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- Impact of confinement resulting from Covid 19 on Quality of Life, Mental Health and Psychological Well Being in Higher Education Students in Santarém and LeiriaPublication . Silva, Mário Ribeiro da; Gonzaga, Luis; Rosa, Marta; Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Amendoeira, José; Matos, RuiBackground: The coronavirus context in higher education disrupted students' lives. Restrictions on social mobility and the consequent reduction in interpersonal contacts brought unprecedented stressful situations, as well as marked changes in their daily lives, challenging the feeling of loneliness and the very perception of social isolation, with consequences on their quality of life. Methods: A cross-sectional descriptive study was carried out. Participants were 775 students, aged between 17 and 55 years, aiming to describe the self-perception of the evaluated mental health dimensions by the Anxiety, Depression and Stress Scales; the Psychological Well-Being by the Manifestation of Psychological Well-Being Measure Scale and to evaluate the quality of students' lives by WOOQOL-Bref. Collected data were analyzed with IBM SPSS Statistics for Windows software, Version 27.0. Results: The results obtained, in the global sample considered, revealed that the lowest average corresponds to anxiety (0,52 ± 0.76), followed by depression (0,67 ± 0,96) and stress (0,90 ± 0,87). Regarding psychological well-being, the lowest average corresponds to social involvement (2,39 ± 1,10), followed by happiness (2,91 ± 1,22), self-esteem (2,9 5 ± 0,91), control of self and events (2,96 ± 0,97), mental balance (2,97±1,14) and sociability (3,21±1,13). Regarding the quality of life, between the social relationship’s domain (52,71 ± 19,10) and the environment domain (53,92±10,48), there were no statistically significant differences. The highest mean value occurred in the physical domain (64,87±12,54) and the lowest in the psychological one (49,60 ±16,18). We also found significant differences in terms of polytechnic institute attended and gender. Conclusion: The obtained results provide the basis to design and develop a targeted intervention main program focused on the empowerment of higher education students. Build a literacy program with health education strategies, starting from their own perceptions and responses to the experienced situations.
- Literacia em Saúde sobre Diabetes Mellitus aos idosos em contexto comunitárioPublication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Rosa, Marta; Mendes, MonicaO termo “diabetes” designa um distúrbio metabólico, crónico, que se caracteriza por níveis elevados de glucose no sangue, levando a lesões sérias no coração, vasos sanguíneos, olhos, rins e nervos. O tipo mais comum de diabetes é o tipo II, mais frequente em adultos e idosos, e ocorre quando o corpo se torna resistente à insulina ou o pâncreas não produz insulina em quantidades suficientes (WHO, 2018), sendo necessário a literacia em saúde para o empowerment destes grupos. Entre 2009 e 2019 o envelhecimento demográfico, tornou-se mais acentuado sendo que o número de idosos (pessoas com 65 ou mais anos) aumentou em 350.028 pessoas Em 2019, os valores do indicador: anos de vida saudável aos 65 anos em Portugal foi de 6,9 anos no sexo feminino e 7,9 anos no sexo masculino, valores inferiores aos registados na média da União Europeia (10,4 anos e 10,2 anos, respetivamente (PORDATA, 2021). De acordo com o Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (2016), a prevalência da diabetes mellitus na população residente em Portugal, com idade entre os 25 e os 74 anos, em 2015, segundo os resultados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico foi de 9,8 %, valor este praticamente sobreponível ao observado em 2019 (9,9 %), sendo que as mulheres correspondem a 7,7% e os homens 12,1%. De entre os determinantes de saúde demográficos importa salientar, para Portugal, o envelhecimento, que, de acordo com as projeções demográficas efetuadas pelo Instituto Nacional de Estatística, continuará a aumentar nas próximas décadas. Apesar da redução da mortalidade por diabetes mellitus observada principalmente na última década, esta doença e suas complicações, incluindo a morte prematura, continuam a ser uma prioridade em Portugal. Projeta-se para 2030 uma taxa de mortalidade padronizada por diabetes mellitus de 25,6 óbitos por 100.000 habitantes (Direção Geral da Saúde, Os determinantes de saúde demográficos (sobretudo o envelhecimento), os biológicos, sobretudo, estado nutricional; peso; glicémia; perfil lipídico; os comportamentais (atividade física diminuída; consumo de álcool e tabaco; padrão alimentar) e os relacionados com o Sistema de Saúde e a Prestação de Cuidados de Saúde (cobertura universal de cuidados de saúde; acessibilidade a cuidados de vigilância em saúde ao longo do ciclo da vida; entre outros) acentuam o aumento da prevalência das doenças crónicas como a diabetes mellitus. Dois dos Objetivos de saúde relativos às necessidades de saúde por problemas de elevada magnitude fixados para 2 030, em Portugal são: Reduzir a taxa de mortalidade padronizada por diabetes mellitus para 25,6 por 100.000 habitantes em todas as idades e ambos os sexos e reduzir a taxa de mortalidade padronizada prematura (inferior a 75 anos) por diabetes mellitus em todas as idades e ambos os sexos para 4,7 por 100.000 habitantes. De acordo com o Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (2016), a prevalência da diabetes mellitus na população residente em Portugal, com idade entre os 25 e os 74 anos, em 2015, segundo os resultados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico foi de 9,8 %, valor este praticamente sobreponível ao observado em 2019 (9,9 %), sendo que as mulheres correspondem a 7,7% e os homens 12,1%. O enfermeiro especialista em enfermagem de saúde comunitária e de saúde pública, tem grande responsabilidade na promoção e educação para a saúde (EpS) com os idosos e cuidadores para a obtenção de conhecimentos e aptidões para cuidar de si mesmo e dos outros. Os enfermeiros intervêm no sentido da PrS, com uma ação educativa, sistemática e integradora ao longo do processo de adaptação do cuidador/família, proporcionando conhecimento e empowerment, para incentivar respostas saudáveis às mudanças (Calado et al., 2020).
