Mestrados da ESES
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Percorrer Mestrados da ESES por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Naturais::Matemáticas"
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- Os contributos da literatura infantil para a aprendizagem da matemática: um trabalho sobre organização e tratamento de dadosPublication . Piedade, Mariana Gomes da; Branco, NeusaEste relatório de estágio insere-se na Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1.º CEB, realizado na Escola Superior de Educação de Santarém. O relatório contempla em duas partes principais. A primeira retrata uma reflexão sobre as práticas pedagógicas vivenciadas e as aprendizagens obtidas. O estágio foi desenvolvido em contexto de creche, jardim de infância e 1.º CEB em duas turmas, 1.º ano e 4.º ano. A segunda parte contempla a componente de investigação que visa o contributo da literatura infantil para o desenvolvimento de competências matemáticas, com ênfase na organização e análise de dados. A pesquisa foi realizada com crianças em jardim de infância, com idades entre os 3 aos 5 anos, e do 1.º ano de escolaridade, sublinhando o papel da literatura infantil enquanto recurso pedagógico eficaz na construção de conceitos matemáticos desde os primeiros anos de experiência educativa. O estudo evidência como a articulação da literatura e da matemática pode promover aprendizagens significativas.
- Desafios inovadores mensais (DIM) M@tMágicos DigitaisPublication . Coutinho, Maria Nazaré Machacaz Melgada; Oliveira, Nuno RicardoEste estudo teve como objetivo principal promover a literacia matemática e o desenvolvimento de competências digitais em alunos do 9.º ano de escolaridade de uma escola Básica e Secundária, através da apresentação de situações reais de aplicação prática. Para tal, recorreu-se à utilização da plataforma MILAGE Aprender+ 2.0 em Desafios Inovadores Mensais de Matemática, implementados num agrupamento de escolas em Portugal. A investigação adotou o formato de estudo de caso, realizada ao longo do ano letivo de 2023/2024. A recolha de dados foi efetuada através de um inquérito por questionário, administrado via Google Forms a alunos de duas turmas sob a responsabilidade da investigadora. Os dados foram recolhidos em dois momentos – pré e pós-implementação dos desafios – e analisados estatisticamente. Os resultados evidenciam que a utilização dos desafios inovadores contribui significativamente para o aumento da interação interpessoal, da participação ativa dos alunos e do interesse na procura por novos conhecimentos. Os desafios desenvolvidos abordam conteúdos matemáticos integrados com o uso sistemático de tecnologia em sala de aula, apresentando-se de forma diversificada e alinhados com os objetivos das Aprendizagens Essenciais. Estes desafios são, ainda, ajustados e reformulados de forma contínua, de modo a garantir a sua pertinência e eficácia pedagógica. Este estudo sublinha a relevância de práticas pedagógicas inovadoras que promovem uma aprendizagem ativa e contextualizada, potenciando o desenvolvimento integral dos estudantes através da utilização da tecnologia.
- O desenvolvimento do pensamento geométrico de acordo com a teoria de Van HielePublication . Fernandes, Mariana Abreu; Mestrinho, NelsonEste relatório foi elaborado no âmbito do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais do 2.º Ciclo do Ensino Básico, realizado na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém. O presente relatório está organizado em duas partes. A primeira refere-se à apresentação e reflexão acerca das Práticas de Ensino Supervisionadas em 1.º e 2.º ciclos. A segunda parte contempla a componente investigativa, que se centra no desenvolvimento do pensamento geométrico segundo a teoria de van Hiele. Neste estudo, que seguiu um paradigma interpretativo, decorreu em contexto de estágio e teve como participante alunos do 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Báscio e 6.º ano do 2.º Ciclo do Ensino Básico. Os dados foram obtidos através da observação participante e análise documental. Os resultados mostraram que os alunos do 4.º e 6.º ano apresentam, nas suas produções, elementos explícitos e implícitos do nível 1 e explícitos de nível 2 do pensamento de van Hiele. Além disso, a generalidade dos alunos mostraram evidências de se encontrarem numa fase de desenvolvimento entre os níveis 1 e 2. Os resultados revelam ainda a importância dos professores terem em conta o nível de van Hiele em que os alunos se encontram para poder adequar o vocabulário e organizar as suas aulas.
