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Impacto das práticas de silvicultura intensiva no potencial de mineralização dos solos: avaliação do N potencialmente mineralizável por métodos químicos e biológicos

dc.contributor.authorAzevedo, António
dc.contributor.authorMadeira, M.
dc.contributor.authorCoutinho, J.
dc.date.accessioned2018-11-27T15:11:57Z
dc.date.available2018-11-27T15:11:57Z
dc.date.issued2015-12
dc.description.abstractNumerosas metodologias têm sido propostas para a determinação do potencial de mineralização do N. Nos sistemas florestais, algum destaque tem sido dado aos métodos químicos com KCl fervente e aos métodos biológicos. Nestes, as incubações aeróbia e anaeróbia dos solos são as mais utilizadas, pautando-se a primeira por permitir simular “algumas” condições de campo e a possibilidade de avaliação do potencial de nitrificação dos solos e, a segunda, por apresentar menor variabilidade de resultados, temperaturas de incubação mais elevadas (taxas de mineralização de N mais elevadas) e períodos de incubação mais reduzidos. Todavia, por decorrerem em condições de humidade, temperatura e arejamento controladas, os métodos referidos não consideram nem os ciclos de humedecimento/secagem do solo nem o seu reflexo na actividade microbiana. As suas correlações com os métodos de campo são, por isso, em geral, baixas. O estudo decorreu numa área previamente ocupada por plantações de Eucalyptus globulus (12 anos no corte), na região Centro de Portugal em Arenossolos Haplicos. Não obstante a boa correlação entre metodologias, a quantidade de N mineralizada em laboratório, foi, em geral, mais elevada que aquela registada in situ. Essas diferenças foram particularmente elevadas quando o método utilizado foi o da incubação anaeróbia, que ao mineralizar uma quantidade de N entre 25.2 e 29.3 kg ha-1 (cerca de 2,4% do N total do solo), se aproximou da quantidade mineralizada in situ, num período de três meses. A extracção de N através dos métodos químicos, foi por sua vez inferior à registada com a incubação anaeróbia; cerca de 0,3% do N total, quando a extracção foi efectuada com KCl 20h a 80 ºC e 0,8% quando esta decorreu com KCl durante 4h a 100 ºC. A extracção com KCl durante 20h a 80 ºC foi o método que mais se aproximou da mineralização ocorrida in situ.pt_PT
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersionpt_PT
dc.identifier.citationAzevedo, A.; Madeira, M. & Coutinho (2015). Impacto das práticas de silvicultura intensiva no potencial de mineralização dos solos: avaliação do N potencialmente mineralizável por métodos químicos e biológicos. I Congresso Nacional das Escolas Superiores Agrárias: livro de resumos. Bragança: Instituto Politécnico. p. 182pt_PT
dc.identifier.isbn978-972-745-198-2
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.15/2360
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agráriapt_PT
dc.subjectPotencial de mineralizaçãopt_PT
dc.subjectKCl ferventept_PT
dc.subjectIncubação aeróbia e anaeróbiapt_PT
dc.titleImpacto das práticas de silvicultura intensiva no potencial de mineralização dos solos: avaliação do N potencialmente mineralizável por métodos químicos e biológicospt_PT
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oaire.citation.conferencePlaceBragançapt_PT
oaire.citation.endPage182pt_PT
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oaire.citation.titleCongresso Nacional das Escolas Superiores Agráriaspt_PT
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