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- Relação profissional professor do ensino secundário - professor de educação especial: prática pedagógica com alunos com NEEPublication . Marques, Maria Margarida; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoCom o presente estudo quantitativo, propusemo-nos caraterizar as interações formais entre professores do Ensino Secundário e professores de Educação Especial quanto à frequência, iniciativa e ordem de trabalhos, e analisar em que medida as atitudes dos professores do Ensino Secundário face à relação profissional que estabelecem com o professor de Educação Especial influenciam as práticas pedagógicas que desenvolvem com estudantes com NEE. O estudo realizado permitiu-nos observar que as interações formais entre professores do Ensino Secundário e professores de Educação Especial acontecem essencialmente nos conselhos de turma, uma vez por período e por iniciativa da direção da escola ou do diretor de turma, e que existe uma relação entre as atitudes dos professores do Ensino Secundário face à relação profissional que estabelecem com os professores de Educação Especial e as práticas pedagógicas que desenvolvem com alunos com NEE.
- Inclusão de alunos com necessidades educativas especiais (NEE) no ensino secundário: as atitudes dos encarregados de educação de alunos sem NEE e com NEEPublication . Santos, Marta Maria; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoFoi aplicado um questionário a 30 EE de uma Escola Secundária do distrito de Leiria, constituído por 4 blocos temáticos: caracterização pessoal; inclusão de alunos NEE em turmas do ensino secundário; inclusão e aprendizagem conteudinal e inclusão e aceitação social. Destes 30 participantes 10 EE de alunos sem NEE, cujos educandos tinham contacto com a inclusão; 10 EE de alunos sem NEE, cujos educandos não tinham contacto com a inclusão; 10 EE de alunos NEE. Os dados obtidos pela análise estatística SPSS (versão 22.0), permitiram observar que os EE demonstraram atitudes favoráveis perante a inclusão, considerando mais vantagens que prejuízos para os alunos NEE, como para os alunos sem NEE, principalmente ao nível da aceitação social. Contudo, os EE de alunos sem NEE, cujos educandos têm contacto com a inclusão nas suas turmas, e no que diz respeito à aprendizagem conteudinal e aceitação social, evidenciaram atitudes menos favoráveis face à inclusão.
- A motivação para a aprendizagem em alunos com currículo específico individual: potencialidades do trabalho de projetoPublication . Linguiça, Fátima; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoEsta investigação procurou 1. Conhecer o impacto das medidas organizativas na construção da escola inclusiva; 2. Percecionar de que forma o trabalho de projeto pode potenciar a motivação dos alunos CEI; 3. Conhecer as representações dos alunos CEI sobre as aprendizagens escolares numa perspetiva de transição para a vida ativa. Qualitativa, descritiva, interpretativa-fenomenológica e etnográfica desenvolveu-se através da análise documental, observação naturalista, na aplicação de inquéritos por questionário aos alunos e na realização de entrevistas aos professores. N=fase exploratória=8 alunos CEI 2º 3º CEB inquiridos por questionário. Numa fase posterior foram selecionados N= 5 alunos CEI 2º 3º CEB em 2 sessões/ atelier projeto. As conclusões revelaram que o trabalho de projeto PMD é uma medida organizativa da escola para a inclusão para alunos CEI. Os ambientes enriquecidos pela tecnologia não foram um factor motivacional. Sugere-se como forma de potenciar a motivação para a aprendizagem a atribuição de maior valor às aprendizagens multidisciplinares de complemento pedagógico.
- (Des) continuidades educativas entre as unidades de ensino estruturado para crianças com perturbações do espectro do autismo em sala de aulaPublication . Oliveira, Vera; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoEste estudo de caso pretende perceber se existe continuidade educativa entre as Unidades de Ensino Estruturado e as Salas de Aula e de que forma decorre no contexto estudado. Centralmente apresentamos o ensino estruturado – Modelo TEACCH, como forma de intervenção pedagógica para garantir um maior sucesso ao nível do desenvolvimento das crianças portadoras de Perturbações do Espectro do Autismo. Sobre a análise dos resultados obtidos através do método qualitativo, com recurso à aplicação de entrevistas semi-estruturadas em que foram analisadas as perspetivas de três professores do 1.º ciclo do Ensino Básico e da Professora de Educação Especial, foi-nos possível concluir neste estudo que existe comunicação entre os professores titulares de turma e a Professora de Educação Especial, promovendo a continuidade educativa entre as unidades de ensino estruturado para crianças com perturbações do espectro do autismo e a sala de aula.
- Implementação do decreto-lei nº 3/2008: perspetivas dos docentes de educação especialPublication . Duque, Raquel; Piscalho, Isabel; Galinha, Sónia Maria Gomes Alexandre; Silva, FranciscoO presente artigo tem por objetivo abordar as perspetivas dos docentes de Educação Especial sobre a implementação do Decreto-Lei nº 3/2008. Com esse intuito, realizou-se um estudo exploratório, de caráter descritivo, que foi dirigido a uma amostra de docentes de Educação Especial, de Agrupamentos de Escolas do distrito de Santarém. Aplicou-se um inquérito por questionário, com o intuito de conhecer as perspetivas dos docentes face à legislação que rege as suas práticas educativas. Os docentes inquiridos partilham da importância da implementação do Decreto-Lei nº 3/2008 como verdadeiro promotor da Escola Inclusiva, no entanto consideram que recursos materiais e humanos são insuficientes para a sua eficaz concretização e apontam a medida e) Currículo Específico Individual, prevista no Programa Educativo Individual, como pouco fácil de planear e implementar e sugerem que devia ser clarificada pela tutela.