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Publicação

Constrangimentos da tarefa e padrão de drible em crianças de 6 a 8 anos

datacite.subject.fosCiências Sociais::Ciências da Educação
datacite.subject.sdg04:Educação de Qualidade
datacite.subject.sdg03:Saúde de Qualidade
dc.contributor.advisorMercê, Cristiana Isabel André Leal
dc.contributor.advisorCatela, David Paulo Ramalheira
dc.contributor.authorSilveira, Beatriz Alexandre Rocha
dc.date.accessioned2026-03-03T11:27:50Z
dc.date.available2026-03-03T11:27:50Z
dc.date.issued2026-02-13
dc.description.abstractO desenvolvimento do drible parado no basquetebol resulta da interação entre constrangimentos do indivíduo, da tarefa e do envolvimento. Quando crianças sem experiência exploram o drible, ajustes nas propriedades das bolas (peso, diâmetro e pressão/ressalto) podem facilitar a emergência de padrões de contacto mais maduros e maior estabilidade no controlo da bola, em linha com o modelo dos constrangimentos de Newell. O presente estudo analisou o efeito do tipo de bola no padrão de drible parado em crianças dos 6 aos 8 anos (7,11±0,99; N = 28), registando para cada bola em análise (i.e., basquetebol, voleibol, rítmica 17 cm, e rítmica 21 cm) o número de dribles consecutivos e os estádios de prestação e de contacto com a bola (grelhas observacionais), e recolhendo a cotação total do DCDQ-7 (perceção adulta da coordenação motora). Os resultados mostraram que certas bolas. sobretudo a de voleibol, favorecem transições para contacto intermédio/maduro e maior número de dribles, sugerindo um efeito facilitador do constrangimento da tarefa. Observou-se ainda consonância entre coordenação motora percebida (DCDQ-7) e estádio de prestação/contacto, indicando que crianças com menor coordenação tendem a permanecer em estádios imaturos e podem beneficiar proporcionalmente mais de bolas com propriedades facilitadoras. Conclui-se que a seleção criteriosa de bolas constitui uma estratégia pedagógica inclusiva para a aprendizagem do drible parado, capaz de atenuar diferenças de desempenho associadas à coordenação motora percebida. A idade cronológica, por si só, mostrou-se pouco sensível para orientar a aquisição, devendo ser complementada por observação qualitativa e da coordenação motora (DCDQ-7).por
dc.description.abstractThe development of stationary dribbling in basketball results from the interaction between individual, task and environmental constraints. When inexperienced children explore dribbling, adjustments to ball properties (weight, diameter and pressure/bounce) can facilitate the emergence of more mature contact patterns and greater stability in ball control, in line with Newell's constraints model. The present study analysed the effect of ball type on the stationary dribbling pattern in children aged 6 to 8 years (7.11±0.99; N = 28), recording for each ball analysed (i.e., basketball, volleyball, 17 cm rhythmic ball, and 21 cm rhythmic ball) the number of consecutive dribbles and the stages of performance and contact with the ball (observational grids), and collecting the total DCDQ-7 score (adult perception of motor coordination). The results showed that certain balls, especially volleyballs, favour transitions to intermediate/mature contact and a greater number of dribbles, suggesting a facilitating effect of task constraint. There was also consistency between perceived motor coordination (DCDQ-7) and performance/contact stage, indicating that children with poorer coordination tend to remain in immature stages and may benefit proportionally more from balls with facilitating properties. It can be concluded that careful ball selection is an inclusive teaching strategy for learning stationary dribbling, capable of mitigating performance differences associated with perceived motor coordination. Chronological age alone proved to be insufficient for guiding acquisition and should be complemented by qualitative observation and motor coordination assessment (DCDQ-7).eng
dc.identifier.citationSilveira, B. A. R. (2026). Constrangimentos da tarefa e padrão de drible em crianças de 6 a 8 anos [Dissertação de mestrado, Escola Superior de Desporto de Rio Maior, Instituto Politécnico de Santarém]. Repositório Institucional do Politécnico de Santarém http://hdl.handle.net/10400.15/6021
dc.identifier.tid204223130
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.15/6021
dc.language.isopor
dc.peerreviewedyes
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
dc.subjectdrible parado
dc.subjectconstrangimentos da tarefa
dc.subjectconstrangimentos intrínsecos
dc.subjectcrianças
dc.subjectdesenvolvimento motor
dc.subjectperturbação da coordenação motora
dc.subjectaprendizagem motora
dc.subjectstationary dribbling
dc.subjecttask constraints
dc.subjectintrinsic constraints
dc.subjectchildren
dc.subjectmotor development
dc.subjectmotor coordination disorder
dc.subjectmotor learning
dc.titleConstrangimentos da tarefa e padrão de drible em crianças de 6 a 8 anos
dc.typemaster thesis
dspace.entity.typePublication
oaire.versionhttp://purl.org/coar/version/c_be7fb7dd8ff6fe43

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