Browsing by Author "Rego, Arménio"
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- African versus portuguese managers’ attitudes toward older workers:an empirical studyPublication . Rego, Arménio; Vitória, Andreia; Ribeiro, Tânia; Ribeiro, Leonor; Lourenço, Rui; Leal, Susana; Cunha, Miguel Pina eThe study explores the attitudes toward older workers of African managers, and how these managers make HRM decisions in scenarios involving younger versus older students. We compare African (n= 154) with Portuguese (n= 134) managers. African (n= 63) and Portuguese (n= 138) university students are also included to make cultural, social and institutional explanations more robust. The findings suggest that, although African individuals have more positive attitudes toward older workers than Portuguese do, they make more discriminatory decisions in the HRM scenarios. We suggest that this contradiction may emerge from dualities characterizing Africa.
- Attitudes and HRM decisions toward older workers in Africa:exploring contradictions through an empirical studyPublication . Rego, Arménio; Vitória, Andreia; Ribeiro, Tânia; Ribeiro, Leonor; Lourenço-Gil, Rui; Leal, Susana; Cunha, Miguel Pina eWe explored the attitudes toward older workers of African versus Portuguese managers, and how these managers make HRM decisions in scenarios involving younger versus older workers. To make cultural, social, and institutional explanations more robust, we also included two samples of students attending Portuguese universities: one sample comprising African students, the other comprising Portuguese ones. The main findings were: (a) a three-factor model (conscientiousness and performance; social capital and generosity; adaptability) of attitudes toward older workers emerged as satisfactory across the four samples; (b) in comparison with the Portuguese participants, African individuals expressed more positive attitudes toward older workers while, at the same time, discriminated against older workers more; (c) the findings were almost identical for both managers and students. Although African individuals showed more positive attitudes toward older workers than did the Portuguese, they made more discriminatory decisions in the HRM scenarios. We suggest that this contradiction may emerge from dualities characterizing Africa.
- O capital psicológico, o empenhamento e o desempenho enquanto consequentes das perceções de responsabilidade socialPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Coelho, ArnaldoObjetivo. Este trabalho testa empiricamente como as perceções dos colaboradores acerca da responsabilidade social das empresas (RSE) explicam o seu desempenho individual (DI), tanto diretamente quanto através do capital psicológico positivo (PsyCap) e do empenhamento afetivo (EA). Metodologia. A amostra abarca 279 díades superior-subordinado. Cada subordinado descreveu as suas perceções de RSE, o seu PsyCap e o seu EA. O DI foi relatado pelo respetivo superior hierárquico. Resultados. Os dados sugerem o seguinte: (a) as perceções de RSE predizem diretamente o PsyCap e o EA; (b) a relação entre as perceções de RSE e uma dimensão do EA (EA-identificação) é parcialmente mediada pelo PsyCap; (c) a relação entre as perceções de RSE e o DI é totalmente mediada pela outra dimensão do EA (EA-ligação). Limitações. Outras variáveis mediadoras (e.g. identificação organizacional) podem explicar a relação entre as perceções de RSE e o DI. Além disso, o estudo é correlacional, não permitindo aferir de modo inequívoco a relação entre os constructos. Implicações teóricas e práticas. As práticas de RSE influenciam, não apenas os stakeholders externos, mas também as forças psicológicas, o empenhamento e o desempenho dos colaboradores. Contributo. Que se tenha conhecimento, este é o primeiro estudo que investiga a relação entre as perceções de RSE e o PsyCap, assim como o efeito de ambas as variáveis sobre o EA e o desempenho dos colaboradores. Contribui, ainda, para colmatar a escassez de estudos considerando a RSE ao nível individual.
- Como os empregados respondem às perceções de responsabilidade social das empresasPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Coelho, ArnaldoInvestigação recente na área das perceções da responsabilidade social das empresas (RSE) sugere que as mesmas explicam diversas respostas atitudinais e comportamentais dos membros organizacionais. Porém, desconhecem-se trabalhos que apresentem uma análise sistemática dessas respostas. É esse o objetivo desta revisão de literatura (56 trabalhos empíricos, publicados desde 1975). Mostramos que as consequências mais estudadas são o empenhamento organizacional, a satisfação com o trabalho, a atratividade da organização enquanto empregadora, os comportamentos de cidadania organizacional, a confiança organizacional e a identificação organizacional. Também exploramos, concetualmente, o papel de variáveis mediadoras e moderadoras na relação entre as perceções de RSE e as variáveis dependentes. O estudo das consequências das perceções de RSE é importante porque (a) estas influenciam e estimulam (outras) respostas emocionais, atitudinais e comportamentais dos colaboradores, as quais, por sua vez, influenciam o desempenho individual e o coletivo; (b) pode ajudar os gestores a planear as intervenções estratégicas ao nível da RSE, de modo a obter melhores respostas dos colaboradores.
