Mestrado em Educação Pré-Escolar e em Ensino do 1ºCiclo do Ensino Básico
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- Atividades práticas e experimentais no ensino das ciências: a promoção da interdisciplinaridade desde as primeiras idadesPublication . Serôdio, Diogo Miguel Ruivo Santos; Linhares, ElisabeteO presente relatório de estágio foi desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º CEB, na Escola Superior de Educação de Santarém, no âmbito da Unidade Curricular de Prática de Ensino Supervisionada II, refletindo o percurso formativo realizado ao longo de quatro semestres. Encontra-se organizado em duas partes. A primeira incide sobre a intervenção pedagógica desenvolvida nos diferentes contextos de estágio, destacando as aprendizagens construídas, a reflexão crítica sobre a prática e o processo de desenvolvimento profissional. Apresenta-se a caracterização das instituições, dos grupos de crianças/alunos e dos projetos educativos implementados, evidenciando opções pedagógicas, desafios e estratégias mobilizadas. A segunda parte apresenta a investigação sobre o contributo das atividades práticas e experimentais na promoção da interdisciplinaridade no ensino das ciências. O estudo, de natureza qualitativa, recorreu à observação, entrevistas, Focus Group e atividades práticas e experimentais, revelando que promovem aprendizagens significativas, competências transversais e uma abordagem integrada de saberes, apesar das limitações identificadas.
- Promover a autorregulação da aprendizagem: práticas pedagógicas e reflexão a partir da prática de ensino supervisionadaPublication . Lopes, Catarina Garrido; Piscalho, IsabelO presente relatório de estágio, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, apresenta a trajetória formativa construída a partir das experiências de prática de ensino supervisionada e da investigação realizada ao longo do mestrado. Guiado pela questão "De que forma se pode promover a autorregulação da aprendizagem em crianças na educação pré-escolar e no 1.º Ciclo do Ensino Básico?", este trabalho sublinha a importância da postura reflexiva e investigativa na melhoria contínua das práticas educativas. O relatório integra a descrição e reflexão crítica sobre quatro períodos de estágio, concretizados em três contextos distintos: creche, jardim de infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º e 4.º anos de escolaridade). Documenta, ainda, o trabalho investigativo orientado pelos seguintes objetivos: (1) compreender o contributo da utilização da checklist CHILD (Piscalho, 2021) na observação e reflexão sobre a prática pedagógica, visando a identificação das competências autorregulatórias das crianças; (2) explorar as perspetivas das crianças sobre o seu processo de autorregulação da aprendizagem, tendo por base a entrevista com tarefa; e (3) explorar as competências autorregulatórias das crianças no jardim de infância e no 1.º ciclo do Ensino Básico, com o intuito de compreender como promovê-las efetivamente na prática educativa. O exercício investigativo atravessa o(s) processo(s) de estágio, adotando-se uma abordagem qualitativa. Recorreu-se à Lista de Desenvolvimento da Aprendizagem Independente (CHILD) como instrumento de observação e de apoio à prática pedagógica junto de cinquenta e seis crianças da educação pré-escolar e do 1.º CEB. Complementarmente, foram realizadas treze entrevistas semiestruturadas a crianças e a uma profissional especialista na área. A recolha de dados foi conduzida de acordo com princípios éticos, assegurando o consentimento informado e a confidencialidade dos participantes. A análise dos dados, realizada com recurso a análise de conteúdo, análise temática e métodos de triangulação, permitiu identificar práticas e estratégias que favorecem o desenvolvimento de competências autorregulatórias, designadamente o planeamento, a monitorização e a avaliação das próprias ações por parte das crianças. Os resultados revelam que a promoção da autorregulação contribui para uma maior autonomia, capacidade de resolução de problemas e gestão emocional das crianças, facilitando aprendizagens mais significativas e duradouras. O relatório conclui com uma reflexão final onde se traçam recomendações para a prática pedagógica, incluindo estratégias de intervenção e sugestões para a articulação entre contextos educativos, reforçando o potencial da autorregulação como motor para a inovação e a equidade na educação.
