Livros e capítulos de livros_ESGTS
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- 1 ªs Jornadas de Estatística Médica:Programa e ResumosPublication . Diamantino, Fernanda; Sousa, Lisete; Pereira, Miguel; São João, Ricardo; Caldeira, Sílvia; Pereira, Soraia; Domingues, Tiago DiasO Centro de Estatística e Aplicações (CEAUL) organiza a 1.a edição das Jornadas de Estatística Médica que se realizam nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2020. Este encontro destina-se a todos os interessados em aplicações da Estatística nas áreas de Medicina, Enfermagem e Indústria Farmacêutica.
- Arte & inclusão na doença mentalPublication . Ferreira, Carla; Castelo, Ana; São João, Ricardo; Coelho, Teresa; Fernandes, Nuno; Massano, TeresaCONTEXTO: No ano de 2017 foi implementado o Projeto INcluir “Oficinas para todos e para cada um” no Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental do Hospital Distrital de Santarém com o objetivo de reabilitação da pessoa com doença mental e sua inclusão social. O Projeto, alicerçado na criação de “oficinas artísticas”, potencia a criação de um ambiente de criatividade, partilha, crescimento pessoal, mediado pela Arte, através da aquisição de um conjunto de competências técnicas de Pintura, Escultura e Desenho. Indivíduos com Doença Mental são frequentemente confrontados com estigma e preconceito e sujeitos à exclusão social. Reconhece-se que a participação artística de pessoas com doença mental pode oferecer uma série de benefícios terapêuticos e facilitar o processo de recuperação através da inclusão na comunidade com a redução do estigma. O Projeto contou com o financiamento da Fundação EDP-Inclusão Social 2016. OBJETIVO(S): Avaliar o impacto do projeto INcluir no estigma e na autoestima das pessoas com Doença Mental.MÉTODOS: Aplicação da escala de autoestima de Rosenberg e da escala de classificação de estigma AQ-9 proposta por Corrigan nos participantes das oficinas. RESULTADOS: Melhoria a nível da autoestima após a participação nas oficinas artísticas nos dez itens que integram a escala de Rosemberg, relacionadas com desempenho e satisfação consigo próprio. O grupo que frequentou as oficinas obteve uma melhoria de 66% na avaliação do Estigma da doença mental. CONCLUSÕES: A participação no Projeto INcluir, contribuiu positivamente para a redução do estigma da doença mental e para o aumento da autoestima.
- Benefícios fiscais ao investimento:impulso ao desempenho empresarialPublication . Tomás, Ana Margarida; Dâmaso, M. ou Dâmaso, Goreti ou Dâmaso, Maria; São João, RicardoA presente investigação tem como objetivo avaliar se o planeamento fiscal, com enfoque na utilização de incentivos fiscais em sede de Imposto sobre o Rendi mento das Pessoas Coletivas (IRC), promove o desempenho das empresas. Com recurso a uma amostra não probabilística constituída por 60 empresas, foram considerados dois grupos: grupo «A», referente às 30 empresas que, cumulativamente, usufruíram o maior valor de incentivos fiscais em sede de IRC, e grupo «B», composto pelas empresas com menor valor acumulado de incentivos ao nível do referido imposto. Através de uma abordagem quantitativa, suportada por metodologia estatística, em particular ao nível da análise bivariada, foi identificada uma relação positiva e estatisticamente significativa en tre as práticas de planeamento fiscal e o desempenho das empresas. Conclui-se que o planeamento fiscal se evidenciou como impulsionador do desempenho empresarial da nossa amostra.
- Blockchanging money: reengineering the free world incentive systemPublication . Rodrigues, DarioBlockchain technology is changing the world incentive system, making programmable money. This kind of money is only fruitful and democratically livable in a transparent political environment. Otherwise, instead of unleashing innovation and collective action with the market’s visible hand of qualified money, the new internet of value will deliver a digital money with the same algorithmic fate that social media met on the previous internet. The latter allows digitizing users’ data and has been used to manipulate consumers and public opinion (possibly in the last two U.S. Presidential elections). Similarly, the former will let states and corporatocracy cross-reference social media and digital money’s data, hurting privacy even more. As blockchains disseminate, having the crucial economic advantage of reducing transaction costs, only free-market competition between private and public blockchains guarantee transparency and democracy. Blockchain technology is the real McCoy, and decentralizing digital money is the free world’s best shot, especially in the new normal triggered by COVID-19.