- Consequências individuais das perceções de responsabilidade social das empresas:uma revisão da literaturaPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Coelho, ArnaldoInvestigação recente na área das perceções da responsabilidade social das empresas (RSE) apresenta diversas consequências (ou variáveis dependentes) deste constructo. Porém, desconhecem-se trabalhos que apresentem uma análise sistemática das mesmas. É esse o objetivo desta revisão de literatura, a qual envolve 57 trabalhos empíricos, publicados desde 1975, ao nível de análise individual. Mostramos que as consequências mais estudadas são o empenhamento organizacional, a satisfação com o trabalho, a atratividade da organização enquanto empregadora, os comportamentos de cidadania organizacional, a confiança organizacional e a identificação organizacional. Também exploramos, num modelo concetual, o papel das variáveis mediadoras e moderadoras na relação entre as perceções de RSE e as variáveis dependentes. O estudo das consequências das perceções de RSE é importante porque (i) estas influenciam e estimulam (outras) respostas emocionais, atitudinais e comportamentais dos colaboradores, as quais, por sua vez, influenciam o desempenho global da organização; (ii) ajuda os gestores a melhor planear as intervenções estratégicas ao nível da RSE, nomeadamente visando melhorar essas respostas da parte dos colaboradores.
- Developing and validating an instrument for measuring managers’ attitudes toward older workersPublication . Rego, Arménio; Vitória, Andreia; Cunha, Miguel Pina e; Tupinambá, António; Leal, SusanaThree studies were carried out to develop and validate an instrument for measuring managers’ attitudes toward older workers. In the first study we explore (a) managers’ attitudes toward older workers, and (b) retirees’ perceptions about their last experiences before retirement. In the second study, 51 items emerging from the first study and from the literature were developed. The corresponding questionnaire was then applied to a sample of 224 Portuguese managers who were also invited to make decisions in three scenarios involving younger and older workers. The third study replicated the second one with a sample of 249 Brazilian managers. The main findings are: (a) five types of managers’ attitudes toward older workers were identified (adaptability, value of older workers’ competencies, organizational conscientiousness, social capital/generosity and performance); (b) these attitudes predict how managers select older vs. younger workers in hiring and selecting employees to participate in training; (c) the empirical patterns identified in the Portuguese and Brazilian samples are similar; (d) in spite of recognizing positive qualities in older workers, managers discriminate against them; (e) managers develop different attitudinal profiles toward older workers, which has consequences for how they make decisions about those workers.
- Do humble and gritty leaders promote followers’ psychological capital?Publication . Rego, Arménio; Ventura, Ana; Vitória, Andreia; Leal, SusanaHumility in leaders is crucial for their effectiveness (e.g., Ou et al., in press; Owens & Hekman, 2016; Owens et al., 2015; Vera & Rodriguez-Lopez, 2004). Epstein and Buhovac (2008) argued that a leader must demonstrate a combination of humility and ambition in the pursuit of social and environmental goals. Other authors have sugges-ted that humility, a dimension of servant leadership (van Dierendonck & Nuijten, 2011), is a potential predictor of corporate sustainability (Christensen et al., 2014). A possible explanation for these effects is that humble leaders develop the followers’ psychological capital (PsyCap: self-efficacy, hope, resilience, and optimism). In two studies, we test if humility in leaders predicts follower PsyCap (study #1), and how this relationship is moderated by their grit (Duckworth et al., 2007; studies #1 and #2). The first study, with an experimental design (experimental group: n=136; control group: n=129), shows that individuals assigned to the experimental condition (humble leader) report higher PsyCap than those assigned to the control condition (transactional lea-der). In the second study, 101 individuals described the humility and grit of their lea-ders one week before describing their own PsyCap. The findings show that individuals working with humble leaders develop higher PsyCap, this relationship being stronger when leaders are also gritty (i.e., the follower PsyCap is particularly high when leaders are simultaneously humble and gritty). The research contributes to the understanding of (a) the effect of leaders’ humility on followers and (b) the conditions that stren-gthen/mitigate this effect.
