Please use this identifier to cite or link to this item:
http://hdl.handle.net/10400.15/2360| Title: | Impacto das práticas de silvicultura intensiva no potencial de mineralização dos solos: avaliação do N potencialmente mineralizável por métodos químicos e biológicos |
| Author: | Azevedo, António Madeira, M. Coutinho, J. |
| Keywords: | Potencial de mineralização KCl fervente Incubação aeróbia e anaeróbia |
| Issue Date: | Dec-2015 |
| Publisher: | Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária |
| Citation: | Azevedo, A.; Madeira, M. & Coutinho (2015). Impacto das práticas de silvicultura intensiva no potencial de mineralização dos solos: avaliação do N potencialmente mineralizável por métodos químicos e biológicos. I Congresso Nacional das Escolas Superiores Agrárias: livro de resumos. Bragança: Instituto Politécnico. p. 182 |
| Abstract: | Numerosas metodologias têm sido propostas para a determinação do potencial de mineralização do N. Nos sistemas florestais, algum destaque tem sido dado aos métodos químicos com KCl fervente e aos métodos biológicos. Nestes, as incubações aeróbia e anaeróbia dos solos são as mais utilizadas, pautando-se a primeira por permitir simular “algumas” condições de campo e a possibilidade de avaliação do potencial de nitrificação dos solos e, a segunda, por apresentar menor variabilidade de resultados, temperaturas de incubação mais elevadas (taxas de mineralização de N mais elevadas) e períodos de incubação mais reduzidos. Todavia, por decorrerem em condições de humidade, temperatura e arejamento controladas, os métodos referidos não consideram nem os ciclos de humedecimento/secagem do solo nem o seu reflexo na actividade microbiana. As suas correlações com os métodos de campo são, por isso, em geral, baixas. O estudo decorreu numa área previamente ocupada por plantações de Eucalyptus globulus (12 anos no corte), na região Centro de Portugal em Arenossolos Haplicos. Não obstante a boa correlação entre metodologias, a quantidade de N mineralizada em laboratório, foi, em geral, mais elevada que aquela registada in situ. Essas diferenças foram particularmente elevadas quando o método utilizado foi o da incubação anaeróbia, que ao mineralizar uma quantidade de N entre 25.2 e 29.3 kg ha-1 (cerca de 2,4% do N total do solo), se aproximou da quantidade mineralizada in situ, num período de três meses. A extracção de N através dos métodos químicos, foi por sua vez inferior à registada com a incubação anaeróbia; cerca de 0,3% do N total, quando a extracção foi efectuada com KCl 20h a 80 ºC e 0,8% quando esta decorreu com KCl durante 4h a 100 ºC. A extracção com KCl durante 20h a 80 ºC foi o método que mais se aproximou da mineralização ocorrida in situ. |
| Peer review: | yes |
| URI: | http://hdl.handle.net/10400.15/2360 |
| ISBN: | 978-972-745-198-2 |
| Appears in Collections: | Comunicações em conferências e congressos_ESAS |
Files in This Item:
| File | Description | Size | Format | |
|---|---|---|---|---|
| Azevedo_mineralizaçãosolo_CNESA_2015.pdf | 48,66 kB | Adobe PDF | View/Open |
Items in Repository are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.











