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Título: As conceções dos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico sobre a Roda dos Alimentos
Autor: Felizardo, Diana
Bento, Joana
Noné, Laura
Conde, Micaela
Cavadas, Bento
Palavras-chave: Conceções
Roda dos Alimentos
Alunos
1.º Ciclo do Ensino Básico
Data: Mai-2013
Editora: Instituto Politécnico de Santarém / Escola Superior de Educação de Santarém
Citação: Felizardo, A., Bento, J., Noné, L., Conde, M. & Cavadas, B. (2013). As conceções dos alunos do 1.º CEB sobre a Roda dos Alimentos. Póster apresentado na Conferência Internacional Investigação, Práticas e Contextos em Educação que decorreu entre 10 e 11 maio 2013 na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria.
Resumo: Este trabalho de investigação foi desenvolvido no âmbito da unidade curricular de Investigação em Estudo do Meio da Licenciatura em Educação Básica da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Santarém. Os seus principais objetivos foram identificar as conceções dos alunos do 1.º CEB sobre a roda dos alimentos, nomeadamente a quantidade de fatias que conhecem e a sua constituição, dando especial atenção à fatia da fruta. A literatura revela a existência de consenso quanto às crianças portuguesas habitualmente não terem hábitos alimentares saudáveis, problema que recolhe evidência empírica no facto da taxa de obesidade infantil em Portugal ter vindo a aumentar paulatinamente. Para combater esse problema de saúde, entre outras iniciativas estrou em vigor um Regulamento do Regime de Fruta Escolar (Portaria n.º 1242/2009) que visa sensibilizar as crianças para o consumo de fruta, de modo a combater a má nutrição e consequentemente a obesidade infantil. O ensino da roda dos alimentos pode também contribuir para mitigar a problemática da obesidade infantil. Um dos seus objetivos é mostrar aos alunos uma das formas possíveis de representar os diferentes grupos de alimentos e a proporção em que devem ser incluídos na alimentação humana. A sua utilidade é demonstrar, de uma forma simples, o que é uma alimentação saudável, ou seja, uma alimentação completa, porque inclui todos os tipos de alimentos, equilibrada, porque apresenta os tipos de alimentos na proporção correta, e variada. Embora a roda dos alimentos seja uma ferramenta essencial para combater a má nutrição e a obesidade, alguns estudos mostram uma diminuta adequação da ingestão de alimentos às recomendações da roda. Torna-se, pois, necessário identificar os conhecimentos das crianças sobre a roda dos alimentos porque o domínio dessa temática desde as primeiras idades poderá trazer mais-valias nutricionais ao longo de toda a vida do indivíduo. Para a realização deste estudo de caso, o instrumento de recolha de dados utilizado foi o desenho da roda dos alimentos porque permite ter uma melhor perceção dos conhecimentos das crianças sobre o objeto de estudo. Os participantes nesta investigação foram 69 alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico, dos 2º e 4º anos de escolaridade, dos quais 34 são do género masculino e 35 do género feminino. O intervalo de idades dos participantes variou entre os 6 e os 10 anos. O estudo foi realizado em duas escolas, uma do concelho de Santarém e outra de Lisboa, respeitando-se a confidencialidade e o anonimato dos participantes. Os dados foram expressos através de gráficos e mostram que, na globalidade, os participantes do estudo sabem representar o número correto e o tipo de fatias da roda dos alimentos (gorduras e óleos; lacticínios; carne, pescado e ovos; leguminosas; cereais e derivados e tubérculos; hortícolas e fruta), assim como a água e os sais minerais. Contudo, possuem algumas dificuldades na representação da proporção relativa dessas fatias. Quanto à fatia das frutas, constatou-se que os alunos dos 2.º e 4.º anos de escolaridade desenharam em maior número a pêra, a maçã, a banana e a laranja. Em menor quantidade, a turma do 4º ano desenhou as seguintes frutas: abacaxi, figo, manga e nozes, e a turma do 2º ano o figo, a romã, o kiwi e o limão. Portanto, conclui-se que os alunos que participaram neste estudo apresentam conhecimentos significativos sobre o número de fatias da roda dos alimentos e a sua composição, representando com maior dificuldade a proporção relativa das fatias. Não tiveram, também, dificuldade em ilustrar uma grande variedade de frutas na fatia respetiva, o que se pode traduzir em boas perspetivas de transposição desses conhecimentos académicos para a sua alimentação quotidiana.
Peer review: no
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/808
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