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Publicação

Propiciação de autocabeceamento em praticantes e não praticantes de futebol rapazes de 4 e 5 anos de idade: estudo exploratório

dc.contributor.authorPereira, Miguel
dc.contributor.authorTeixeira, Gonçalo
dc.contributor.authorFigueiredo, Maria
dc.contributor.authorCoelho, Rodolfo
dc.contributor.authorCatela, David
dc.contributor.authorBrígida, Nancy
dc.contributor.authorSerrão-Arrais, Ana
dc.contributor.authorMercê, Cristiana
dc.date.accessioned2026-07-03T10:23:35Z
dc.date.available2026-07-03T10:23:35Z
dc.date.issued2023-04
dc.description.abstractIntrodução: A incidência e a gravidade das lesões na cabeça no futebol infantil podem ser reduzidas diminuindo a massa da bola. O cabeceamento é uma habilidade motora identitária e importante no Futebol. Precisamos de conciliar a segurança de um corpo ainda em formação com a necessidade de propiciar a aquisição desta habilidade. Considerando o modelo dos constrangimentos colocamos a hipótese de que utilizando o balão podemos controlar o impacto na cabeça e pescoço e, simultaneamente, propiciar a exploração do autocabeceamento. Objetivos: Investigar se: i) crianças de 4 e 5 anos conseguem realizar autocabeceamentos repetidos com o balão, ii) as crianças de escolinhas de futebol (EF) revelam uma prestaçãode autocabeceamento diferenciada em relação às de jardim de infância sem experiência em futebol (JI). Métodos: Foi pedido a 23 rapazes (13 EF, M=4,57±0,51 anos) que executassem o máximo de autocabeceamentos seguidos em 3 ensaios, sem restrições de tempo ou tentativas, até conseguirem fazer pelo menos 1 cabeceamento. Foi recolhido por ensaio o número de tentativas, autocabeceamentos e tempo e foi ainda calculado o tempo por cabeceamento. Resultados e Discussão: Não existem diferenças na prestação entre 4 e 5 anos dentro do mesmo grupo. No grupo JI as correlações com as variáveis dependentes são quase inexistentes, o que indica que estas crianças estarão num período de exploração e aquisição do autocabeceamento. Contrariamente, no grupo EF as crianças fazem mais cabeceamentos e gastam menos tempos por cabeceamento (significativo no 2.º ensaio), sendo as correlações consistentes entre os ensaios. As crianças das EF distinguem-se aproveitando melhor a affordance de cabeceamento, possivelmente pela experiência no contexto de futebol, ou pelo facto de este contexto propiciar a interação com bola. Conclusões: O balão propicia affordance de autocabeceamento independentemente da idade e do contexto, com impacto físico praticamente nulo. A oportunidade de prática nas EF propicia maior proficiência na habilidade de autocabeceamento.pt_PT
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dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10400.15/6143
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.publisherFederação Portuguesa de Futebolpt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectCabeceamentopt_PT
dc.subjectAffordancespt_PT
dc.subjectConstrangimentopt_PT
dc.subjectBalãopt_PT
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