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Título: Boas práticas na produção cunícola na exploração do Ribatejo e Oeste: cumprimento e consequências na mortalidade e rejeição de animais
Autor: Carvalho, Sílvia
Azevedo, Paula
Pardal, Paulo
Palavras-chave: Coelho (oryctolagus)
Criação intensiva
Higiene veterinária
Boas práticas
Doença dos animais
Regulamentação
Defesa do Consumidor
Data: Fev-2012
Editora: Unidade de Investigação do IPS - UIIPS
Citação: Carvalho S., Azevedo P., Pardal P. (2012) - Boas práticas na produção cunícola na exploração do Ribatejo e Oeste: cumprimento e consequências na mortalidade e rejeição de animais. Congresso de Investigação e Desenvolvimento do IPS, UIIPS, 8 e 9 de Fevereiro, ESAS, Santarém, 57.
Resumo: Num mundo cada vez mais globalizado, a produção e comercialização de alimentos de origem animal exige um cumprimento mais rigoroso das normas estabelecidas por organismos internacionais. A produção cunícola registou um crescimento e modernização mundial nas últimas décadas, requerendo detalhada atenção às condições de exploração. Os Regulamentos CE nº 852/2004 e nº 853/2004, obrigam à implementação de sistemas de gestão de segurança alimentar para a maior parte das instalações que contatam com géneros alimentícios, tendo por base a metodologia HACCP. A aplicação desta metodologia não é obrigatória para a produção primária, mas justifica-se o estabelecimento de um conjunto de “Boas Práticas” que permitam obter alimentos sãos. Pretendeu-se caracterizar a exploração cunícola da região RO, avaliando o cumprimento de boas práticas e eventual consequência na mortalidade e rejeição de animais para abate. Realizou-se um inquérito junto das 17 explorações da região do RO registadas nos serviços oficiais. Obteve-se informação para breve caracterização da exploração cunícola e a avaliação do grau de cumprimento de boas práticas. Nos pavilhões de crescimento e engorda, procedeu-se ainda ao levantamento da mortalidade e de animais rejeitados para abate e da temperatura registada nos meses de verão. A caracterização da exploração cunícola e o respectivo grau de cumprimento de boas práticas, para cada um dos itens considerados, foi calculado e apresentado sob a forma de percentagem. As taxas de mortalidade e de rejeição dos animais analisados em função do grau de cumprimento de boas práticas. A exploração cunícola, com uma dimensão média de 400-600 fêmeas, caracteriza-se por um sistema de produção conduzido em banda de 42 dias, com venda dos coelhos aos 70 dias e recorre à IA. O seu tecido empresarial está envelhecido e apresenta baixo nível de escolaridade. A totalidade das explorações avaliadas cumpre a legislação respeitante ao equipamento mínimo exigido e ao seu dimensionamento. A generalidade das explorações cumpre boas práticas de produção. As taxas de mortalidade e de rejeição de animais encontram-se dentro dos valores de referência, mas com grande heterogeneidade entre explorações. Entre as boas práticas na exploração cunícola, e cuja situação de incumprimento foi associada a maiores taxas de mortalidade e de rejeição de animais, destacou-se o incumprimento de vazio sanitário, utilização de vestuário e calçado adequados e realização de análises periódicas à água. Valores elevados de temperatura ambiente nos pavilhões de crescimento e engorda, acima dos valores recomendados, assumiu particular importância nas situações de incumprimento de boas práticas de produção.
Descrição: Apresentação em painel
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/686
Aparece nas colecções:Posters em conferências e congressos_ESAS

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