e consequentemente na promoção da autonomia.
- Autonomia no pré-escolar : estratégias utilizadas pelo educador de infânciaPublication . Nascimento, Vânia Cancelinha Mota Veiga; Seixas, Sónia; Tagarro, MartaO presente relatório refere-se á Investigação na Prática de Ensino Supervisionada efetuada ao longo do ano letivo 2013-2014 do Mestrado em Educação Pré-Escolar. Inicialmente foram caracterizadas as instituições onde decorreram os estágios, com uma abordagem aprofundada sobre a prática de ensino na creche e pré-escolar, destacando as atividades mais relevantes, temas de projetos integrados nos estágios e todo o processo de avaliação e observação efetuados. O trabalho de investigação destaca a importância em desenvolver a autonomia na criança desde as idades de creche, tendo como titulo “ Autonomia no Pré-Escolar”. A metodologia utilizada foi de natureza qualitativa, onde as entrevistas a seis educadoras de infância foram a ferramenta escolhida. A análise de dados e discussão de resultados foram realizados cuidadosamente, de forma a responder á questão levantada no projeto: “Quais as estratégias utilizadas pelo educador de infância para desenvolver a autonomia nas crianças?” Após análise detalhada de toda a informação recolhida, chegou-se á conclusão que a implementação de uma rotina diária nas crianças foi um elemento transversal a todas as entrevistas realizadas às educadoras, na medida em que as rotinas representam um papel fundamental para o desenvolvimento da sua autonomia.