- A importância da organização do ambiente educativo na aprendizagem das criançasPublication . Martins, Carolina de Sousa; Branco, NeusaO presente relatório de estágio é constituído por duas partes, a parte I que reporta a todos os contextos de estágio, creche, jardim de infância e 1.º CEB, e a parte II relativa à componente investigativa. Esta visa identificar a importância da organização do ambiente educativo na aprendizagem das crianças, partindo de um estudo piloto em contexto de educação pré-escolar e desenvolvendo-se no 1.º Ciclo do Ensino Básico, em turmas de 2.º e 4.º ano. Tem como objetivos: (i) compreender a organização do ambiente educativo no 1.º Ciclo; (ii) verificar a importância atribuída pelos professores ao espaço educativo; e (iii) analisar o envolvimento das crianças na organização do ambiente e o seu impacto na aprendizagem. Com uma abordagem qualitativa, foram recolhidos dados através de entrevistas, notas de campo e registos fotográficos. Os resultados revelam que um ambiente educativo organizado de forma intencional favorece a autonomia, o envolvimento e o bem-estar das crianças, potenciando aprendizagens significativas e um maior sentido de pertença ao espaço escolar.
- Dimensão afetiva da relação pedagógica na motivação para a aprendizagemPublication . Francisco, Brígida Susana; Tagarro, MartaO presente relatório de estágio foi elaborado para obtenção do grau de Mestre em Educação Pré-escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico e constitui-se por duas partes. A primeira parte refere as práticas de ensino supervisionadas em contexto de 1º ciclo e a segunda a componente investigativa. Na primeira parte foi realizada a caraterização do contexto do estágio pela descrição da instituição, das turmas e do ambiente educativo e a descrição do percurso pedagógico através da apresentação do projeto e atividades desenvolvidas. Na segunda parte apresenta-se o estudo onde se objetivou compreender o impacto da dimensão afetiva da relação pedagógica na motivação para a aprendizagem. A metodologia de índole qualitativa, preferenciou as entrevistas semiestruturadas aos docentes e grupos de discussão com os discentes, e teve como amostra duas educadoras de infância, duas professoras do 1º ciclo do ensino básico e 15 crianças de ambos os níveis. Os resultados desta investigação permitem compreender que os docentes compreendem que a dimensão afetiva da relação pedagógica tem impacto na motivação para aprendizagem. Os discentes referem que são sensíveis às manifestações afetivas dos seus docentes e que estas impulsionam o seu desejo de aprender.
- Brincar e aprender no exterior: o papel do espaço exterior no pré-escolar e no 1.ºciclo do ensino básicoPublication . Gaspar, Beatriz Isabel Barros; Colaço, SusanaO atual relatório insere-se no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, presente na Escola Superior de Educação de Santarém, e encontra-se dividida em três partes. Na primeira parte, são descritas e analisadas as experiências desenvolvidas durante os estágios realizados em creche, jardim de infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º e 3.º anos de escolaridade), que integra uma caracterização dos contextos educativos e projetos implementados, destacando aprendizagens, desafios e práticas pedagógicas observadas. A segunda parte apresenta o estudo de investigação, que surgiu de uma dificuldade identificada ao longo dos estágios e da necessidade de refletir sobre a forma como os espaços exteriores, frequentemente subvalorizados ou utilizados de modo limitado, podem constituir-se como contextos educativos significativos e promotores de aprendizagens. Como conclusão, é apresentada uma reflexão final sobre o processo investigativo, o percurso formativo desenvolvido nos estágios e o contributo destas experiências para a construção da identidade profissional docente. A investigação seguiu uma metodologia de natureza qualitativa, tendo os dados sido recolhidos através de uma entrevista a duas educadoras e a uma professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico, de um questionário aplicado a sete estudantes do Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, de uma conversa informal com alunos do 1.º ano de escolaridade e de duas grelhas de observação. Através destes instrumentos, procurou-se compreender as perceções e opiniões dos participantes relativamente ao papel educativo do espaço exterior. Os resultados mostram que o bem-estar e o envolvimento das crianças são mais evidentes no espaço exterior. Apesar de os adultos já reconhecerem o potencial educativo destes espaços, ainda não integram com regularidade nas suas práticas este contexto de brincadeira e aprendizagem.
