Mestrados da ESES
URI permanente desta comunidade:
Navegar
Percorrer Mestrados da ESES por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Sociais::Ciências da Educação"
A mostrar 1 - 10 de 68
Resultados por página
Opções de ordenação
- A compreensão leitora nos primeiros anos: modos de promoção da evolução das criançasPublication . Alendouro, Natacha Ferreira; Cardoso, InêsA realização deste relatório surgiu no âmbito da Unidade Curricular (UC) de In-vestigação na Prática de Ensino Supervisionada II, no Mestrado em Educação Pré-Es-colar (EPE) e Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB). O relatório estrutura-se em duas partes. Na Parte I é apresentada uma análise e reflexão sobre as aprendizagens adquiridas nos contextos de estágio: Creche, Jardim de Infância (JI) e 1.º CEB. São apresentadas as caracterizações das instituições, dos ambientes educativos, dos grupos/turmas, os projetos de intervenção e atividades implementadas. A Parte II do relatório centra-se na componente investigativa, que teve como base o tema “A compreensão leitora nos primeiros anos: modos de promoção da evolução das crianças” e baseou-se na metodologia de investigação-ação. Os participantes foram crianças de um grupo de EPE e de duas turmas do 1.º CEB (1.º e 3.º anos). Foram utilizados instrumentos de recolha de dados de natureza essencialmente qualitativa, nomeadamente notas de campo, grelhas de observação/avaliação, fichas de leitura e registos fotográficos, que possibilitaram acompanhar a evolução das crianças nos diferentes processos de compreensão leitora: (i) pré-leitura, (ii) microprocessos, (iii) processos de integração, (iv) macroprocessos, (v) processos de elaboração e (vi) processos metacognitivos. Os resultados evidenciaram progressos na compreensão e no envolvimento das crianças nas atividades de leitura, demonstrando que ajustar as estratégias, sempre que necessário, é fundamental para promover o desenvolvimento da competência leitora desde os primeiros anos.
- A importância da organização do ambiente educativo na aprendizagem das criançasPublication . Martins, Carolina de Sousa; Branco, NeusaO presente relatório de estágio é constituído por duas partes, a parte I que reporta a todos os contextos de estágio, creche, jardim de infância e 1.º CEB, e a parte II relativa à componente investigativa. Esta visa identificar a importância da organização do ambiente educativo na aprendizagem das crianças, partindo de um estudo piloto em contexto de educação pré-escolar e desenvolvendo-se no 1.º Ciclo do Ensino Básico, em turmas de 2.º e 4.º ano. Tem como objetivos: (i) compreender a organização do ambiente educativo no 1.º Ciclo; (ii) verificar a importância atribuída pelos professores ao espaço educativo; e (iii) analisar o envolvimento das crianças na organização do ambiente e o seu impacto na aprendizagem. Com uma abordagem qualitativa, foram recolhidos dados através de entrevistas, notas de campo e registos fotográficos. Os resultados revelam que um ambiente educativo organizado de forma intencional favorece a autonomia, o envolvimento e o bem-estar das crianças, potenciando aprendizagens significativas e um maior sentido de pertença ao espaço escolar.
- A música na promoção do bem-estar emocional da criança em idade pré-escolarPublication . Bezerra, Maria Ana Tarrio Agreiro; Luís, Helena; Togtema, MargaridaA perceção de que a música pode contribuir para o aumento da sensação de bemestar, através da produção de neuro hormonas (Areias, 2016, p.147), constituiu o ponto de partida para o desenvolvimento de um trabalho pedagógico que valoriza a música como facilitadora do processo de aprendizagem e da expressão emocional das crianças. O presente estudo foi desenvolvido no âmbito das Práticas de Ensino Supervisionadas em creche e jardim de infância e tem como objetivo analisar de que forma a participação em atividades musicais pode influenciar o bem-estar emocional de crianças em idade pré-escolar. Trata-se de um estudo de natureza qualitativa, baseado na observação de três crianças entre os 3 e os 5 anos durante a participação em diferentes atividades musicais. A recolha de dados foi realizada através de registos audiovisuais e notas de campo. Os resultados sugerem que as atividades musicais associadas ao movimento expressivo e à exploração sonora favoreceram níveis mais elevados de envolvimento, expressividade e interação entre as crianças.
