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- Estratégias implementadas pelo Educador/a para desenvolver literacia artísticaPublication . Monteiro, Beatriz de Oliveira Pirralha; Brito, ClaraO presente estudo, intitulado de“Estratégias Adotadas pelo Educador/a para Implementar a Literacia Artística”, surge do meu interesse pelo universo artístico e da observação, durante os estágios da licenciatura e da escassa integração das artes nos planos anuais de atividades dos educadores. Essa realidade suscitou uma reflexão sobre a subvalorização da literacia artística no contexto educativo, apesar de seu papel fundamental no desenvolvimento infantil, ao proporcionar às crianças uma forma essencial de expressão, experimentação e descoberta do mundo ao seu redor.. Diante desse cenário, esta investigação tem como objetivo explorar as estratégias que os educadores utilizam para implementar a literacia artística no contexto pré-escolar. Para isso, orientase pelas seguintes questões: qual é o impacto e quais são os benefícios do contacto com a arte, tanto dentro quanto fora do ambiente escolar? De que maneira o educador pode articular visitas de estudo com o trabalho desenvolvido em sala? Como as instituições de ensino podem promover a integração da literacia artística nos planos de aprendizagem, estimulando as crianças de forma envolvente e significativa? Ao abordar essas questões, o estudo pretende contribuir para a valorização das artes na educação infantil, ressaltando o papel essencial do educador na promoção da literacia artística. A pesquisa procura evidenciar como a arte pode enriquecer o percurso educativo das crianças, proporcionando-lhes experiências sensoriais, estéticas e reflexivas que favorecem o desenvolvimento da criatividade, da sensibilidade e do pensamento crítico. Assim, espera-se que os resultados desta investigação não ampliem apenas a compreensão sobre a importância da literacia artística, mas também inspirem a práticas pedagógicas que integrem as artes de maneira mais efetiva no quotidiano escolar, beneficiando o desenvolvimento integral das crianças.
- A importância do "Desenho Sugerido", no Jardim de Infância-Amostra parcialPublication . Martins, Cláudia Isabel Silva; Brito, ClaraO presente documento encontra-se organizado em duas partes. A Parte I descreve o percurso realizado no âmbito do Mestrado em Educação Pré-Escolar, destacando as experiências vivenciadas nas Prática de Ensino Supervisionada, em contexto de creche, Jardim de Infância I e II, apresentando os projetos desenvolvidos nestes contextos. Seguidamente na Parte II apresenta-se o exercício investigativo que pretende aprofundar o tema do desenho infantil partindo da seguinte pergunta de investigação: Qual a importância do desenho sugerido para o desenvolvimento das crianças em contexto de Jardim de Infância? Para dar resposta a esta questão foi fundamental começar por entender que o valor do desenho infantil, tem outras dimensões para além da expressão artística. Esta componente artística é também uma ferramenta de aprendizagem e desenvolvimento pessoal, que contribui para a aquisição de competências como criatividade, concentração, habilidades motoras e o gosto pelas artes. Neste âmbito o educador tem um papel essencial, a fim de promover um ambiente estimulante, tendo em conta que as suas atitudes devem ser tomadas em prol do desenvolvimento da expressão das crianças. Este estudo adotou uma abordagem qualitativa, envolvendo a participação de uma educadora cooperante no preenchimento de um questionário on-line, e vinte e três crianças com idades compreendidas entre três e seis anos de idade, com quem realizei as atividades que contemplaram momentos de desenho, e a partir da observação das mesmas, colhi as informações que inscrevi em tabelas realizadas para dar resposta aos objetivos da investigação. Estes objetivos dizem respeito à contribuição do desenho para o desenvolvimento da criança, bem como entender qual a opinião/postura educativa da educadora cooperante sobre o papel da educação artística no Jardim de infância. Os resultados apontam que o desenho infantil é uma atividade rica em potencialidades, permitindo às crianças desenvolverem competências essenciais e expressarem emoções, ideias e perspetivas. Contudo, foi também identificado que a regularidade e a valorização desta atividade em contexto educativo dependem amplamente da postura e da visão do/a educador/a, bem como da disponibilidade de materiais e recursos apropriados. É imperativo que o desenho infantil receba a devida atenção nas práticas pedagógicas, com estratégias que visem integrar essa atividade no quotidiano escolar como um meio de desenvolvimento integral da criança.
- O pensamento dos alunos sobre sequências de crescimento do 1.º ao 2.º CicloPublication . Oliveira, Camila Filipa Vieira de; Branco, NeusaO presente relatório de estágio resulta do trabalho desenvolvido na Prática de Ensino Supervisionada do Mestrado em Ensino do 1.º Ciclo do Ensino Básico (CEB) e de Matemática e Ciências Naturais no 2.º CEB. O relatório apresenta duas partes principais a que se segue uma reflexão global do percurso realizado. A primeira é relativa às práticas de ensino desenvolvida em quatro estágios, no qual se inclui as caracterizações da instituição, da turma e da prática de ensino. A segunda relativa à componente investigativa desenvolvida em duas turmas com o tema “O pensamento dos alunos sobre sequências de crescimento do 1.º ao 2.º ciclo”. A pesquisa visa compreender o desenvolvimento de estratégias de generalização por alunos do 1.º e do 2.º ciclos, em sequências pictóricas de crescimento. Os participantes do estudo foram duas turmas, uma de 4.º ano do 1.º CEB, com 24 alunos, e outra do 6.º ano do 2.º CEB, com 12 alunos, selecionados por conveniência por coincidirem com turmas onde os estágios decorreram. A recolha de dados foi documental das produções escritas dos alunos a tarefas matemáticas que integraram um pré-questionário, fichas de trabalho realizadas durante a intervenção com uma abordagem exploratória em sala de aula e de um pós- questionário. As tarefas foram aplicadas individualmente, a pares e em pequenos grupos, e permitiram observar a evolução do pensamento algébrico dos alunos. Os resultados evidenciaram que os alunos de ambos os ciclo utilizam variadas estratégias, sendo que no 1.º ciclo se destaca o uso de estratégias recursivas e covariação na exploração de sequências crescentes, com números naturais. No 2.º ciclo, na exploração de sequências crescentes com números naturais, os alunos recorreram maioritariamente a estratégias recursivas, inclusive na exploração de sequências decrescentes, com números racionais, sendo que alguns demonstraram já serem capazes de expressar as generalizações por meio de expressões algébricas. No trabalho com sequências decrescentes, com número racionais, a maioria dos alunos recorre também à estratégia recursiva.