- Blockchanging politics:opening a trustworthy but hazardous reforming eraPublication . Rodrigues, Dario; Lopes, Pedro SantanaThere has been a fundamental change in the genesis of political-economic trust, with the arrival of a decentralized but structured way to reach consensuses and automatically implementing decisions through self-executable contracts. Blockchain technology (BT) is a distributed, consensus-based, and secure way for individuals to make enforceable censorship-resistant quantifiable agreements. Every vote is a transaction, and BT is paving the way for decentralizing politics, defending privacy, and streamlining voting procedures. It has the potential to provide much more granular governance that hopefully will preserve freedom and defend democracy. However, especially in an embarrassing post-COVID-19 world, BT’s centralization can, instead, pave the way for citizens’ control, turning cryptographic protocols into an authoritarian digital corset tightened by some to menace the privacy and freedom of many.
- Blockchanging trust:ethical metamorphosis in business and healthcarePublication . Rodrigues, DarioBy cutting transaction costs and streamlining agreements’ execution via “smart contracts,” blockchain technology (BT) turns decentralization into an economic advantage and an antidote against politically harsh decisions that can obliterate privacy, freedom, and democracy. Although BT’s ethical bottom line is still uncertain, its use can smooth out the trade-off between privacy and convenience, reconciling both. BT can also help reconfigure the compromise between intellectual property rights and the common good, opening more ethical routes to the diffusion of innovation. BT’s data security can be translated into straightforward access to information. On the one hand, this signals new inclusion routes for “identityless” and unbanked people, and on the other, it releases society from biased information and fake news providing access to trusted data. BT guarantees contents precision, distributing a consensual tamper-proof “hyperledger” proving transactions’ authenticity and data’s integrity. As consensus should be plural, BT’s decentralization is thought to be a must in ethical terms.
- Book of Abstracts of the 1st International Conference on Management, Technology and Tourism:Social Value Creation – ICOMTT2020Publication . Bernardes De Oliveira, Sandra Margarida; Leal, Susana; Vivas, C.; Barradas, Luís Cláudio; Nascimento, João; São João, Ricardo; Ferreira, Maria Regina; Passarinho, Aldo; Rodrigues, Ana; Santos, Cristina; Amaral, MartaThe 1st International Conference on Management, Technology, and Tourism: Social Value Creation (ICOMTT2020) emerges as an outcome of the Volto Já Project - Senior Exchange Program, developed by Polytechnic Institute of Santarém, Polytechnic Institute of Beja and Santa Casa da Misericórdia de Santarém. During the 6th and 7th of February 2020, at the School of Management and Technology of Santarém, Portugal, we celebrate and share the knowledge built on this close relationship. In these two special days, the ICOMTT2020 provides an opportunity for researchers, academics, national and international experts, entrepreneurs, and community leaders to exchange and share their experiences, results and deepen the debate on social value creation. Value creation is a pillar of corporate sustainability, but it is not enough! The challenges of the next decades require a change in the dominant paradigm for the creation of social value that is the guarantee of the regions' sustainability. This paradigm shift will be analysed and debated thoroughly according to the major areas of ICOMTT2020: Management, Technology, and Tourism.