- O efeito mediador do empenhamento afetivo, da satisfação e do bem-estar psicológico na relação entre as perceções de responsabilidade social e os comportamentos de cidadaniaPublication . Leal, Susana; Rego, ArménioObjetivo. Este trabalho testa empiricamente como as perceções de responsabilidade social das empresas (RSE) explicam os comportamentos de cidadania organizacional (CCO), tanto diretamente quanto através da mediação do empenhamento afetivo (EA), da satisfação com o trabalho (ST) e do bem-estar psicológico (BEP). Embora investigação recente tenha vindo a estudar as consequências das percepções de RSE (e.g., Duarte e Neves, 2010; Lin, Lyau, Tsai, Chen e Chiu, 2010; Leal, 2012; Rego, Leal, Cunha, Faria e Pinho, 2010), não se conhecem estudos que consideram os três mediadores em simultâneo. Esta investigação segue as sugestões de autores (e.g., Aguilera, Rupp, Williams e Ganapathi, 2007; Gond, El-Akremi, Igalens e Swaen, 2010) que recomendam o aprofundamento da pesquisa dos efeitos das perceções de RSE nas atitudes e nos comportamentos das pessoas no trabalho.Metodologia. A amostra abarca 278 colaboradores (58% do sexo feminino; 34% com 12º ano de escolaridade, e 28% com graduação superior; 25,9% com cargos de chefia) provenientes de 83 empresas. A idade média dos inquiridos é de 39,9 anos (DP: 10,5) e a antiguidade média de 10,2 anos (DP: 9,74). O modelo foi testado através dos modelos de equações estruturais (com o software LISREL), tendo-se controlado os efeitos das variáveis género, ocupação de cargo de chefia, idade e antiguidadeResultados. Os dados sugerem: (a) as perceções de RSE predizem diretamente o empenhamento afetivo, a satisfação com o trabalho e o bem-estar psicológico; (b) a relação entre as perceções de RSE e os comportamentos de cidadania organizacional é mediada pelo empenhamento afetivo epela satisfação com o trabalho. Os efeitos diretos e indiretos das perceções de RSE nos CCO são medidos. Limitações. Dada a origem comum dos dados de todas as variáveis, os riscos de variância do método comum não podem ser descartados. O estudo é correlacional, não permitindo aferir de modo inequívoco a relação de causalidade presumida. Estudos futuros deverão recorrer a fontes diferentes para medir as diferentes variáveis do estudo e, idealmente, em momentos temporais separados. Contributos teóricos e práticos. As perceções de RSE influenciam não apenas os stakeholders externos, mas também diversas atitudes e comportamentos dos colaboradores (stakeholders internos). Essa pode ser uma forma complementar de a assunção de responsabilidades sociais pelas empresas gerar mais “valor partilhado” (Porter e Kramer, 2011).
- How leader humility helps teams to be humbler, psychologically stronger, and more effective:A moderated mediation modelPublication . Rego, Arménio; Owens, Bradley; Leal, Susana; Melo, Ana I.; Cunha, Miguel Pina e; Gonçalves, Lurdes; Ribeiro, PaulaWe hypothesize that (a) the level of humility expressed by leaders predicts team performance through, serially, team humility and team PsyCap, and (b) the strength (i.e., consensus within the team) of the leader humility, team humility and team PsyCap moderates the paths of that hypothesized model. A sample comprising 82 teams (82 leaders; 332 team members) was collected. Team members reported leader humility, team humility and team PsyCap. Leaders reported team performance. To handle the risks of common method bias, each mediating path of the hypothesized model is based on data from two different subsamples within each team. Our model's most novel theoretical contribution is the (moderated mediated) connection between leader humility, collective humility, and team PsyCap, and this was consistently supported in our data. Our inconsistent findings dealing with the relationship between team PsyCap and performance is well established in the literature and our results in both sub-samples were in the theorized direction. The study contributes to understand why, how and when humble leaders are more effective.
- How the employees' perceptions of corporate social responsibility make them happier and psychologically strongerPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Cunha, Miguel Pina eCorporate social responsibility (CSR) has been studied primarily at the macro level, with few studies taking into account the individual level. Furthermore, there are calls for more investigation on the antecedents of employees’ psychological capital (PsyCap). This study bolsters both areas. The paper shows how the employees’ perceptions of CSR predict their PsyCap both directly and through the mediating roles of positive affect and the sense of meaningful work. Two hundred and seventy-nine employees participate. The study uses structural equation modeling to test the hypothesized model. The findings suggest that both positive affect and the sense of meaningful work partially mediate the relationship between the perceptions of CSR and PsyCap. The study helps to understand the underlying mechanisms linking CSR with outcomes at the individual level. Studying CSR at the individual level is valuable for both academic and practical reasons.