- Saúde mental dos estudantes dos Politécnicos de Santarém e Leiria durante o confinamento por COVID-19Publication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Rosa, Marta; Silva, Mário; Matos, Rui; Gonzaga, Luis; Amendoeira, JoséIntrodução: A pandemia de COVID-19 reduziu a mobilidade social e as interações sociais em períodos de confinamento. Mesmo aqueles que não sofreram da doença apresentaram manifestações de stresse, ansiedade e depressão (Serviço Nacional de Saúde, 2021). Objetivos: Avaliar os níveis de ansiedade, depressão e stresse dos estudantes. Metodologia: Estudo correlacional descritivo transversal. Participantes: 775 estudantes, selecionados por amostra de conveniência. Instrumento de medida: Escala de Ansiedade, Depressão e Stresse-21(DASS-21), versão portuguesa. Dados analisados com recurso ao IBM SPSS Statistics para Software Windows, Versão 27.0. Resultados e discussão: Os resultados mostraram que a maioria dos participantes apresentou um nível normal de depressão (72,5%), ansiedade (79,7%) e stresse (87,6%). Cerca de 6,5% referiram um nível grave ou extremamente grave de ansiedade ou depressão. Conclusões: Os resultados sugerem que as instituições de ensino superior devem promover a estabilidade emocional e influenciar a saúde mental positiva dos estudantes, através de conscientização.
- Qualidade de vida dos estudantes do Ensino Superior Politécnico de Santarém e Leiria durante o confinamento da Covid 19Publication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Amendoeira, José; Rosa, Marta; Matos, Rui; Silva, Mário Ribeiro da; Coelho, M. T.; Gonzaga, Luis; Borrego, C.Introdução: A pandemia de coronavírus 2019-2020 afetou os sistemas educacionais em todo o mundo, levando ao encerramento das instituições educacionais. Este estudo teve como objetivo avaliar a Qualidade de Vida dos estudantes do ensino superior dos Institutos Politécnicos de Santarém e Leiria durante o confinamento face à pandemia COVID-19. Métodos: Um total de 775 participantes selecionados por amostragem de conveniência participaram no estudo. Estudo de caráter quantitativo, descritivo-correlacional. Aplicou-se o instrumento WHOQOL-bref adaptado da WHO. O tratamento e análise dos dados foi realizado com recurso à estatística descritiva, correlacional e inferencial. Resultados: A autoavaliação dos estudantes relativamente à Qualidade de Vida é globalmente superior à autoavaliação com a sua satisfação com a saúde, sendo os estudantes do género feminino que apresentam valores médios inferiores aos estudantes do género masculino. Os domínios do WHOQOL-bref referentes à Qualidade de Vida com valores superiores foram o domínio físico e meio ambiente, sendo os domínios das relações sociais e psicológico, os que apresentam valores menores. Conclusões: Os resultados apontam para a necessidade de intervenção na promoção da Qualidade de Vida dos estudantes, com foco em fatores psicossociais, decorrente das condicionantes impostas no período de confinamento, pela pandemia COVID-19.