- A autoavaliação como estratégia para a melhoria da qualidade do serviço prestado - Estudo de caso num agrupamento de escolasPublication . Leitão, Maria Micaela Calado Pereira Borges; Silva, PerpétuaA publicação da Lei n.º 31/2002, de 20 de dezembro, estabeleceu as orientações gerais para a avaliação de escolas, instituindo a obrigatoriedade da autoavaliação e definindo os moldes da avaliação externa. Na literatura da especialidade, é consensual que o objetivo último deste processo deve ser a melhoria organizacional. Para que tal se concretize, a autoavaliação deve assentar em critérios claros que apoiem a tomada de decisão e promovam a apropriação do modelo pelos diversos intervenientes. Só através de um processo abrangente, transparente e participado é que os Agrupamentos conseguem, efetivamente, transformar as suas práticas em prol da qualidade educativa. O presente trabalho de projeto, intitulado "A Autoavaliação como estratégia para a melhoria da qualidade do serviço prestado: Estudo de caso num Agrupamento de Escolas", nasce da necessidade de compreender como a autoavaliação se pode constituir como um pilar de melhoria contínua. O estudo tem como objetivo central aprofundar o conhecimento neste domínio, analisando o processo de autoavaliação num Agrupamento específico para identificar as suas motivações e fragilidades. Em termos metodológicos, optou-se por um estudo de caso de natureza mista (quantitativa e qualitativa). A recolha de dados envolveu a aplicação de inquéritos por questionário ao corpo docente e a realização de entrevistas semiestruturadas a elementoschave da comunidade educativa, designadamente à Diretora, ao Presidente do Conselho Geral e a membros da Equipa de autoavaliação, incluindo o seu Coordenador. Os resultados revelam que a autoavaliação é percecionada como um processo de valor intrínseco e não meramente como o cumprimento de uma imposição legal. Contudo, identificaram-se fragilidades críticas, como a escassez de recursos e, sobretudo, uma interrupção no ciclo avaliativo devido à ausência de um Plano de Melhoria formal e monitorizado que operacionalize as recomendações apuradas. Conclui-se que, apesar dos impactos positivos nas práticas pedagógicas, a participação de alunos, pessoal não docente e encarregados de educação permanece limitada. O trabalho culmina com uma proposta de intervenção que visa tornar a autoavaliação um processo genuinamente cíclico e participativo, focado na consolidação de uma cultura de melhoria contínua partilhada por toda a comunidade.
- Brincar e aprender como uma mesma coisa: duas experiências com o espaço exterior em JIPublication . Gonçalves, Sofia Sousa; Barboza, JulianaEste relatório final insere-se no âmbito da Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar, na Escola Superior de Educação de Santarém, sendo desenvolvido na sequência da prática realizada nos contextos de creche e de jardim de infância. O relatório contempla duas partes. A primeira tem como finalidade a análise e reflexão das aprendizagens proporcionadas pelas práticas pedagógicas desenvolvidas nos dois contextos. A segunda parte corresponde à componente investigativa, cujo objetivo foi compreender de que forma o brincar no espaço exterior pode ser entendido como uma prática educativa e não apenas lúdica, explorando as aprendizagens que dele surgem. Para tal, foi realizado um estudo de natureza qualitativa e interpretativa que envolveu crianças de dois grupos de pré-escolar. Os dados foram recolhidos através de observação direta, registos escritos e registos fotográficos. Os resultados evidenciaram que o espaço exterior constitui um ambiente rico em estímulos cognitivos, motores, emocionais e sociais, permitindo às crianças explorar, experimentar e interagir de forma livre e autónoma. Embora este espaço possa ser intencionalmente preparado pelo educador, é no brincar não estruturado e livre que surgem aprendizagens significativas. O papel do adulto passa por garantir que este seja um espaço seguro, estimulante e aberto às descobertas, sem limitar as crianças nas suas ações. A diversidade de estímulos proporcionada pelo exterior favorece o desenvolvimento da criatividade, curiosidade e a resolução de conflitos, promovendo uma relação mais próxima, consistente e sustentável com o meio ambiente