- Formas e meios de avaliação na Educação Pré-Escolar e no 1.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Maurício, Beatriz Costa Neto Gomes; Cardona, Maria JoãoO atual relatório, realizado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola Superior de Educação de Santarém, estrutura-se em três partes. A primeira parte descreve as experiências de estágio em creche, jardim de infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º, 2.º e 4.º anos de escolaridade), em que é feita uma reflexão sobre a organização do ambiente educativo, os projetos de intervenção, as aprendizagens e as dificuldades sentidas. Na segunda parte é apresentado o estudo investigativo, que surgiu de uma dificuldade vivenciada nos estágios e tem como objetivo perceber como se realiza a avaliação nestes contextos educativos. A terceira parte integra uma reflexão sobre o trabalho realizado durante os estágios, sobre a investigação desenvolvida e os contributos destas aprendizagens para o meu futuro profissional. A pesquisa seguiu uma metodologia de natureza qualitativa, em que os dados foram recolhidos através de inquéritos por questionários a uma educadora, duas professoras do 1.º Ciclo do Ensino Básico e cinco estudantes do mestrado que habilita para a docência, procurando-se compreender quais as estratégias avaliativas utilizadas e as dificuldades sentidas neste processo. Os resultados do estudo mostraram que os participantes reconhecem que a avaliação deve ser feita de forma contínua. Observa-se que existe envolvimento e participação das crianças na avaliação, principalmente através da autoavaliação e de discussões em grande grupo sobre o processo de aprendizagem. Embora seja enumerada uma diversidade de instrumentos, a observação direta é o meio mais recorrente de recolha de informação. A divulgação da avaliação e o registo de evidências de forma sistemática continua a ser uma das maiores dificuldades sentidas pelas estudantes.
- O espaço exterior como contexto pedagógico promotor de aprendizagens integradoras em JI e 1.º CEBPublication . Amaro, Andreia Filipa Perdigão Pina; Linhares, ElisabeteO presente relatório de estágio, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré- Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico, organiza-se em duas partes complementares. A primeira parte apresenta uma análise reflexiva dos contextos educativos onde decorreu a Prática de Ensino Supervisionada, evidenciando as aprendizagens profissionais realizadas, os desafios vivenciados e as estratégias pedagógicas desenvolvidas em Jardim de Infância e no 1.º Ciclo do Ensino Básico. A segunda parte integra um estudo investigativo centrado no potencial do espaço exterior como contexto pedagógico promotor de aprendizagens integradoras. Com recurso a uma metodologia qualitativa, valorizando a observação das práticas e as perceções de crianças e docentes, o estudo evidencia que o espaço exterior, quando intencionalmente planificado e mediado pelo/a educador/a ou professor/a, favorece o desenvolvimento global das crianças. Os resultados demonstram maior envolvimento, autonomia, curiosidade e articulação entre áreas curriculares, reforçando o espaço exterior como extensão da sala e recurso educativo fundamental.
