Percorrer por autor "Domingues, Tiago"
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- Adaptação cultural e validação da escala de Braden para a pessoa internada em Cuidados Intensivos, em AngolaPublication . Pinto, Susana; Assunção, Marta; São João, Ricardo; Domingues, Tiago; Alves, Paulo; José, HelenaIntrodução: A avaliação do risco de desenvolver lesão por pressão (LPP) é uma medida de boas práticas e deve incluir o uso de um instrumento preditor de risco, sendo um deles, a escala de Braden. Esta contempla seis categorias e o score varia entre 6 e 23 pontos [1]. Para poder ser usada no contexto clínico em Angola esta escala carece de adaptação cultural e validação [2]. Objetivos: Descrever o processo de adaptação cultural da escala de Braden para Angola. Determinar as propriedades psicométricas da escala. Metodologia: Realizou-se um estudo metodológico [2] após autorização das autoras da escala de Braden para a sua utilização em Angola. A escala na versão português padrão foi avaliada por um grupo de oito enfermeiros especialistas, peritos angolanos dando resultado à escala de Braden para Angola. Procedeu-se à retrotradução para inglês e envio às autoras. Para a avaliação da validade preditiva realizou-se um estudo observacional, descritivo, longitudinal e prospetivo numa UCI, em Luanda, entre setembro e dezembro de 2019, com uma população de 110 doentes. A análise dos dados foi realizada com recurso ao software R e o ponto ótimo de corte para o desenvolvimento de LPP foi determinado pelo modelo de regressão logística. Resultados: Da avaliação dos peritos resultaram oito sugestões de mudança, duas delas excluídas pelo investigador por alterarem o contexto da definição da subcategoria. A nova versão mantém o sentido da escala original e isso foi assegurado pelas autoras. Nesta população, considerando um nível de significância α= 5 a variável explicativa da pontuação da escala de Braden é estatisticamente significativa (valor-p<0.001). O ponto ótimo de corte resultou na pontuação 12, sendo o que assegura melhor equilíbrio entre a sensibilidade (67%) e a especificidade (82%). A área abaixo da curva ROC para este ponto de corte foi de 0.687 (IC de 95%), correspondendo a um poder discriminante aceitável. Conclusões: Pelas suas características psicométricas, a versão angolana da Escala de Braden é um instrumento válido para avaliar o risco de desenvolvimento de LPP em UCI.
- Analysis of cervical node metastasis in oral cavity squamous cell carcinoma patientsPublication . Silva, Leonor Cruz e; Coutinho, José Cunha; Coutinho, Gonçalo Cunha; São João, Ricardo; Domingues, Tiago; Caldas, Cecília; Palmela, Paulo; Nobre, Miguel Araújo; Salvado, FranciscoAnalysis of cervical node metastasis in oral cavity squamous cell carcinoma patients
- Contributo para a utilização da Escala de Braden em Angola:adaptação cultural e validação em doentes internados em UCIPublication . Pinto, Susana; Assunção, Marta; São João, Ricardo; Domingues, Tiago; Alves, Paulo; José, HelenaDescrever o processo de adaptação cultural da escala de Braden para Angola. Determinar as propriedades psicométricas da escala: sensibilidade, especificidade e ponto ótimo de corte
- Tumor Location and Referral Sources as Determinants of Late-Stage Oral Cancer Diagnosis in a Portuguese CohortPublication . Coutinho, José Cunha; Silva, Leonor Cruz e; São João, Ricardo; Coutinho, Gonçalo Cunha; Domingues, Tiago; Nobre, Miguel Araújo; Caldas, Cecília; Salvado, FranciscoBackground: Most cases of oral cancer at the time of diagnosis are already locally advanced, which is associated with a worse prognosis. This study aimed (1) to identify tumor characteristics and risk factors associated with late-stage oral cancer diagnosis in the Portuguese population and (2) to develop population- and provider-oriented early detection strategies, particularly focused on recognizing potentially malignant disorders, to enhance timely diagnosis and improve patient outcomes. Methods: A retrospective study of 151 patients with oral cancer treated in a Portuguese tertiary hospital between January 2015 and April 2023 was conducted. Information regarding sociodemographic variables, habits, tumor location and form of presentation, referral sources, and stage of the disease at initial diagnosis was analyzed. Results: The majority of patients were male, and the mean age at diagnosis was 65 years. Most were diagnosed at stage IV (51.7%, n = 75), and most of these were referred by the emergency department (46.7%, n = 35). Family physicians made the earliest referrals. Patients referred by dentists were diagnosed at more advanced stages of disease by comparison. The anatomical sites with the highest percentage of locally advanced disease were the lower gingiva, retromolar trigone, and upper gingiva. Conclusions: Late-stage oral squamous cell carcinoma was the most common diagnosis, particularly for lesions in the gingiva and retromolar trigone, and was more frequent among cases referred through emergency departments, reflecting gaps in early detection. Targeted surveillance, improved professional training, and public awareness are essential to promote earlier diagnosis.
