Percorrer por autor "Santos, Leonor"
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- Capacidades matemáticas transversais no 1.º Ciclo do Ensino Básico – 1.º e 2.º anosPublication . Mestre, Célia; Martins, Critina; Torrais, Cândida; Guerra, Isabel; Canavarro, Ana Paula; Santos, Elvira; Jacinto, Hélia; Almiro, João; Santos, Leonor; Brunheira, Lina; Branco, Neusa; Ferreira, Rosa Tomás; Espadeiro, Rui GonçaloA Brochura Capacidades matemáticas transversais no 1.º Ciclo do Ensino Básico – 1.º e 2.º anos faz parte de um conjunto de brochuras publicadas pela Direção Geral de Educação (DGE), no quadro do desenvolvimento das medidas de apoio à operacionalização das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Canavarro et al., 2021). Inicialmente concebidas pelo Grupo de Trabalho em Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática (GTDCPM), deram origem a cinco publicações distintas que se constituem como recursos vocacionados para apoiar a generalização das novas orientações curriculares de Matemática nos diferentes ciclos do Ensino Básico.
- Capacidades matemáticas transversais no 1.º Ciclo do Ensino Básico - 3.º e 4.º anosPublication . Branco, Neusa; Guerreiro, Helena Gil; Brunheira, Lina; Canavarro, Ana Paula; Vicente, Manuela; Brito, Susana; Mestre, Célia; Santos, Elvira; Jacinto, Hélia; Almiro, João; Santos, Leonor; Ferreira, Rosa Tomás; Espadeiro, Rui Gonçalo; Guerreiro, Helena GilA Brochura Capacidades matemáticas transversais no 1.º Ciclo do Ensino Básico - 3.º e 4.º anos
- Capacidades matemáticas transversais no 2.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Brunheira, Lina; Santos, Elvira; Martins, Irene; Serra, Susana; Canavarro, Ana Paula; Mestre, Célia; Martins, Cristina; Jacinto, Hélia; Almiro, João; Santos, Leonor; Branco, Neusa; Ferreira, Rosa Tomás; Espadeiro, Rui Gonçalo; GuerreiroA Brochura Capacidades matemáticas transversais no 2.º Ciclo do Ensino Básico faz parte de um conjunto de brochuras publicadas pela Direção Geral de Educação (DGE) no quadro do desenvolvimento das medidas de apoio à operacionalização das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Canavarro et al., 2021). Inicialmente concebidas pelo Grupo de Trabalho em Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática (GTDCPM), deram origem a cinco publicações distintas que se constituem como recursos vocacionados para apoiar a generalização das novas orientações curriculares de Matemática nos diferentes ciclos do Ensino Básico.
- Capacidades matemáticas transversais no 3.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Santos, Leonor; Raposo, Sandra; Cardoso, António; Correia, Paulo; Espadeiro, Rui Gonçalo; Canavarro, Ana Paula; Mestre, Célia; Santos, Elvira; Jacinto, Hélia; Almiro, João; Brunheira, Lina; Branco, Neusa; Ferreira, Rosa TomásA Brochura Capacidades matemáticas transversais no 3.º Ciclo do Ensino Básico Esta publicação faz parte de um conjunto de brochuras publicadas pela Direção Geral de Educação (DGE) no quadro do desenvolvimento das medidas de apoio à operacionalização das novas Aprendizagens Essenciais de Matemática para o Ensino Básico (Canavarro et al., 2021). Inicialmente concebidas pelo Grupo de Trabalho em Desenvolvimento Curricular e Profissional em Matemática (GTDCPM) , deram origem a cinco publicações distintas que se constituem como recursos vocacionados para apoiar a generalização das novas orientações curriculares de Matemática nos diferentes ciclos do Ensino Básico,
- Das tecnologias e do jogo à aprendizagem do léxico – relato de uma experiência em contexto do português língua não maternaPublication . Teixeira, Madalena; Santos, LeonorNeste artigo reflete-se sobre o trabalho desenvolvido na Unidade Curricular de Português Língua Não Materna (PLNM), numa Instituição de Ensino Superior de Portugal, na qual as estudantes foram desafiadas a conceber materiais didáticos promotores da aprendizagem do léxico, recorrendo a tecnologias da informação e comunicação e a jogos. Estes materiais foram, posteriormente, por elas utilizados em aula de PLNM com crianças entre os 6 e os 8 anos, numa Instituição parceira, tendo-se concluído que o seu uso favoreceu o envolvimento ativo e a motivação para a aprendizagem, bem como a melhoria do desempenho dos alunos em termos do conhecimento lexical. Argumenta-se, por isso, a favor da utilização das tecnologias e dos jogos em contexto escolar e, em particular, de ensino-aprendizagem do PLNM, e da necessidade de se desmistificarem ideias pré-concebidas que persistem relativamente aos “perigos” da entrada das tecnologias nas salas de aula. Defende-se, ainda, a pertinência de a formação inicial de educadores e professores dotar os estudantes de competências não só para manusearem, mas também para produzirem, recursos didáticos de base tecnológica e lúdica, tornando-os pedagogicamente autónomos e capazes de melhor adequarem as suas práticas às características e necessidades dos seus alunos. Mas alerta-se, igualmente, para a necessidade de os futuros professores compreenderem que o recurso às tecnologias não pode ser visto como um fi m em si próprio, ao serviço de uma suposta re/inovação das metodologias de ensino; antes, deve revestir-se de intencionalidade pedagógica que torne a aprendizagem mais atrativa, fácil e consistente.
