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Percorrer Escola Superior de Desporto por Domínios Científicos e Tecnológicos (FOS) "Ciências Médicas::Ciências da Saúde"
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- Acompanhamento dos escalões de formação de Surf do Ericeira Surf Clube e o estudo do perfil de atividade dos atletas em prova no Allianz Ericeira PROPublication . Silva, Arnaldo Maria Gomes da; Teotónio, Telmo; Valadão, FilipeEste trabalho integra o estágio em Treino Desportivo de Surf no Ericeira Surf Clube e uma investigação sobre o perfil de atividade dos atletas no Allianz Ericeira PRO. O estágio visou a obtenção do grau de Mestre e do título profissional de Treinador Grau II, envolvendo orientação, planeamento e avaliação de sessões práticas (técnica, remada, posicionamento e manobras) e treino físico complementar, com adaptação individual e feedback contínuo. A investigação analisou quantitativamente heats de competição, segmentando eventos como remada, períodos estacionários e deslizes na onda, para caracterizar a distribuição temporal e a frequência das ações. Os resultados mostram predominância de longos períodos de espera e remada de posicionamento, intercalados por episódios curtos e intensos de sprint e deslize. Em conjunto, estágio e estudo fornecem evidência prática e empírica que apoia a planificação de treinos orientados para resistência específica, recuperação e capacidade explosiva, contribuindo para a preparação técnica, física e tática dos atletas.
- Are there optimal strength training methods for soccer players? A narrative review of methodological and practical implications.Publication . Pillitteri, G.; Clemente, F.M.; Moran, J.; Oliveira, Rafael; Silva, R.; Sarmento, H.; Puleo, G.; Bongiovanni, T.; Petrucci, M.; Rodríguez, A.; Battaglia, G.; Bianco, A.Strength training is essential for enhancing performance and preventing injuries in soccer. This narrative review explores the complexities of strength training for soccer players, structured around three key areas: (i) the classification and definition of different strength expressions, (ii) the role of the force–velocity continuum in soccer-specific power development, and (iii) the tailored strength methodologies required across different phases of the season. The aim is to clarify how distinct strength qualities align with the physical and performance demands of soccer. The review synthesizes current evidence on the effects of different strength training strategies on key athletic outcomes, highlighting the relevance of explosive methods during the in-season and the foundational role of traditional strength training during the off-season. By integrating theoretical concepts with applied perspectives, the review proposes a conceptual framework that provides evidence-informed recommendations to support practitioners in designing safe, effective, and context-specific training programs for soccer players across developmental stages and competitive schedules. Future research should focus on improving the methodological quality and consistency of intervention studies, clarifying dose–response relationships, and examining the transfer of specific strength qualities to match-related performance outcomes across different age groups and competition levels
- Comparisons of running and accelerometry based measures between playing positions in touch rugby. A case study of an amateur male teamPublication . Oliveira, Rafael; Nalha, MatildeBackground: The main objective of the present study was to quantify the external load of the games that belong to a national tournament by comparing playing positions. A secondary objective consisted in comparing the match-to-match variations. Methods: Fourteen players (four links, four middles and six wings) were included (age: 39.36 ±5.83 years; body mass index: 26.65 ± 4.13). Participants were monitored during a tournament. ThroughGpexepro2, thefollowingmeasureswerecollectedandrelativized per minute: total distance, forward distance, backward distance, zone 1 (0–1.50 m/s), zone 2 (1.50–3.00 m/s), zone 3 (3.00–4.00 m/s), zone 4 (4.00–5.50 m/s), zone 5 (5.50 7.00 m/s)andzone6(>7.00m/s),thenumberofaccelerationsanddecelerations, impacts and jumps. The absolute values of maximal speed, maximal acceleration speed and maximal deceleration speed were also used for analysis. Results: The main findings showed meaningful higher values of zone 4 (16.18 ± 1.89 vs. 5.56 ± 3.53), zone 5 (2.91 ± 0.81 vs. 0.38 ± 0.38), zone 6 (0.35 ± 0.24 vs. 0.00 ± 0.00), deceleration (0.56 ± 0.21 vs. 0.19 ± 0.12), maximal speed (23.56 ± 1.90 vs. 18.84 ± 1.24) and forward distance (102.20 ± 13.45 vs. 67.42 ± 17.40) for middles than wings (p < 0.05), with large to very large effect sizes. In addition, no differences were found when comparing external load data from all matches. Conclusions: The findings of this study showed a clear tendency of higher values for middles than links and wings which provides a deeper understanding of the positional activity profile of an Amateur Portuguese team allowing practitioners to adjust training with the common external load experienced in a tournament. Moreover, the analysis of match-to-match comparison revealed no differences through the competition day, which means a proper fatigue management.
