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  • Active ageing – Enhancing digital literacies in elderly citizens
    Publication . Loureiro, Ana; Barbas, Maria Potes
    Being digital and information literate is crucial in nowadays society, although not every citizen has the necessary means and resources to achieve these skills, especially the elderly ones. Therefore it is necessary to develop ways to help them to enhance their digital and information competences. In this paper we will present an ongoing project that was designed and implemented with the goal to provide elderly citizens with the necessary skills of a networked society, contributing for an active ageing. The methods used were based on a set of hands on workshops delivered by a team of voluntary students and teacher, with the help of collaborators from a nursing home. The workshops were developed accordingly with the detected needs of a group of elderly citizens, based on the answers of an implemented questionnaire.
  • Curso de Literacia Digital para o Mercado de Trabalho: formação de jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental (DID)
    Publication . Barbas, Maria Potes; Lopes, Nádia
    O presente artigo pretende apresentar o processo evolutivo do primeiro Curso em Literacia Digital para o Mercado de Trabalho que se encontra disponível em http://w3.ese.ipsantarem.pt/literaciadigital/, não conferente de grau, no Ensino Superior em Portugal, destinado a jovens com dificuldade intelectual e desenvolvimental (DID) com um grau de incapacidade igual ou superior a 60%. O Curso apresenta-se como uma réplica adaptada (ao contexto cultural, pedagógico e científico Português) do modelo que funciona há doze anos na Universidade Autónoma de Madrid. A formação a decorrer na Escola Superior de Educação de Santarém teve o seu início no dia 11 de outubro de 2018 e irá decorrer durante dois anos letivos (quatro semestres). A necessidade de implementar um programa desta natureza em Portugal justifica-se uma vez que existe uma falta de resposta de formação profissional para jovens DID, preparando-os para, em função das suas capacidades, se poderem integrar no mercado de trabalho. Acresce ainda que o novo quadro legal que pode ser verificado no seguinte endereço eletrônico https://dre.pt/home/-/dre/117663335/details/maximized entra em vigor a partir deste ano “convida” as empresas a contratar pessoas com dificuldades em entidades com mais de 75 colaboradores. De referir também que este curso irá dar resposta ao ponto 8.1 do Parecer “Estudantes com Necessidades Educativas Especiais no Ensino Superior” do Conselho Nacional de Educação: “Tornar o ensino Superior acessível a todos e mais democrático é tarefa do Estado e da Sociedade” (2017, p. 7). Sendo assim, a ênfase desse texto recai na Educação Inclusiva, na Literacia Digital, nas possibilidade de inserção no mercado de trabalho, também nas ações voltadas para a inovação e nos impactos dessa formação para uma sociedade que se pretende inclusiva.
  • Literacia Digital para o Mercado de Trabalho: formação inclusiva no ensino superior
    Publication . Barbas, Maria Potes; Matos, Pedro; Novo, Cristina; Luís, Helena; Lopes, Nádia; José, Mário
    Entender o termo “inclusão” é um desafio da atualidade. A sociedade contemporânea assume uma diversidade de definições de forma a clarificar os vários aspetos que constituem este domínio. Isto, na tentativa de corresponder à globalidade que o conceito de inclusão acarreta. No entanto, aplicar “inclusão” num contexto real e de forma efetiva, especificamente, inclusão social e digital para estudantes com dificuldades intelectuais, é um verdadeiro desafio pois, além de obrigar a uma mudança de paradigma no contexto em que a experiência se insere, acresce um sentido de responsabilidade e de adaptabilidade nas instituições e nos recursos humanos que nelas desempenham a sua profissão. Neste caso, trata-se da criação de um modelo único em Portugal de formação no ensino superior, para capacitar estudantes com dificuldades intelectuais que queiram prosseguir os seus estudos, melhorar as suas competências sociais, profissionais e digitais e, acima de tudo, potenciar em si um conjunto de competências, atitudes e comportamentos essenciais para a sua inclusão social e laboral no mercado de trabalho. Mais se acrescenta que este modelo só é possível com a junção da educação formal e académica à componente não-formal e da educação informal de cada estudante. Queremos com isto dizer que é preciso garantir que este modelo de formação seja totalmente adaptado às necessidades sociais, pedagógicas e emocionais de cada estudante, sendo fundamental situar e compreender a importância de dois agentes envolvidos neste processo: (i) as famílias, que são o ponto de partida para a motivação deste público-alvo e (ii) os voluntários, que são desde stakeholders, técnicos a formadores e outros estudantes.