- Qualidade de Vida dos estudantes de enfermagem – A Scoping ReviewPublication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Rosa, Marta; Silva, Mário Ribeiro da; Amendoeira, JoséIntrodução: A qualidade de vida dos estudantes é influenciada positiva ou negativamente por fatores estruturais e organizacionais das instituições, ambiente académico, estilos de vida entre outros, que fundamentam ações de promoção da saúde neste contexto. Objetivos: Com a questão: “Quais os fatores que interferem na qualidade de vida dos estudantes de enfermagem?” pretende-se mapear a literatura relativa aos fatores que interferem na qualidade de vida dos estudantes de enfermagem. Metodologia: Uma Scoping Review, segundo Joanna Briggs Institute (2015), através da metodologia PCC, com as palavras-chave: Quality of life, Students, Nursing, conjugadas pelo booleano AND. Definidos critérios de inclusão dos estudos. Pesquisa na plataforma EBSCOhost, nas bases de dados: CINAHL, Medline, MedicLatina; e nas bases de dados LILACS, SciELO e BDENF. Como limitadores: texto completo; referências disponíveis; resumo disponível; friso temporal: 01/01/2016 a 31/12/2020; língua inglesa, espanhola e portuguesa. Resultados: Identificados 56 artigos. Através do Prisma 2009 Flow Diagram, foram selecionados 11 artigos. Como fatores positivos: os direitos; processos relacionais e espirituais; tranquilidade; satisfação; apoio familiar; acompanhamento de amigos; oportunidades de comunicação e aprendizagem; interação comunidade científica e comunidade. Como fatores negativos: baixo poder económico; alterações no bem-estar físico, (estágios, hábitos de vida não saudáveis, sono, não acesso aos serviços de saúde e recreativos, hábitos etílicos e tabagismo); intensidade das atividades académicas; adaptação ao ensino superior; medo, angústia, conflitos, stress e sintomas depressivos; carga horária excessiva para o estudante trabalhador; estágio supervisionado e trabalho de conclusão de curso. Conclusões: Determinantes estruturais, organizacionais e situacionais condicionam positivamente e negativamente a qualidade de vida dos estudantes de enfermagem no espaço da escola, nas atividades, no cumprimento de responsabilidades e nas relações entre discente e docente e enfermeiro. As Instituições de Ensino Superior responsáveis pela formação dos estudantes, devem avaliar as necessidades dos estudantes, visando implementar estratégias promotoras da sua qualidade de vida.
- Mental health of nursing students at the Polytechnic Institute of Santarem during the COVID-19 pandemicPublication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Rosa, Marta; Silva, Mário; Gonzaga, Luis; Matos, Rui; Amendoeira, JoséIntroduction: The coronavirus pandemic (COVID-19) was considered a public health emergency of international concern, which revealed a significant challenge for mental health, because of its impact, in this 21st century. The context of the coronavirus in higher education has caused disturbing consequences in the lives of students. The pandemic reduced social mobility and, consequently, social interactions in periods of confinement, leading to stressful situations, with feelings of anxiety and depression, anguish, and sleep problems. Objectives: To evaluate the levels of anxiety, depression and stress of nursing students and their relationship with sociodemographic characteristics, from the Instituto Polytechnic of Santarem, aged between 18 and 55 years. Methodology: Quantitative, correlational, descriptive cross-sectional study. Participants: 183 students, selected by convenience sampling (boys = 19.1% and girls = 80.9%), meeting some criteria: being of Portuguese nationality; being 18 years of age or older; attending the 2nd, 3rd or 4th year of the degree course; agree to participate in the study by signing the informed consent online. Measurement instrument: Anxiety, Depression and Stress Scale - DASS-21 in the Portuguese version EADS, by Pais-Ribeiro et al., (2004), composed of three subscales, consisting of seven items evaluated by a four-point Likert scale, that reflect the severity and frequency of the feelings experienced. The survey was conducted between November 19 and December 4, 2020, via Microsoft Forms, using a link on the school's page, anonymity being guaranteed. This study was approved by the Ethics Committee of the Research Unit of IPSantarem (112020Saúde), The collected data were analysed with IBM SPSS Statistics for Windows Software, Version 27.0. Results and discussion: The instrument showed strong internal consistency in the subscales, with high Cronbach's alpha coefficients: anxiety (α = 0.877); depression (α = 0.921) and stress (α = 0.920). Proceeding with the Pearson's correlation coefficient calculation, strong, positive, and significant correlations were found (p<0.001). According to the DASS-21 scoring instructions, the results showed that most participants had a normal level of depression (82.5%), anxiety (88.0%) and stress (94.0%). About 1.6% of the participants reported a moderate level of stress; 5.5% and 1.6% a moderate and severe level, respectively, of anxiety