- Concurrent validity and reliability of global positioning systems for measuring intense running and peak speed performance: a systematic reviewPublication . Hadi Nobari; Alexandre Duarte Martins; João Paulo Brito; Elena Mainer-Pardos; Pablo Valdés-Badilla; Rafael Oliveira; RafaelThe current systematic review aimed to analyse studies on the concurrent validity and reliability of microelectromechanical devices for measuring intense running and peak speed performance. A systematic review was performed according to the Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses guidelines, using EBSCO, PubMed, Scielo, Scopus, SPORTDiscus and Web of Science. Keywords and synonyms were entered in various combinations in the title, abstract, or keywords: (“Global positioning system” OR “Global Navigation Satellite System” OR “GPS”) AND (Validity OR Accuracy OR Reliability OR Precision OR Repeatability OR Reproducibility OR Consistency) AND (“sprint” OR “peak speed” “top seed” OR “maximal speed”). The risk of bias was assessed using the Appraisal tool for Cross-Sectional Studies. From 839 studies, 20 were systematically analysed. It was found that 16 global positioning system (GPS) models were considered valid and 12 were considered reliable for measuring intense running and/or peak speed performance. Intense running performance in GPS with lower sampling rate (e.g. ≤ 5 Hz) acquisition demonstrated reduced validity and reliability in nonlinear movement patterns as well as movement intensity increases. Some limitations of the evidence, including the conditions associated with exercise testing and the benchmark and device used, varied between studies. In addition, the data of the algorithms used by GPS can affect the interpretation of the results. Thus it would be advisable to use higher sampling rates.
- Editorial: Optimizing athletic recovery: the effects of recovery strategies and sleep on sports performancePublication . Silva, Rui; González-Fernández, Francisco Tomás; Oliveira, Rafael; Aquino, RodrigoIn contemporary sport, recovery has emerged as a central component of the training and competitive process. It is no longer regarded simply as the time that follows exercise or competition, but rather as a complex and multidimensional process that supportsphysiological restoration, psychological readiness, adaptation to training, and the preservation of performance over time. As the physical and mental demands placed on athletes continue to increase, the capacity to recover effectively between sessions and competitions has become a matter of considerable importance for coaches, practitioners, and researchers alike. Growing interest in sleep, well-being, and recovery related interventions reflects a broader recognition that successful performance depends not only on the quality of training but also on the quality of restoration that follows it.
- Efeitos de programas de exercício físico na osteopenia e osteoporosePinto, Clemente Armando; Oliveira, Rafael Franco Soares; Brito, João Paulo Morreira deA osteopenia e a osteoporose são caraterizados pela condição de reabsorção óssea com relevância clínica considerável, associadas à diminuição da massa óssea com maior fator de risco a fraturas, principalmente em mulheres após a menopausa e em idade avançada. O exercício físico tem sido indicado como um mecanismo não farmacológico com potencialidade de estimular a formação óssea. Esta dissertação teve como objetivo integrar e analisar a evidência existente sobre o impacto de programas estruturados de exercício físico na saúde óssea de pessoas com osteopenia ou osteoporose. Para tal, foi realizada uma revisão sistemática seguindo as recomendações PRISMA 2020, com recurso aos critérios PICOS para seleção dos estudos e à escala PEDro para análise da sua qualidade. Foram incluídos sete ensaios clínicos randomizados envolvendo adultos com baixa massa óssea, com intervenções de pelo menos oito semanas. Os dados obtidos indicam que o treino de força com progressão de carga e supervisionado tende a produzir maior ganhos na densidade mineral óssea. Programas que combinam força, impacto e equilíbrio mostraram benefícios funcionais relevantes, nomeadamente na redução do risco de queda e fraturas. Já as intervenções de baixa intensidade revelaram pouca influência nos valores densitométricos, mas bons resultados funcionais e qualidade de vida. Conclui-se que o exercício físico estruturado é uma estratégia segura, viável e eficaz para reduzir a perda óssea e melhorar a função musculoesquelética nesta população. No entanto, são necessários estudos com maior rigor metodológico, amostras mais representativas e períodos de seguimento mais longos. Importa ainda sublinhar que a totalidade de estudos incluídos foram desenvolvida na Ásia, Europa, Oceânia e América. O tema permanece praticamente inexplorado em África, particularmente a Guiné Bissau, as especificidades genéticas, alimentares, estilo de vida e clima destas populações justificam investigação própria, que permita adaptar as recomendações e generalizar as conclusões científicas a nível global.