- O capital psicológico, o empenhamento e o desempenho enquanto consequentes das perceções de responsabilidade socialPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Coelho, ArnaldoObjetivo. Este trabalho testa empiricamente como as perceções dos colaboradores acerca da responsabilidade social das empresas (RSE) explicam o seu desempenho individual (DI), tanto diretamente quanto através do capital psicológico positivo (PsyCap) e do empenhamento afetivo (EA). Metodologia. A amostra abarca 279 díades superior-subordinado. Cada subordinado descreveu as suas perceções de RSE, o seu PsyCap e o seu EA. O DI foi relatado pelo respetivo superior hierárquico. Resultados. Os dados sugerem o seguinte: (a) as perceções de RSE predizem diretamente o PsyCap e o EA; (b) a relação entre as perceções de RSE e uma dimensão do EA (EA-identificação) é parcialmente mediada pelo PsyCap; (c) a relação entre as perceções de RSE e o DI é totalmente mediada pela outra dimensão do EA (EA-ligação). Limitações. Outras variáveis mediadoras (e.g. identificação organizacional) podem explicar a relação entre as perceções de RSE e o DI. Além disso, o estudo é correlacional, não permitindo aferir de modo inequívoco a relação entre os constructos. Implicações teóricas e práticas. As práticas de RSE influenciam, não apenas os stakeholders externos, mas também as forças psicológicas, o empenhamento e o desempenho dos colaboradores. Contributo. Que se tenha conhecimento, este é o primeiro estudo que investiga a relação entre as perceções de RSE e o PsyCap, assim como o efeito de ambas as variáveis sobre o EA e o desempenho dos colaboradores. Contribui, ainda, para colmatar a escassez de estudos considerando a RSE ao nível individual.
- Como os empregados respondem às perceções de responsabilidade social das empresasPublication . Leal, Susana; Rego, Arménio; Coelho, ArnaldoInvestigação recente na área das perceções da responsabilidade social das empresas (RSE) sugere que as mesmas explicam diversas respostas atitudinais e comportamentais dos membros organizacionais. Porém, desconhecem-se trabalhos que apresentem uma análise sistemática dessas respostas. É esse o objetivo desta revisão de literatura (56 trabalhos empíricos, publicados desde 1975). Mostramos que as consequências mais estudadas são o empenhamento organizacional, a satisfação com o trabalho, a atratividade da organização enquanto empregadora, os comportamentos de cidadania organizacional, a confiança organizacional e a identificação organizacional. Também exploramos, concetualmente, o papel de variáveis mediadoras e moderadoras na relação entre as perceções de RSE e as variáveis dependentes. O estudo das consequências das perceções de RSE é importante porque (a) estas influenciam e estimulam (outras) respostas emocionais, atitudinais e comportamentais dos colaboradores, as quais, por sua vez, influenciam o desempenho individual e o coletivo; (b) pode ajudar os gestores a planear as intervenções estratégicas ao nível da RSE, de modo a obter melhores respostas dos colaboradores.
- A cultura organizacional como antecedente das práticas de responsabilidade social: um estudo aplicado a organizações de Economia SocialPublication . Leal, Susana; Lopes, AnaObjetivos. O presente estudo testa empiricamente como as características de cultura organizacional influenciam as perceções dos colaboradores quanto às práticas organizacionais de responsabilidade social, no contexto das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Metodologia. A amostra abarca 117 de colaboradores (97% género feminino, 39% com menos de 40 anos, 27% com licenciatura ou superior; 41% trabalham na instituição há 10 ou menos anos), provenientes de seis IPSS, do concelho de Palmela (Portugal). Os dados foram obtidos através de inquéritos por questionário. A escala de cultura organizacional foi adaptada de Quinn (1988) e comtempla quatro tipos de cultura: mercado, clã, burocrática e adocrática. Para a responsabilidade social utilizou-se o instrumento de medida do GRACE (2014) incluindo cinco dimensões: responsabilidade na gestão, responsabilidade pelos colaboradores, responsabilidade na cadeia de valor, responsabilidade pela comunidade e responsabilidade pelo ambiente. Resultados. Obteve-se os seguintes resultados: (a) os tipos de cultura predominantes nas IPSS são a de clã e a burocrática; (b) os perfis de cultura variam entre IPSS; (c) as dimensões de responsabilidade social mais desenvolvidas nas IPSS são as relativas à comunidade e aos colaboradores; (d) a cultura da organização influencia as perceções de responsabilidade social, nomeadamente quando essa cultura apresenta características adocráticas. Implicações da investigação. Os resultados da investigação são úteis para compreender o tipo de cultura organizacional que mais promove a adoção e implementação de práticas de responsabilidade social pelas empresas sociais. Originalidade. São escassos os trabalhos que relacionam a cultura das organizações com a responsabilidade social e desconhecem-se estudos que investiguem tais constructos no contexto das organizações de economia social.