and 6% and 0.5% depression a moderate and severe level, respectively. These data are like those presented by Son et al., (2020), as 138 (71%) showed stress and anxiety due to COVID-19. Sun et al (2020) revealed that students had significant depressive feelings (56.9%). Another study by Chaudhary et al., (2021) showed that 68.8% had a high fear of COVID-19; 28.7% had moderate to severe depression and 51.5% had mild to severe anxiety. Significant differences were found between means (student's t-test) in the comparison between gender (p < 0.001), with the highest scores, in the three dimensions, in girls who present more stress (M = 7.59 + 4.728), depression (M =5.83 + 4.503) and anxiety (M =3.87 + 3.869), that is, the affective states of these students were more negative. No differences were found as a function of age, marital status, year of course and district of residence. Conclusions: The results suggest that the Institute Polytechnic develop strategies to reduce vulnerability, promote emotional stability and influence the positive mental health of students, through awareness to dissipate inappropriate perceptions; psychosocial and other support through digital platforms; development of a mental health program that promotes positive coping measures in the face of similar situations. References Chaudhary, A., Sonar, N., Jamuna, T., Banerjee, M., & Yadav, S. (2021). Impact of the COVID-19 pandemic on the mental health of college students in India: a cross-sectional web-based study. JMIR Medical Education,2(3), e28158, 1-10. https://doi.org/10.2196/28158 Pais-Ribeiro, J. L., Honrado, A., & Leal, I. (2004). Contribuição para o estudo da adaptação portuguesa das Escalas de Ansiedade, Depressão e Stress (EADS) de 21 itens de Lovibond e Lovibond. Psicologia, Saúde & Doenças, 5(2), 229-239. http://www.scielo.mec.pt/pdf/ psd/v5n2/v5n2a07.pdf Son, C., Hegde, S., Smith, A., Wang, X., Sasangohar, F. (2020). Effects of COVID-19 on college students' mental health in the United States: An interview survey study. Journal of Medical Internet Research, 22(9), e21279, 1-15. https://doi.org/10.2196/21279 Sun, Y., Lin, S., Chung, K. (2020). University Students’ Perceived Peer Support and Experienced Depressive Symptoms during the COVID-19 Pandemic: The Mediating Role of Emotional Well-Being. International Journal of Environmental Research and Public Health, 17(24), 9308, 1-13. https://doi.org/10.3390/ijerph17249308. Teixeira, S., Ferré-Grau, C., Sequeira, C., Pires, R., Carvalho, J., Ribeiro, I., Sequeira, C., Rodrigues, Sampaio, F., Costa, T., & Canut, M. (2022). Positive Mental Health in University Students and its Relations with Psychological Vulnerability, Mental Health Literacy, and Sociodemographic Characteristics: A Descriptive Correlational Study. International Journal of Environmental Research and Public Health, 19 (6), 3185 https://doi.org/10.3390/ijerph19063185
- Quality of life of nurses in work context: a scoping review.Publication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Silva, Mário Ribeiro da; Rosa, Marta; Amendoeira, JoséScientific evidence emphasizes that the quality of care provided by nurses is influenced by several factors, such as interaction in the professional environment, remuneration, recognition, and appreciation of the function performed, in addition to factors such as health, leisure and affection that are directly related to the quality of life. The professional practice of nurses requires highly complex interventions and close human relationships, dealing with all types of emotions, including death. Considering nurses as a fundamental element in health organisations, there is a need to analyze their quality of life and challenge managers' reflection on the importance of nursing to develop strategies that favour quality of life. Objective: to map the scientific evidence on the quality of life of nurses in the work context. Methods: A Scoping Review based on the Joanna Briggs Institute (2020) with the question: What is the quality of life of nurses in the work context? The MeSH (2023) descriptors combined the search strategy: Quality of life AND Nurses* AND Work, according to Participants, Concept, and Context. Em-base data sources: EBSCOhost platform: CINAHL®, MedicLatina and MEDLINE, with defined limits: Full text and abstract available; Any type of study: (quantitative, qualitative, mixed); Language: English, Spanish and Portuguese. Results: In the eight articles selected, nurses have a lower quality of life due to a moderate level of happiness and negative feelings in providing care, high workload, ineffective management policies, unfair remuneration, scarcity of equipment and few opportunities for career development. After Covid-19, high levels of compassion satisfaction and moderate levels of burnout were found. Nurses who work rotating shifts are more likely to be overweight and have total and abdominal fat. Organizations can promote nurses' health by ensuring their participation in decision-making and promoting positive strategies to improve teamwork and establishing a support system for these professionals.