- O pensamento dos alunos sobre sequências de crescimento do 1.º ao 2.º CicloPublication . Oliveira, Camila Filipa Vieira de; Branco, NeusaO presente relatório de estágio resulta do trabalho desenvolvido na Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB. O relatório apresenta duas partes principais a que se segue uma reflexão global do percurso realizado. A primeira é relativa às práticas de ensino desenvolvida em quatro estágios, no qual se inclui as caracterizações da instituição, da turma e da prática de ensino. A segunda relativa à componente investigativa desenvolvida em duas turmas com o tema “O pensamento dos alunos sobre sequências de crescimento do 1.º ao 2.º ciclo”. A pesquisa visa compreender o desenvolvimento de estratégias de generalização por alunos do 1.º e do 2.º ciclos, em sequências pictóricas de crescimento. Os participantes do estudo foram duas turmas, uma de 4.º ano do 1.º CEB, com 24 alunos, e outra do 6.º ano do 2.º CEB, com 12 alunos, selecionados por conveniência por coincidirem com turmas onde os estágios decorreram. A recolha de dados foi documental das produções escritas dos alunos a tarefas matemáticas que integraram um pré-questionário, fichas de trabalho realizadas durante a intervenção com uma abordagem exploratória em sala de aula e de um pós- questionário. As tarefas foram aplicadas individualmente, a pares e em pequenos grupos, e permitiram observar a evolução do pensamento algébrico dos alunos. Os resultados evidenciaram que os alunos de ambos os ciclo utilizam variadas estratégias, sendo que no 1.º ciclo se destaca o uso de estratégias recursivas e covariação na exploração de sequências crescentes, com números naturais. No 2.º ciclo, na exploração de sequências crescentes com números naturais, os alunos recorreram maioritariamente a estratégias recursivas, inclusive na exploração de sequências decrescentes, com números racionais, sendo que alguns demonstraram já serem capazes de expressar as generalizações por meio de expressões algébricas. No trabalho com sequências decrescentes, com número racionais, a maioria dos alunos recorre também à estratégia recursiva.
- Um projeto de educação STEM outdoor para a promoção das aprendizagens e do envolvimento dos alunos no 2.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Ferreira, Rita Gabriela Sá Caetano; Correia, Marisaeducação STEM é um movimento que se baseia no ensino da matemática, ciências, tecnologia e engenharia, recorrendo a uma abordagem interdisciplinar. A educação STEM outdoor resulta da interseção entre a abordagem interdisciplinar da educação STEM e as metodologias da aprendizagem ao ar livre. O presente relatório foi desenvolvido no âmbito da Unidade Curricular de Investigação na Prática de Ensino Supervisionada, integrada no Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º Ciclo do Ensino Básico, da Escola Superior de Educação de Santarém. O documento encontra-se organizado em duas partes. A primeira incide sobre a descrição e reflexão das Práticas de Ensino Supervisionadas desenvolvidas em diferentes contextos educativos. A segunda parte integra um estudo no âmbito do Ensino das Ciências e da Matemática no 2.º Ciclo do Ensino Básico sobre a abordagem STEM outdoor para promoção da aprendizagem e do envolvimento dos alunos. O estudo seguiu uma abordagem qualitativa, configurando-se como um estudo de caso, desenvolvido com duas turmas do 6.º ano de escolaridade. A intervenção pedagógica baseouse na implementação de atividades STEM, outdoor e STEM outdoor. A recolha de dados foi realizada através da observação participante, grelhas de observação, registos fotográficos, análise documental e entrevistas de grupo focado. Os resultados evidenciam um aumento do envolvimento durante as atividades propostas, bem como perceções positivas relativamente à aprendizagem em ambiente outdoor e à integração curricular. Conclui-se que a abordagem STEM em contexto outdoor constitui uma estratégia pedagógica relevante no 2.º Ciclo do Ensino Básico, contribuindo para a promoção de aprendizagens mais integradas e significativas.
