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http://hdl.handle.net/10400.15/3319| Title: | Línguas de/em São Tomé: representações do português e dos crioulos por alunos e professores do ensino básico e secundário |
| Author: | Santos, Leonor Teixeira, Madalena |
| Keywords: | São Tomé e Príncipe crioulos línguas |
| Issue Date: | 2017 |
| Publisher: | Instituto Politécnico de Santarém / Escola Superior de Educação |
| Citation: | Santos, L. & Teixeira, M. (2017). Línguas de/em São Tomé: representações do português e dos crioulos por alunos e professores do ensino básico e secundário. In Sílvia Melo-Pfeifer, Ana Raquel Simões (orgs.), Plurilinguismo vivido, plurilinguismo desenhado - estudos sobre a relação dos sujeitos com as línguas, Vol.5 (pp. 155- 195). Santarém: Universidade de Hamburgo, Universidade de Aveiro, Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém. ISBN: 978-972-9434-09-9. |
| Abstract: | O estudo que se apresenta resulta da observação de um contexto escolar linguístico, em São Tomé e Príncipe, que se reveste de matizes complexas, uma vez que neste país existem situações que poderão ser designadas de diglossia (vários crioulos) e uma língua oficial (o português). Importa, ainda, sublinhar que a situação linguística do país é o culminar de séculos de História que, como ocorre em qualquer outro local, acarreta fatores externos à língua que, por sua vez, a influenciam de forma e modo marcantes. Por este motivo, desde os primeiros contactos que estabelecemos com o contexto e, em particular, com diferentes atores educativos foi-nos possível perceber a existência de uma relativa tensão entre dois discursos contrastantes: por um lado, um discurso oficial que afirma sem hesitação que a língua materna dos são- tomenses é o português (de Portugal) e que, por isso, nas escolas, não há qualquer problema linguístico-comunicativo que justifique, por exemplo, abordagens de ensino do português como língua não materna; por outro lado, um discurso oficioso que, não deixando de reconhecer que, no geral, todos os cidadãos, mesmo crianças, apresentam algum domínio do português, este, sobretudo em determinados contextos, é muito baixo e surge eivado de influências dos crioulos falados em família e nas comunidades, as quais causam dificuldades no momento de trabalhar com a variante utilizada na escola. O português continua, assim, a ter um funcionamento de língua hegemónica por ser a única língua de administração, de ensino, da comunicação social, da socialização, particularmente nas zonas urbanas – com todos os problemas que se levantam numa sociedade marcada por uma forte e insidiosa diglossia (Mata, 2009, p.7). |
| Peer review: | yes |
| URI: | http://hdl.handle.net/10400.15/3319 |
| ISBN: | 978-972-9434-09-9 |
| Appears in Collections: | Livros e capítulos de livros_ESES |
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| Plurilinguismo vivido plurilinguismo desenhado_estudos sobre as relação das línguas com os sujeitos.pdf | 1,23 MB | Adobe PDF | View/Open |
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