Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/65
Título: Diferenças de género nos comportamentos de bullying: contributos da neurobiologia
Autor: Seixas, Sónia Raquel
Palavras-chave: Bullying
Diferenças de género
Neurobiologia
Data: 2009
Editora: IPS - Escola Superior de Educação de Santarém
Citação: SEIXAS, Sónia Raquel - Diferenças de género nos comportamentos de bullying: contributos da neurobiologia.Revista Interacções. Nº13 (2009), p. 63-97
Relatório da Série N.º: Nº 13;
Resumo: No presente artigo é realizada uma revisão de literatura ao nível dos comportamentos de bullying em estreita relação com o género dos alunos directamente envolvidos. Procurou-se estabelecer, numa segunda análise, uma articulação com os resultados obtidos em estudos no âmbito da neurobiologia, também eles focalizados nas diferenças entre os géneros. Sendo consensual entre a esmagadora maioria das investigações empíricas sobre o fenómeno bullying, a existência de uma diferença significativa entre os comportamentos de bullying manifestados pelos rapazes (fundamentalmente directos e físicos), comparativamente aos comportamentos de bullying manifestados pelas raparigas (fundamentalmente indirectos e relacionais), surgiu o desafio de procurar uma explicação de cariz biológica para essa diferença. Como qualquer outro comportamento humano, qualquer tentativa explicativa deve necessariamente ser de natureza multifactorial, sendo que, quando nos focalizamos exclusivamente numa área do saber (no presente artigo na área da neurobiologia, designadamente a influência do funcionamento cerebral na diferenciação qualitativa dos comportamentos de bullying consoante o género), temos de estar cientes de que essa explicação será sempre parcial, sectária. Nesse sentido, de modo a contribuir para a clarificação dos processos de formação dessas diferenças, é igualmente realçado o papel do ambiente, especificamente das interacções e práticas parentais, na produção e/ou exacerbação de algumas dessas diferenças, procurando com isso inviabilizar qualquer tentativa de leitura do comportamento do ser humano como biologicamente determinado.
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/65
ISSN: 1646-2335
Versão do Editor: http://nonio.eses.pt/interaccoes/
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