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- Evasão escolar: análise das causas da evasão escolar no curso Técnico em Administração do PROEJA no Campus Gama do Instituto Federal de BrasíliaPublication . Araujo, L.; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandreo presente estudo tem como objetivo analisar a problemática da evasão escolar no curso Técnico em Administração Integrado ao Ensino Médio na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos no um Campus Gama do Instituto Federal de Brasília. Considera-se como evasão escolar a desistência/abandono do aluno durante o curso, cuja duração é de dois anos e meio. A evasão escolar faz parte de uma realidade da história da educação brasileira, principalmente, no que se refere ao Programa Nacional de Integração Profissional com a educação Básica na Modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA).
- Estudo do SDQ1 de MARSH:auto conceito verbal, matemático e de aparência física em adolescentesPublication . Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; São João, Ricardo; Fonseca, CátiaEste estudo insere-se no âmbito da investigação educacional e com os dados analisados pretendemos contribuir para uma melhor compreensão do autoconceito ao nível do 3º ciclo de escolaridade. Perrenoud, Estrela e Estrela (1995) no seu livro Ofício de Aluno e Sentido do Trabalho Escolar, alertam para a falta de sentido do trabalho escolar. Segundo os autores uma fração dos alunos faz da necessidade virtude e realiza, sem dificuldade, o seu percurso escolar; outros resistem abertamente e desencadeiam a fúria dos que lhes querem bem; outros, ainda, conduzem-se a fenómenos cada vez mais presentes na realidade portuguesa como absentismo, abandono escolar e a indisciplina/violência. Podemos afirmar, de forma consensual, que erradicar estes fenómenos é utópico, mas a clarificação das suas causas pode contribuir para uma redução significativa e desejável segundo a literatura revisitada. Shavelson, Hubner e Stanton (1976), atribuem ao autoconceito um potencial de prognóstico dos comportamentos, igualmente referenciado por autores como Simões e Vaz Serra (1987) e Simões (1997) que reconhecem a influência do autoconceito no desempenho, bem como no autocontrolo pessoal, na coordenação de atitudes e comportamentos, surgindo, assim, como uma forma de quantificar variáveis como autocontrolo, a ansiedade e as expectativas dos sujeitos (Barros & Barros, 1999; Simões & Vaz Serra, 1987). A consciencialização da relevância e interligação da motivação com o sucesso escolar (Castañeiras, Guzmán, Posada, Ricchini, & Strucchi, 1999; Imaginário, Jesus, Morais, Fernandes, Santos, Santos & Azevedo, 2014) com a indisciplina e com o autoconceito tem conduzido a inúmeros estudos (Fonseca, Galinha & Loureiro, 2017a, Fonseca, Galinha & Loureiro, 2017b; Galinha; São-João & Fonseca (2018) com o objetivo de descobrir como envolver os alunos nas tarefas escolares de forma voluntária e consciente das suas potencialidades e importância para o seu futuro. Considerando que as perceções pessoais conduzem a um comportamento motivado (Cabanach, Arias, Pérez & González-Pienda, 1996), é relevante estudar a motivação e a sua interligação com o autoconceito dos alunos. A revisão da literatura aponta deste modo para a importância do estudo do autoconceito nos alunos 3º CEB. Trata-se de um estudo com uma abordagem quantitativa com central objetivo na avaliação de variáveis associadas ao autoconceito em adolescentes do 3º ciclo do ensino básico português. O presente estudo procura assim avaliar os valores de autoconceito apresentados pelos alunos inquiridos através da aplicação de uma escala de autoconceito nas suas subescalas (SDQ1 de Marsh) especificamente selecionadas para tratamento: verbal, matemático e aparência física. O SDQ1 de Marsh adaptado por Faria e Fontaine (1990) engloba ainda os seguintes domínios: assuntos escolares, relacionamento com os pares e relacionamento com os pais, competência física e autoconceito global. No presente estudo foi considerada uma amostra aleatória com 86 alunos tendo sido assegurada a confidencialidade e o anonimato dos participantes. Verificou-se a predominância do sexo masculino (51,2%). No que diz respeito ao perfil dos alunos (SDQ1 autoconceito/ indivíduos), pela confrontação dos valores do autoconceito observa-se que o autoconceito é superior em indivíduos do sexo feminino, não repetentes e com idade de 13 anos. Dever-se-á ter como referência a idade de 13 anos (valor modal), com frequência acentuada no sexo feminino (28 em 51 indivíduos). Embora os indivíduos com 16 anos apresentem valores de autoconceito superiores, são em número reduzido (no total 3) e todos do sexo masculino. A mensuração do autoconceito nas subescalas selecionadas para o tratamento verbal e matemático assumiram valores no intervalo [10;40] ao passo que na aparência física [21;72], apresentando esta última subescala uma maior amplitude (51). Os valores médios de autoconceito nas subescalas SDQ1 de Marsh para o tratamento verbal, matemático e aparência física, apresentados pelos alunos, foram respetivamente de: 24,3; 27,8 e 57,1. Os resultados obtidos nesta investigação permitem observar uma adequada dispersão dos valores sendo os dados úteis para futuros estudos.