- Ensinar e Aprender Português num mundo pluralPublication . Teixeira, Madalena; Santos, Leonor; Silva, Inês; Mesquita, Elisete
- Ensinar e aprender português num mundo pluralPublication . Teixeira, Madalena; Santos, Leonor; Silva, Inês; Mesquita, EliseteNum tempo em que o mundo cada vez mais se confronta com a Diversidade e a Pluralidade que marcam as relações (inter)pessoais e (inter) nacionais, equacionar o ensino e a aprendizagem do Português, nas suas diferentes variedades e na variedade de relações e estatutos que assume nos curricula, afigura-se profundamente pertinente. Um pouco por todo o mundo, vêm ocorrendo diversas iniciativas científicas que perspetivam o Pluri/Multilinguismo na sua relação com a aprendizagem de línguas, sejam maternas sejam estrangeiras, em diferentes níveis de ensino e em contextos formais e não formais. Atentas ao desenvolvimento dos trabalhos neste domínio científico, a Escola Superior de Educação de Santarém propôs-se levar a cabo o III Encontro Internacional do Português, associando-se ao III Simpósio Internacional de Ensino da Língua Portuguesa, da Universidade Federal da Uberlândia. Estes eventos pretendem constituir-se como um espaço de partilha e reflexão entre investigadores, formadores, professores e outros indivíduos que desenvolvam trabalho em torno dos tópicos que constituem os eixos temáticos.
- Formar para o ensino do portugués em São Tomé e Príncipe: DesafiosPublication . Santos, Leonor; Teixeira, Madalena; Campos, NelsonEm São Tomé e Príncipe, está a ser desenvolvido o Projeto Reforço Institucional e Qualitativo do Ensino Básico, apoiado pela Fundação C. Gulbenkian e desenvolvido em parceria com uma equipa de consultores da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém. Este Projeto, entre outras finalidades, visa promover uma maior qualidade das práticas educativas, apoiando a formação dos docentes que trabalham neste nível de ensino. É neste contexto que se está a proceder à construção de documentos de apoio à formação de professores para o ensino da língua portuguesa da 1ª à 6ª classes. Uma das questões que desde logo se colocou às equipas envolvidas no projeto, partindo das observações feitas no terreno e das informações fornecidas pelos professores santomenses, prende-se com a influência, nas competências comunicativas das crianças e, consequentemente, na aprendizagem escolar do português, dos vários crioulos existentes no país, crioulos esses que as crianças falam, com maior ou menor fluência, no contexto extra- escolar. Não existindo ainda descrições linguísticas dos crioulos, que mesmo do ponto de vista da escrita estão ainda pouco consolidados (só recentemente foi aprovado no parlamento do país o alfabeto unificado para os crioulos), o estudo das suas influências nos desempenhos em língua portuguesa é, também, praticamente inexistente. Assim, no contexto deste projeto, pretendemos começar a equacionar esta questão, reconhecendo a sua importância para a aprendizagem da língua portuguesa pelas crianças e tornando-a presente e objeto de reflexão para os docentes. É nosso objetivo, nesta comunicação, dar conta do modo como estamos a abordar esta temática e dos desafios que importa colocar aos professores, no sentido de melhor os consciencializar para esta problemática e de lhes fornecer algumas estratégias para reforçarem o sucesso na aprendizagem da língua portuguesa pelos seus alunos.
- Línguas de/em São Tomé: representações do português e dos crioulos por alunos e professores do ensino básico e secundárioPublication . Santos, Leonor; Teixeira, MadalenaO estudo que se apresenta resulta da observação de um contexto escolar linguístico, em São Tomé e Príncipe, que se reveste de matizes complexas, uma vez que neste país existem situações que poderão ser designadas de diglossia (vários crioulos) e uma língua oficial (o português). Importa, ainda, sublinhar que a situação linguística do país é o culminar de séculos de História que, como ocorre em qualquer outro local, acarreta fatores externos à língua que, por sua vez, a influenciam de forma e modo marcantes. Por este motivo, desde os primeiros contactos que estabelecemos com o contexto e, em particular, com diferentes atores educativos foi-nos possível perceber a existência de uma relativa tensão entre dois discursos contrastantes: por um lado, um discurso oficial que afirma sem hesitação que a língua materna dos são- tomenses é o português (de Portugal) e que, por isso, nas escolas, não há qualquer problema linguístico-comunicativo que justifique, por exemplo, abordagens de ensino do português como língua não materna; por outro lado, um discurso oficioso que, não deixando de reconhecer que, no geral, todos os cidadãos, mesmo crianças, apresentam algum domínio do português, este, sobretudo em determinados contextos, é muito baixo e surge eivado de influências dos crioulos falados em família e nas comunidades, as quais causam dificuldades no momento de trabalhar com a variante utilizada na escola. O português continua, assim, a ter um funcionamento de língua hegemónica por ser a única língua de administração, de ensino, da comunicação social, da socialização, particularmente nas zonas urbanas – com todos os problemas que se levantam numa sociedade marcada por uma forte e insidiosa diglossia (Mata, 2009, p.7).
- As metas de aprendizagem e os novos programas de português: uma proposta de leitura do Pré-Escolar ao 3º CEB.Publication . Teixeira, Madalena; Santos, LeonorEste texto tem como objetivo contribuir para a reflexão em torno dos desafios didáticos e pedagógicos que se colocam ao professor de língua portuguesa (LP), partindo de uma leitura de dois documentos de orientação curricular que atualmente regulam a sua ação, mas sem deixar de procurar realçar um núcleo fundamental de ideias que nos parecem válidas e independentes das formulações concretas que tais documentos possam assumir.