- A organização do espaço educativo e a participação das crianças em contexto de educação de infância e 1.º ciclo do ensino básicoPublication . Oliveira, Ana Carolina Correia; Uva, MartaO presente relatório, desenvolvido no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico da Escola Superior de Educação de Santarém, apresenta uma análise crítica da Prática de Ensino Supervisionada em contexto de Creche, Jardim de Infância e de 1.º Ciclo, articulada com um estudo investigativo sobre a influência do ambiente educativo, nomeadamente o espaço físico, na participação das crianças. O estudo contou com a participação de 25 crianças do Pré-Escolar, 21 crianças do 1.º Ciclo do Ensino Básico, uma educadora de infância e uma professora do 1.º CEB. O exercício investigativo, de natureza qualitativa, integrou observações sistemáticas da participação dos alunos, grelhas de análise do ambiente educativo e entrevistas semiestruturadas a docentes, com o objetivo de compreender de que forma a organização do espaço condiciona, potencia ou limita a participação infantil nos diferentes contextos educativos mencionados. Os resultados evidenciaram que ambientes flexíveis e organizados em áreas funcionais promovem maior iniciativa e envolvimento dos alunos, enquanto espaços pouco diversificados tendem a restringir oportunidades de participação. Verificou-se ainda que a forma como os docentes integram a dimensão espacial na planificação e na rotina diária constitui um fator decisivo para a qualidade das interações e das aprendizagens.
- O envolvimento parental na educação pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico: fatores que o influenciamPublication . Ferreira, Maria Dolores de Brito Ribeiro; Portelada, AntónioO envolvimento parental é uma componente que assenta, bastante na relação e comunicação que devem existir entre as famílias e a escola, uma vez que só dessa forma é possível promover o adequado desenvolvimento das crianças. Esta investigação foi realizada com o propósito de compreender a perceção que as famílias e os professores têm relativamente ao envolvimento parental. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, cujo objetivo foi compreender de que forma é que o envolvimento parental pode afetar o desempenho académico, e também, identificar estratégias que podem ser utilizadas para minimizar impactos negativos. O estudo contou com a participação de três profissionais de educação e de 67 pais, com idades compreendidas entre os 24 e os 61 anos. Os instrumentos de recolha de dados utilizados foram a observação direta, realizada em contexto de estágio, as entrevistas aos docentes e o questionário dirigido aos encarregados de educação. Os resultados obtidos evidenciam o ponto de vista que as famílias e os profissionais de educação têm em relação a este tema. Para tal, implica que a escola e, até mesmo, as famílias mudem alguns aspetos, para que, o bem-estar das crianças continue a ser a principal prioridade. Reconhecendo a importância que o envolvimento parental tem para o sucesso académico das crianças, é extremamente importante e necessário implementar estratégias que facilitem esse processo. Essas estratégias devem ser promovidas pela escola, e precisam de ter sempre a criança como principal foco.
- A compreensão leitora nos primeiros anos: modos de promoção da evolução das criançasPublication . Alendouro, Natacha Ferreira; Cardoso, InêsA realização deste relatório surgiu no âmbito da Unidade Curricular (UC) de In-vestigação na Prática de Ensino Supervisionada II, no Mestrado em Educação Pré-Es-colar (EPE) e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB). O relatório estrutura-se em duas partes. Na Parte I é apresentada uma análise e reflexão sobre as aprendizagens adquiridas nos contextos de estágio: Creche, Jardim de Infância (JI) e 1.º CEB. São apresentadas as caracterizações das instituições, dos ambientes educativos, dos grupos/turmas, os projetos de intervenção e atividades implementadas. A Parte II do relatório centra-se na componente investigativa, que teve como base o tema “A compreensão leitora nos primeiros anos: modos de promoção da evolução das crianças” e baseou-se na metodologia de investigação-ação. Os participantes foram crianças de um grupo de EPE e de duas turmas do 1.º CEB (1.º e 3.º anos). Foram utilizados instrumentos de recolha de dados de natureza essencialmente qualitativa, nomeadamente notas de campo, grelhas de observação/avaliação, fichas de leitura e registos fotográficos, que possibilitaram acompanhar a evolução das crianças nos diferentes processos de compreensão leitora: (i) pré-leitura, (ii) microprocessos, (iii) processos de integração, (iv) macroprocessos, (v) processos de elaboração e (vi) processos metacognitivos. Os resultados evidenciaram progressos na compreensão e no envolvimento das crianças nas atividades de leitura, demonstrando que ajustar as estratégias, sempre que necessário, é fundamental para promover o desenvolvimento da competência leitora desde os primeiros anos.
