Percorrer por autor "Gomes, Diana"
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- Apropriação e internalização na construção e uso da peteca no pré-escolarPublication . Fragoso, Maria; Catela, David; Pereira, Carolina; Gomes, Diana; Manso, Matilde; Serrão-Arrais, AnaOs brinquedos, tidos como artefactos, podem desencadear processos de apropriação e internalização nas crianças. Neste estudo, analisámos crianças de 65,74±5,69 meses de idade (N=19; 11 meninas) durante a construção e uso da sua peteca, em contexto de atividade estruturada, numa sala de jardim de infância. A análise dos comportamentos motores das crianças, revela que estas estarão no período sensível das habilidades motoras finas e grossa, necessárias para esta atividade fina e grossa, como provam a generalizada dificuldade em fazerem mais que um rebatimento seguido ou de definirem de modo eficiente a função de cada uma das mãos na construção da peteca. Com base nestes resultados obtidos, são sugeridas informações didáticas. As análises dos comportamentos motores e das expressões verbais das crianças, sustentam a hipótese de ocorrência de processos de apropriação e de internalização.
- Avaliação da qualidade dos figos de uma variedade de “Figo Lampo” com diferentes tempos de refrigeração e de prateleiraPublication . Gomes, Diana; Basto de Lima, Maria Gabriela; Geraldes Barba, NunoPretendeu-se avaliar o comportamento de uma variedade de figo lampo com o objetivo de determinar o potencial de comercialização no mercado interno e principalmente no mercado externo. Um dos principais problemas dos figos para comercialização em fresco é a sua grande perecibilidade pós-colheita, quer refrigerados quer em prateleira, quer conjugando as duas situações. Foi realizado um ensaio de campo num pomar de figo Lampo, localizado em Cachoeiras, Vila Franca de Xira, no qual foram colhidos 300 figos para avaliação, separados em 2 lotes: Lote A (mais maduros); Lote B (mais verdes). Os figos foram colocados sob condições de refrigeração e de prateleira. Os indicadores de qualidade foram: calibre, massa, Brix e firmeza. Os resultados obtidos para firmeza e Brix correspondentes aos dias de frio e de prateleira a que os figos foram sujeitos permitiram também avaliar o estado de maturação. Constatou-se que é possível a comercialização para o mercado externo até 4 a 5 dias de armazenamento. Relativamente ao mercado interno é possível colher a fruta madura, mas a comercialização e o consumo devem ser imediatos, pois nesse caso, a vida útil diminui, no máximo três dias, não devendo ultrapassar os 2 dias de frio.
