Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/2427
Título: As práticas de responsabilidade social e a qualidade de vida no trabalho:um estudo de caso aplicado a uma organização de economia social
Autor: Soares, Cátia Alexandra Martinho
Orientador: Leal, Susana
Palavras-chave: Responsabilidade Social
Qualidade de Vida no Trabalho
Economia Social
Colaboradores
Data de Defesa: 19-Dez-2018
Citação: Soares, C. (2018). As práticas de responsabilidade social e a qualidade de vida no trabalho:um estudo de caso aplicado a uma organização de economia social (Mestrado). Escola Superior de Gestão e Tecnologia, Santarém. Disponível na WWW em:<http://hdl.handle.net/10400.15/2427>
Resumo: A Responsabilidade Social Organizacional (RSO) tem vindo a ganhar, nas últimas décadas, cada vez mais relevância no seio das organizações, quer sejam elas públicas ou privadas. Em termos académicos o interesse no tema é, igualmente, crescente. Uma das áreas em discussão prende-se com a relevância das práticas da responsabilidade social e o seu impacto na qualidade de vida dos seus colaboradores. Este estudo pretende analisar de que forma as práticas de responsabilidade social existentes numa organização sem fins lucrativos influenciam a qualidade de vida no trabalho dos seus colaboradores e qual a perceção tida pelos mesmos, relativamente à RSO existente na organização onde trabalham. Usando um estudo de caso, e recorrendo a uma amostra de 76 colaboradores (81,9% do género feminino) de uma organização sem fins lucrativos, realizou-se um estudo quantitativo com recolha de dados através de um inquérito por questionário. Os principais resultados evidenciam que: as práticas de responsabilidade social (RS) orientadas para a comunidade tendem a beneficiar significativamente a qualidade de vida no trabalho (QVT) dos colaboradores, nomeadamente, na dimensão integração, respeito e autonomia. De forma menos significativa observou-se que, as práticas de RS orientadas para os valores e a ética tendem a beneficiar a QVT dos colaboradores na dimensão compensação justa e adequada. Por último, observou-se que, práticas de RS não contribuem para a QVT na dimensão lazer e convívio social, o mesmo sucede com as práticas de RS a explicar a dimensão da QVT incentivo e suporte. Para a QVT global, os resultados sugerem que as pessoas com mais idade percecionam níveis mais elevados de qualidade de vida no trabalho, e que os colaboradores que percecionam mais RS na dimensão dos valores e ética também percecionam mais QVT global. De acordo com estes resultados, e dado o atual contexto onde estão inseridas as organizações de economia social, é importante a definição de uma estratégia de RSO de longo prazo que perpetue a organização no tempo, sendo essenciais para a mesma a preocupação com o capital humano.As mais-valias deste estudo são discutidas sob o ponto de vista teórico, empírico e prático, de forma a acrescentar valor na relação desta organização com o seu público interno.
Descrição: Dissertação, Mestrado, Gestão de Organizações de Economia Social, Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Gestão e Tecnologia, 2018
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/2427
Aparece nas colecções:Dissertações de Mestrado_ESGTS
Mestrado em Gestão de Organizações de Economia Social

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
CatiaAlexandraMartinhoSoares_Mestrado_GOES_2018.pdf1,62 MBAdobe PDFVer/Abrir


FacebookTwitterDeliciousLinkedInDiggGoogle BookmarksMySpace
Formato BibTex MendeleyEndnote 

Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.