- Efeitos do destreinoPublication . Leitão, Luís; Brito, João; Oliveira, Rafael; Pereira, Ana; Brito, João Paulo; Campos, Francisco; Ângelo, ElisaO envelhecimento da população na grande maioria dos países a nível mundial40 tem conduzido a um aumento da incidência de incapacidades e lesões acidentais relacionadas à idade, frequentemente causadas por quedas6,40 . Nos últimos anos, as evidências científicas reportam que, principalmente em indivíduos mais velhos, estas ocorrências são até certo ponto evitáveis. Especificamente, vários estudos confirmaram que programas de exercícios podem ser eficazes para melhorar a força muscular, o equilíbrio e contribuir para a redução da incidência de quedas em idosos27, 33 . A ausência da prática de exercício em geral e do treino da força em particular impossibilita que os idosos usufruam dos benefícios tangíveis para a saúde da sua prática, incluindo a manutenção da força muscular, das habilidades de equilíbrio e controle postural que são necessárias para prevenir quedas e acidentes. Acresce que a maioria dos programas de exercício oferecidos à população idosa apresentam interrupções periódicas quer por término dos programas de investigação a que estão associados, quer por interrupção sazonal dos programas oferecidos pelas autarquias. O conceito de destreino (DT) foi descrito na literatura anterior como “a perda completa das adaptações anatómicas, fisiológicas e de desempenho induzidas pelo treino, como consequência da redução ou cessação do treino”19 e é considerado como um período de interrupção parcial ou total do programa de exercício físico que o idoso realiza. Este período promove readaptações fisiológicas no idoso do que foi adquirido com um programa de exercício, sendo dependente da duração do DT, do tipo de treino realizado, intensidade, volume do treino, grupo muscular envolvido e género do idoso10,11, 20-23, 28 . Em particular, o tecido músculo-esquelético, que é altamente dinâmico e que responde a diferentes estímulos principalmente a mudanças na carga mecânica, é o mais afetado com o DT. Consequentemente, o aumento do período de DT afeta diretamente o fenótipo do tecido músculo-esquelético, afetando o seu metabolismo, no que respeita ao anabolismo proteico e às características morfológicas1, 25 . Nos idosos acontece também que frequentemente o desuso é provocado por ocorrências como: aparecimento de dor ou de incapacidades causadas por doenças articulares crónicas (artrites, artroses, e outras), quarentenas forçadas (como por exemplo a vivida recentemente com a pandemia de COVID-19), o aparecimento de infeções que forçam o repouso ou à diminuição da atividade. Além disso, as doenças que afetam a saúde mental do idoso como por exemplo a depressão ou doenças neurodegenerativas cerebrais, hospitalizações, recuperação de fraturas ósseas ou imobilizações causadas pelas quedas, são causas comuns forçando também ao repouso ou diminuição da atividade habitual e da atividade física17, 18 conduzindo à atrofia muscular12, 30 . A atrofia muscular desempenha um papel significativo em vários aspetos da saúde do idoso e da sua qualidade de vida. A atrofia muscular está frequentemente associada à redução da qualidade de vida, da mobilidade e da autonomia do idoso7, 38 . Além disso, o decréscimo da massa muscular devido à atrofia está ligado a uma maior prevalência de diversas doenças crónicas (por exemplo, diabetes mellitus tipo 2, doenças cardiovasculares e depressão) e aumento da mortalidade1, 29 Se por um lado as adaptações fisiológicas (metabólicas, funcionais, entre outras) constituem um papel fundamental para o desenvolvimento do organismo do idoso que é fisicamente ativo, por outro, o DT pode levar a uma perda de performance que afetará negativamente o desempenho por exemplo nas atividades de vida diária (AVD), visto que o DT poderá provocar declínios na capacidade fisiológica. São diversos os motivos que promovem o DT, entre eles podemos destacar o fim de época do programa de treino, lesão, queda, compromissos familiares, férias de verão e inverno. 8-11 Seguidamente abordaremos o impacto do DT após a prática de vários tipos de treino usados na comunidade para o idoso, como o treino multicomponente (TM) e o treino da força (TF), para verificar quais as alterações que ocorrem na capacidade funcional (i.e. força, equilíbrio, agilidade, capacidade aeróbia e capacidade neuromuscular), nos níveis hemodinâmicos, lipídicos e o impacto que o ácido desoxirribonucleico (ADN) tem com o DT.