- IMPACTO DA PANDEMIA DE COVID-19 EM ESTUDANTES DO ENSINO SUPERIOR POLITÉCNICO DE SANTARÉM E LEIRIAPublication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Amendoeira, José; Matos, Rui; Rosa, Marta; Silva, Mário Ribeiro da; Gonzaga, Luis; Coelho, Teresa; Borrego, C.Background: Estudar o Impacto da pandemia Covid-19 nos estudantes do ensino superior torna-se evidente, já que é uma doença infeciosa, que tem consequências não só ao nível da saúde física, mas também da saúde mental, do bem-estar psicológico e qualidade de vida. A pandemia de coronavírus 2019-2020 afetou os sistemas educacionais com impacto em 99,4% da população estudantil do mundo. O ensino a distância apresentou-se como a solução. Esta situação veio trazer alterações significativas na vida das escolas e principalmente na vida dos estudantes. Objetivo: avaliar o impacto da pandemia Covid-19 na qualidade de vida dos estudantes do ensino superior do IPSantarém e do IPLeiria. Materiais e métodos: Estudo de caráter quantitativo, descritivo-correlacional, visando descrever fenómenos e posteriormente identificar e explorar possíveis relações entre as variáveis. A população é constituída pelos estudantes que frequentam o ensino superior, dos dois Institutos. Aplica-se o instrumento WHOQOL-bref adaptado da OMS. O tratamento e análise dos dados será realizado com recurso à estatística descritiva, correlacional e inferencial. Resultados: a relação entre os domínios físico, psicológico, relações sociais e meio ambiente permitirá caraterizar a qualidade de vida dos estudantes. Conclusão: Com a avaliação do impacto da pandemia Covid-19, pretendemos desenvolver um programa on-line de promoção da qualidade de vida.
- PROMOVER A LITERACIA EM SAÚDE MENTAL COM CRIANÇAS EM CONTEXTO ESCOLAR: UMA SCOPING REVIEWPublication . Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Rosa, Marta; Silva, Mário Ribeiro da; Amendoeira, José
- Impacto do confinamento decorrente da COVID-19 na Saúde Mental e Bem-Estar Psicológico em estudantes do ensino superior em Santarém e LeiriaPublication . Silva, Mário Ribeiro da; Gonzaga, Luis; Rosa, Marta; Figueiredo, Maria do Carmo (preferencial); Amendoeira, José; Matos, RuiIntrodução: O desenvolvimento global da doença Covid-19 teve um impacto particular no ensino superior. O isolamento social, a restrição da mobilidade e a consequente redução de contactos, trouxe a professores, estudantes e suas famílias situações de stress sem precedentes. A qualidade da adaptação a estas situações, decorrente da singularidade dos recursos de cada um, revela-se determinante na gestão do próprio bem-estar psicológico. Objetivo: O objetivo deste estudo é avaliar o impacto da pandemia Covid 19 na saúde mental e bem-estar psicológico nos estudantes do ensino superior do IPSantarém e do IPLeiria. Materiais e métodos: Um estudo de caráter quantitativo, descritivo-correlacional, com 775 estudantes, visando descrever a auto-perceção das dimensões de saúde mental avaliadas pelas Escalas de Ansiedade, Depressão e Stress (EADS; Pais-Ribeiro, Honrado e Leal, 2004) e do Bem-Estar Psicológico através da Escala de Medida de Manifestação de Bem-Estar Psicológico (EMMBEP; Monteiro, Tavares e Pereira, 2012). O tratamento e análise dos dados foram realizados com recurso à estatística descritiva, correlacional e inferencial pelo software IBM SPSS Statistics for Windows, Version 27.0. Resultados: A autoavaliação dos estudantes relativamente às dimensões de saúde mental correlaciona negativamente com a autoavaliação das dimensões de bem-estar psicológico. Estudantes com níveis de stress e depressão aumentados, e não tanto de ansiedade, apresentam menor nível de bem-estar psicológico, em particular, nas dimensões de envolvimento social e felicidade. Numa análise quanto ao género, verificamos que as mulheres pontuam de forma significativamente mais elevada o stress, ansiedade e depressão, o que se repercute igualmente na menor valorização do próprio bem-estar psicológico. Conclusões: Os resultados apontam para a necessidade de intervenção com os estudantes centrada no desenvolvimento de mecanismos de coping e de empoderamento que lhes permitam gerir o potencial stressante, decorrente do período de confinamento, imposto pela pandemia COVID 19. Em paralelo, esta maior capacitação constitui-se como promotor de Bem- Estar Psicológico transversal às diversas dimensões da sua vida.