- Relação profissional professor do ensino secundário - professor de educação especial: prática pedagógica com alunos com NEEPublication . Marques, Maria Margarida; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoCom o presente estudo quantitativo, propusemo-nos caraterizar as interações formais entre professores do Ensino Secundário e professores de Educação Especial quanto à frequência, iniciativa e ordem de trabalhos, e analisar em que medida as atitudes dos professores do Ensino Secundário face à relação profissional que estabelecem com o professor de Educação Especial influenciam as práticas pedagógicas que desenvolvem com estudantes com NEE. O estudo realizado permitiu-nos observar que as interações formais entre professores do Ensino Secundário e professores de Educação Especial acontecem essencialmente nos conselhos de turma, uma vez por período e por iniciativa da direção da escola ou do diretor de turma, e que existe uma relação entre as atitudes dos professores do Ensino Secundário face à relação profissional que estabelecem com os professores de Educação Especial e as práticas pedagógicas que desenvolvem com alunos com NEE.
- Estudo do SDQ1 de MARSH:auto conceito verbal, matemático e de aparência física em adolescentesPublication . Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; São João, Ricardo; Fonseca, CátiaO Self –Description- Questionnaire (Avaliação do Autoconceito), SDQ1 de Marsh (1980), consiste num questionário que permite a avaliação de várias dimensões do autoconceito em crianças até ao 9º ano de escolaridade. A literatura revisitada aponta para a importância do estudo do autoconceito na competência dos alunos. O presente estudo incide nos domínios: matemático, verbal e de aparência física. Aferir o autoconceito em adolescentes do 3º ciclo do ensino básico em duas escolas portuguesas no ano letivo 2016/17 no norte Portugal.
- O clima organizacional e as doenças ocupacionais dos servidores públicosPublication . Fonseca, K.; Galinha, Sónia Maria Gomes AlexandreNo cenário atual, as organizações, sejam públicas ou privadas, enfrentam um ambiente globalizado mais exigente e competitivo, no qual são desafiadas a adequarem-se rapidamente às novas tecnologias e demandas da sociedade, de modo a prestar serviços de qualidade que atendam às necessidades dos seus usuários.
- The Soft Skills Inventory: developmental procedures and psychometric analysisPublication . Jardim, Jacinto; Pereira, Anabela; Vagos, Paula; Direito, Inês; Galinha, Sónia Maria Gomes AlexandreWhen attending and participating in Higher Education, students face a multitude of personal, social, and work-related challenges, which may increase the risk of developing psychopathological symptomatology. To date, there is no instrument that grasps the non-technical skills that may help prepare students to respond to these challenges. This paper presents the development and psychometric properties of the Soft Skills Inventory (SSI). The inventory was developed based on theoretical and empirical findings on the skills associated with academic and professional success, and on students’ perception. The SSI was tested with 2030 Portuguese students (of which 77.1% were female) using a two-stage approach: item calibration and model generation (n = 1033), followed by model validation (n = 997). Item calibration analyses led to retaining 49 items that were organized into six-factors: self-determination, resilience, empathy, assertiveness, social support, and teamwork. This measurement model was further validated and proved to be an invariant, and thus credible, tool to compare male and female students on those relevant skills. All measures attained good internal consistency, with alphas ranging from .76 to .88. Female students scored significantly higher than males on self-determination, empathy, social support and teamwork. On the other hand, male students scored significantly higher on resilience. No significant differences were found between men and women for assertiveness. Psychometric analysis showed that the SSI is a reliable and valid instrument to evaluate students intra and interpersonal skills. The SSI may help identify gaps in soft skills and guide targeted interventions to support a more positive student experience in Higher Education.
- Ações para a inclusão de pessoas idosas no Instituto Federal de Brasília: políticas públicas para a qualidade de vidaPublication . Valdineia, C.; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Costa, C.No mundo atual, as constantes mudanças exigem uma sociedade, cada dia mais conectada, globalizada e envolvida em um contexto que demanda por atualizações, novos conhecimentos e capacidades, independente da faixa etária dos indivíduos. Desta forma, é preciso o desenvolvimento de ações educacionais conscientes e que aconteçam de maneira permanente, possibilitando a evolução do homem durante toda a sua vida, considerando o seu espaço histórico, cultural, político e social, que permita sua a evolução junto com a sociedade. Os instrumentos legais no Brasil asseguram a educação como direito fundamental para todos, tendo como objetivo o pleno desenvolvimento da pessoa, a sua preparação para o exercício da cidadania e a sua qualificação para o trabalho, conforme previsto no Art. 205 da Constituição Federal (Brasil, 1988). Considerando a população idosa como parte desse todo com direito à educação, reforçado em outros documentos legais como o Estatuto do Idoso (Brasil, 2003), percebe-se que ainda não existe nenhuma política que trate especificamente da educação para a terceira idade.