- Effect of different resistance training programs on phase angle in young adults: a scoping reviewPublication . Vasconcelos, Tiago; Alves, Ana Sofia; Duarte Martins, Alexandre; Puda, Dominik; Oliveira, RafaelThis scoping review explored the effect of different strength training programs on Phase Angle, a marker of cellular health, in healthy young adults. A systematic search was conducted using PubMed, SciELO, Web of Science, Scopus, until April 2025, following the PRISMA framework (PICOS) for longitudinal controlled trials with healthy adults (18–35 years) undergoing strength training (dynamic/isometric) for at least 4 weeks. Of 8722 records, four studies were included, revealing variable immediate effects of strength training on Phase Angle (increases, decreases, and no significant changes). The synthesised evidence suggests, however, that strength training protocols with higher training volumes and intensities may be associated with more favourable long-term changes in Phase Angle. It is concluded that, although strength training with higher volume and intensity may be beneficial, the immediate effects on Phase Angle are variable. Modalities such as low-load blood flow restriction training or low-frequency isometric training may not improve, or may even decrease, Phase Angle in the short term. Given the scarcity and heterogeneity of studies, this review is exploratory, and further research is needed to optimise Phase Angle through strength training in young adults.
- Effects of a 16-week high-speed resistance training program on heart rate variability indices in community-dwelling independent older adults: A clinical trialPublication . Duarte Martins, Alexandre; Fernandes, Orlando; Brito, João Paulo; Gonçalves, Bruno; Oliveira, Rafael; Batalha, NunoThis study explored the impact of a 16-week high-speed resistance training (HSRT) program on heart rate variability (HRV) indices in independent older adults. The participants were divided into either an intervention group (IG, N = 40) or a control group (CG, N =39). The IG participated in supervised HSRT sessions three times weekly, comprising 5–6exerciseswith2–3setsand6–10 repetitions, which lasted 60–70 min. The CG did not engage in any exercise program. HRV indices, encompassing time, frequency, and non-linear, were recorded over a six-minute period. The ANCOVA results revealed significant improvements favoring the IG for mean RR (η2 p = 0.050), systolic blood pressure (η2 p = 0.126), and pulse pressure (η2 p = 0.157). Additionally, within-group analyses revealed significant increases in stress index (dunb = 0.52), sample entropy (dunb = 0.38), and DFA α1(dunb = 0.38) exclusively in the CG. This study highlights the significant potential of the HSRT to induce favorable changes in parasympathetic activity and reduce arterial stiffness.
- Evaluation of internal load intensity in under-11 soccer players: presence and absence of feedback in small-sided games. A case studyPublication . Oliveira, Rafael; Fernandes, Renato; Pereira, Eva; Brito, Luisa; Figueiredo, Marta; Brito, João PauloThe objectives were to compare small-sided games with different numbers of players (3 vs 3; 4 vs 4; 5 vs 5) with and without feedback. The participants were 12 male athletes in the under-11 category. HR monitors were used to measure HR, and the modified Borg scale (CR-10) was used to quantify their rating of perceived exertion (RPE). The RPE was also multiplied by exercise duration to generate s-RPE. All games were played twice, once with and once without feedback. In games with feedback, the greater the number of players, the higher the HR. The greater the number of athletes, the higher the RPE and s-RPE values, regardless of whether feedback is present. In 3 vs 3, HR was higher with feedback (p = .028); in 5 vs 5, RPE and s-RPE were higher with feedback than without (p = .026 for both). In conclusion, the results indicated a relationship between the number of athletes, the presence of feedback and variables such as HR, RPE and s-RPE. In games with feedback, the more athletes, the higher the HR. Furthermore, the greater number of athletes has been observed to increase RPE and s-RPE, regardless of feedback.
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