- Brincar e aprender no exterior: o papel do espaço exterior no pré-escolar e no 1.ºciclo do ensino básicoPublication . Gaspar, Beatriz Isabel Barros; Colaço, SusanaO atual relatório insere-se no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, presente na Escola Superior de Educação de Santarém, e encontra-se dividida em três partes. Na primeira parte, são descritas e analisadas as experiências desenvolvidas durante os estágios realizados em creche, jardim de infância e 1.º Ciclo do Ensino Básico (1.º e 3.º anos de escolaridade), que integra uma caracterização dos contextos educativos e projetos implementados, destacando aprendizagens, desafios e práticas pedagógicas observadas. A segunda parte apresenta o estudo de investigação, que surgiu de uma dificuldade identificada ao longo dos estágios e da necessidade de refletir sobre a forma como os espaços exteriores, frequentemente subvalorizados ou utilizados de modo limitado, podem constituir-se como contextos educativos significativos e promotores de aprendizagens. Como conclusão, é apresentada uma reflexão final sobre o processo investigativo, o percurso formativo desenvolvido nos estágios e o contributo destas experiências para a construção da identidade profissional docente. A investigação seguiu uma metodologia de natureza qualitativa, tendo os dados sido recolhidos através de uma entrevista a duas educadoras e a uma professora do 1.º Ciclo do Ensino Básico, de um questionário aplicado a sete estudantes do Mestrado em Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico, de uma conversa informal com alunos do 1.º ano de escolaridade e de duas grelhas de observação. Através destes instrumentos, procurou-se compreender as perceções e opiniões dos participantes relativamente ao papel educativo do espaço exterior. Os resultados mostram que o bem-estar e o envolvimento das crianças são mais evidentes no espaço exterior. Apesar de os adultos já reconhecerem o potencial educativo destes espaços, ainda não integram com regularidade nas suas práticas este contexto de brincadeira e aprendizagem.
- Brincar em Educação de InfânciaPublication . Dinis, Telma Isabel Batista; Catela, David; Togtema, MargaridaEmbora o brincar seja reconhecido como uma atividade essencial para o desenvolvimento integral das crianças, atualmente muitas instituições de educação pré-escolar tendem a valorizar atividades predominantemente didáticas, baseadas em materiais e objetos estruturados ou pré-estruturados, isto é, com uma funcionalidade predefinida. Pensamos que no contexto educativo do pré-escolar, deve dar-se a oportunidade à criança para explorar, livremente ou orientado, objetos cuja funcionalidade não é óbvia, apelando a capacidade de ações e interações divergentes, isto é, que possam evoluir em vários sentidos, e não unicamente convergentes, isso é, num único sentido. Para elaborar esta reflexão, durante os sucessivos estágios, explorámos várias atividades semiestruturadas ou estruturadas, isto é, parcial ou totalmente pré-definidas e orientadas por nós, cuja contextualização, descrição e reflexão apresentamos na primeira secção deste relatório. Essa experiência levou-nos a questionar sobre as potencialidades que a exploração, em atividades não estruturadas, de objetos funcionais e não funcionais pode oferecer às crianças. Tal resultou no nosso estudo, cujo objetivo essencial foi analisar o efeito de atividades não estruturadas no brincar, com recurso a materiais soltos e materiais afuncionais, numa sala do pré-escolar, com crianças dos cinco anos de idade. Trata-se de um estudo descritivo associativo, não experimental, sem grupo de controlo, com nível de cegueira único (experimentadora sabia de objetivo do estudo, mas amostra não), com um momento de recolha de dados; através de registo e análise de individual e interativa de comportamentos, para a totalidade da sessão, registada em vídeo, com sistema de classificação baseado em categorias definidas por autores reconhecidos. Os resultados revelam o previsível para esta idade no brincar individual, onde foi predominante o brincar funcional, ou seja, aquele em que a criança atribui ao objeto uma funcionalidade. No entanto, brincar exploratório de objetos, isto é, aquele em que a criança procura propriedade do objeto; com frequência menos esperada nesta idade, também esteve bastante presente, provavelmente atribuível à presença de objetos afuncionais, que carecem de exploração prévia das suas propriedades, para depois lhe atribuírem uso funcional. Também como previsível nesta idade, o tipo de brincar social mais frequente foi o social simples, isto é, aquele em que a criança se envolve numa atividade igual ou similar e fala, sorri, partilha objetos. Principalmente, observámos uma enorme diversidade de situações em que as crianças evoluíram de comportamentos de brincar mais essenciais para outros mais complexos, tanto no brincar individual como no social; como desvendámos diversos episódios em que naturalmente as crianças exploraram competências que vão ao encontro de objetivos de vários domínios constantes nas OCEPE (2016). Decorre daqui que consideramos que o brincar livre, em contexto de atividade não estruturada, com objetos soltos, pode propiciar às crianças de 5 anos o desenvolvimento de competências individuais e sociais, de modo autorregulado; bem como, criar situações que poderão ser exploradas em contexto de atividade estruturada, para prossecução de objetivos didáticos e pedagógicos.