- Mayday, Mayday, Direito à Educação inclusiva em tempos de confinamento pela pandemia Covid-19Publication . Carvalho, O.; Machado, C.; Galinha, Sónia Maria Gomes AlexandreO reconhecimento do direito à educação, de crianças e jovens com necessidades especiais, proclamado em diversos documentos normativos e legislativos, desde a Declaração Mundial sobre a Educação para Todos, da UNESCO, em 1990, até à Declaração de Salamanca (1994), um importante marco para a Educação Especial. Neste contexto, surge a, considerada, na época, utópica ideia, da UNESCO, de “escola inclusiva”, espaço onde todos os alunos aprendem juntos, sempre que possível independentemente das dificuldades e das diferenças que apresentem”. A Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (2006) vem criar um consenso internacional que nega os modelos educativos centrados nos défices e em espaços e práticas segregadoras e promove respostas eficazes na inclusão de todas as crianças, com base no respeito pelas diferenças. Para a concretização do paradigma emergente, Portugal tem vindo a desenvolver politicas e a criar meios para o devido enquadramento legal de novas práticas. O Programa do XXI Governo Constitucional estabelece como uma das prioridades da ação governativa a aposta numa escola inclusiva, onde todos e cada um dos alunos, independentemente da sua situação pessoal e social, encontrem respostas que lhes possibilitem a aquisição de um nível de educação e formação facilitadores da sua plena inclusão. O Decreto-Lei n.º 54/2018, publicado a 6 de julho revoga legislação anterior, nomeadamente o Decreto-Lei 3/2008, de 7 de janeiro e introduz medidas específicas, subjacentes à conceptualização, ao processo de avaliação e elegibilidade que responsabiliza e envolve toda a comunidade educativa. A situação emergência provocada pela covid-19, retirando as crianças da escola e obrigando ao confimnamento, vem colocar em risco a educação inclusiva, acentuando, ainda mais, as disigualdades pessoais e sociais de alunos com algum tipo de vulnerabilidade. Com o nosso trabalho, procuramos, então, refletir sobre o impacto do ensino à distância (E@D) sinalizando as barreiras que deixam alguns para trás.
- Formação docente e habilidades sociais: contribuições para a formação integral de estudantes universitáriosPublication . Chaves, Nádia Mangabeira; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Gontijo, SimoneEste estudo investigou a formação docente do curso de licenciatura em Letras/Espanhol do Instituto Federal de Brasília (IFB) em relação às habilidades sociais (HS) inerentes à atuação do professor. O público-alvo foi composto por amostra de estudantes do referido curso que ingressaram no ensino superior pelo SiSU. A pesquisa utilizou entrevistas semiestruturadas; aplicação do Inventário de Habilidades Sociais (IHS-Del-Prette); e análise documental do Projeto Pedagógico do Curso (PPC). Os resultados indicaram uma necessidade de desenvolvimento de HS, especialmente, as habilidades assertivas, de expressão do afeto positivo e de comunicação com o público desconhecido; percepções sobre o trabalho docente que englobam habilidades técnicas, comunicativas, empáticas, tecnológicas, relacionais; proposta de PPC direcionada ao desenvolvimento de habilidades e competências sem explicitar as HS. Foram propostas intervenções em educação social considerando o papel social do professor e a formação integral, com articulação para participação dos futuros docentes em espaços comunitários.
- Inclusão de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) no ensino secundário: as atitudes dos encarregados de educação de alunos sem NEE e com NEEPublication . Santos, Marta Maria; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoFoi aplicado um questionário a 30 EE de uma Escola Secundária do distrito de Leiria, constituído por 4 blocos temáticos: caracterização pessoal; inclusão de alunos NEE em turmas do ensino secundário; inclusão e aprendizagem conteudinal e inclusão e aceitação social. Destes 30 participantes 10 EE de alunos sem NEE, cujos educandos tinham contacto com a inclusão; 10 EE de alunos sem NEE, cujos educandos não tinham contacto com a inclusão; 10 EE de alunos NEE. Os dados obtidos pela análise estatística SPSS (versão 22.0), permitiram observar que os EE demonstraram atitudes favoráveis perante a inclusão, considerando mais vantagens que prejuízos para os alunos NEE, como para os alunos sem NEE, principalmente ao nível da aceitação social. Contudo, os EE de alunos sem NEE, cujos educandos têm contacto com a inclusão nas suas turmas, e no que diz respeito à aprendizagem conteudinal e aceitação social, evidenciaram atitudes menos favoráveis face à inclusão.