Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/493
Título: Le langage sms: sous-produit de l'oral et de l'ecrit ou veritable langage ecrit ?
Autor: Aziza, Zouhour Messili-Ben
Palavras-chave: Langages
Jeunesse
Immigration
Banlieues urbaines
Enseignement de l’écriture
Data: 2010
Editora: Instituto Politécnico de Santarém. Escola Superior de Educação
Citação: Aziza, Z.M.-B. (2010). Le langage sms: sous-produit de l'oral et de l'ecrit ou veritable langage ecrit ?. Revista Interacções,16(6),110-89.
Resumo: Le langage SMS : sous-produit de l’oral et de l’écrit ou véritable langage écrit ? Ce travail analyse les caractéristiques et les implications du langage SMS et du français utilisé par les jeunes des banlieues urbaines d'origine immigrée. Tous deux provoquent des réactions opposées, les unes en défense de la langue, contre sa "corruption", et d'autres qui les tiennent pour des facteurs d'enrichissement de la langue. Néanmoins ces deux langages, amplement utilisés par les jeunes – bien que par un groupe d'âge différent dans le premier cas – non seulement suivent des règles reconnaissables, mais agissent comme un facteur d'identification et de cohésion de groupes sociaux. Il en ressort une sorte de jeu du chat et de la souris, dans lequel les jeunes créent de nouvelles expressions au fur et à mesure que les plus anciennes se disséminent au point d'être utilisées par les médias. Dans le cas du langage SMS, qui vise à raccourcir et à simplifier la rédaction, il se pourrait qu'il contribue à une éventuelle réforme de l'orthographe. La linguistique reconnaît depuis toujours l'existence de différents niveaux de langage que l'on emploie conformément à la situation et au destinataire du message. Ce qui s'applique à la langue orale pourrait aussi s'appliquer à la langue écrite, ce qui impliquerait des changements didactiques de l'enseignement de l'écrit. Ces langages très innovants ont donc le mérite de renouveler la langue française, même si les termes ou les techniques n'en sont pas permanentes. Cela signifie que les éducateurs chargés d'intéresser les élèves non francophones à la langue et à la culture française doivent être sensibles à la langue des banlieues et au langage SMS pour leur permettre une véritable communication avec les jeunes français de toutes les origines. - A linguagem de SMS: subproduto da língua oral e escrita ou verdadeira linguagem escrita. Este trabalho analisa as características e implicações da linguagem de SMS e do idioma francês utilizados pelos jovens de origem imigrante das periferias urbanas. Ambas as respostas à indagação provocam reações opostas, umas em defesa da língua, contra a sua “corrupção”, e outras que a consideram como fatores de enriquecimento da língua. Todavia, as duas linguagens, amplamente utilizadas pelos jovens, embora por um grupo etário diferentes no primeiro caso, não somente obedecem a regras reconhecíveis, mas agem como um fator de identificação e de coesão dos grupos sociais. Estabelece-se uma espécie de jogo do gato e rato, no qual os jovens criam novas expressões à medida que as mais antigas se disseminam ao ponto de serem utilizadas pelos meios de comunicação de massa. No caso da linguagem de SMS, que visa a abreviar e simplificar a redação, poderia ser uma contribuição a uma eventual reforma ortográfica. A linguística reconhece há muito tempo a existência de diferentes níveis de linguagem que se empregam conforme a situação e o destinatário da mensagem. O que se aplica à língua oral poderiam também aplicar-se à língua escrita, o que implicaria em mudanças didáticas do ensino da escrita. Portanto, essas linguagens muito inovadoras têm o mérito de renovar a língua francesa, mesmo se os termos ou as técnicas não sejam permanentes. Isso significa que os educadores encarregados de interessar os alunos não francófonos na língua e na cultura francesa devem ser sensíveis às línguas das periferias e à linguagem de SMS para lhes permitir uma efetiva comunicação com os jovens franceses de todas as origens. - SMS language: byproduct of the oral and written language or an actual written language? This paper analyses the features and implications of the SMS language and the French language, both used by youths descendents of immigrants and residents in urban ghettoes. Both alternatives arise opposite reactions, either in defense of the language, reacting against its “corruption”, or regarding them as language enrichment factors. Nevertheless, these two languages, widely used by youths, although by different age groups in the case of the former, not only follow recognizable rules, but also as an identification and cohesion factor for social groups. As in a cat-mouse game, youths create new expressions to the extent that the older ones become so disseminated that the mass media use it. SMS language aims to abbreviate and simplify writing, contributing eventually to an orthographic reform. Linguistics has regarded since a long time that different levels of language are employed according to the situation and the receivers. As in oral language, the same principles could be applied to the written language, with changing implications in writing teaching. Therefore, these very innovative languages contribute to the French language renewal, even when expressions or techniques are not stable. This means that educators responsible by non-francophone learners and pursuing to attract their attention to the French language and culture must be sensitive to the ghetto languages and to the SMS languages, so that they can effectively communicate with all the French youth ethnical groups.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/493
ISSN: 1646-2335
Versão do Editor: http://nonio.eses.pt/interaccoes/artigos/P8_ZouhourAziza.pdf
Aparece nas colecções:Volume 6 - 2010 - nº16

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