- Conceções das crianças do jardim de infância sobre seres vivos: práticas pedagógicas e sustentabilidadePublication . Alves, Andreia Sofia Silva; Linhares, ElisabeteO presente relatório insere-se na Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar, na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém. O trabalho é dividido em duas partes: a primeira aborda os estágios realizados em creche e jardim de infância, refletindo criticamente sobre as aprendizagens e práticas pedagógicas. A segunda parte foca o percurso investigativo, analisando as conceções das crianças sobre os seres vivos e a sua conexão com os valores de sustentabilidade. A abordagem qualitativa do estudo, baseou-se na observação participante, entrevista semiestruturada, análise documental, registo fotográfico e notas de campo. Os resultados indicam que a maioria das crianças têm conceções adequadas acerca dos seres vivos, e que ao longo do tempo, foram desenvolvendo valores de sustentabilidade. As entrevistas revelaram que os familiares transmitem medos que afetam a preservação ambiental e que os espaços escolares restringem a exploração dos habitats, limitando as experiências educativas das crianças.
- As conceções das crianças sobre os alimentos e as consequências para o corpo dos alimentos que ingeremPublication . Lourenço, Lara Gomes; Cavadas, BentoO presente relatório foi elaborado no âmbito da unidade curricular de Investigação na Prática de Ensino Supervisionada, integrada no Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.ºCiclo do Ensino Básico (CEB). Estruturado em duas partes principais, o relatório aborda, na primeira secção, uma análise reflexiva sobre a prática de ensino desenvolvida em três contextos de estágio diferentes: Creche, Jardim de Infância e 1.º CEB. Nesta parte, são apresentadas breves caracterizações das instituições, das turmas envolvidas e da prática pedagógica realizada em cada uma delas. A segunda parte do relatório foca-se na componente investigativa, desenvolvida com alunos do Jardim de Infância e do 1.º CEB, sob o título: “As conceções das crianças sobre os alimentos e as consequências para o corpo dos alimentos que ingerem”. Esta seção contempla o enquadramento teórico, a metodologia aplicada, a caracterização dos participantes, os instrumentos e técnicas de recolha de dados, bem como a apresentação e discussão dos resultados obtidos. As conclusões do estudo revelam que as crianças do Jardim de Infância têm maior facilidade em identificar os alimentos que consomem quando estes apresentam características menos processadas, enquanto os alunos do 1.º CEB demonstram uma compreensão sobre os efeitos dos alimentos no funcionamento do corpo. Por fim é apresentada uma reflexão final sobre todo o percurso académico.
- Conceções dos alunos dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico sobre o lobo-ibéricoPublication . Lopes, Joana Margarida Lobato; Cavadas, Bento; Rodrigues, PatriciaO relatório de estágio em apreço divide-se em duas partes. A primeira parte apresenta o percurso da Prática de Ensino Supervisionada nos 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico, explorando as abordagens, as atividades e as experiências vivenciadas durante os períodos de estágio. A segunda parte apresenta um trabalho de investigação sobre as conceções dos alunos do 1.º e do 2.º Ciclo do Ensino Básico sobre o lobo-ibérico, que visou compreender as perceções e os conhecimentos dos alunos desses níveis de ensino sobre o lobo-ibérico, uma espécie de grande relevância ecológica e cultural em Portugal, antes e após uma intervenção educativa. A recolha de dados concretizou-se com a aplicação de questionários administrado em dois momentos (um antes da intervenção e outro após a intervenção) para melhor avaliar as conceções dos alunos sobre o tema em estudo. Além desse instrumento de recolha de dados, foram, ainda, analisados textos produzidos pelos alunos sobre o lobo-ibérico, permitindo, por conseguinte, uma análise mais profunda e abrangente dos dados. Os dados recolhidos foram analisados tanto de forma qualitativa quanto quantitativa. A análise qualitativa centrou-se na apreciação conteudística dos textos produzidos pelos alunos e nas respostas abertas dos questionários. A análise quantitativa focou-se nas respostas fechadas dos questionários, permitindo medir as alterações nos conhecimentos e nas atitudes dos alunos relativamente ao lobo-ibérico. Foi possível concluir, através da investigação concretizada, que os alunos desenvolveram o seu conhecimento científico acerca do lobo-ibérico como consequência da intervenção educativa e da produção de textos de escrita criativa.
