Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/320
Título: La production des cultures enfantines: ou la culture enfantine comme realite dynamique et plurielle
Autor: Danic, Isabelle
Palavras-chave: Enfance
Culture-enfantine
Pluralité
Interactions sociales
Data: 2008
Editora: Instituto Politécnico de Santarém, Escola Superior de Educação
Citação: DANIC, Isabelle - La production des cultures enfantines: ou la culture enfantine comme realite dynamique et plurielle. Revista Interacções. Nº10 (2008), p.6-13
Resumo: Cette communication a une double ambition concomittante: rendre compte de la production de manières enfantines d’agir et de penser et préciser le concept de «culture enfantine». A la suite de W. A. Corsaro et D. Eder qui définissaient la culture de pairs comme «un ensemble d’activités ou d’occupations habituelles, de valeurs, artefacts et de relations que les enfants produisent et partagent pendant leurs interactions entre pairs» (1990), J. Delalande propose pour définition de la culture enfantine «l’ensemble des connaissances, des savoirs, des compétences et de comportements, qu’un enfant doit acquérir et maîtriser pour faire partie du groupe de pairs» (2006). Indéniablement, le concept a une productivité heuristique et asseoit une veine de recherche nouvelle dans le champ francophone. Des prudences s’imposent pourtant dans son usage, eu égard aux risques de déterminisme et d’essentialisme et il me semble utile de souligner qu’il s’agit d’une réalité ni figée, ni homogène. Pour affirmer les caractères dynamique et plurielle de la culture enfantine, nous nous appuyons sur trois recherches, respectivement sur des enfants de maternelle, de primaire et de collège pour montrer que la culture enfantine n’est pas une somme fixe de pratiques et de représentations mais un processus permanent de production-reproduction-transformation d’une part, et une réalité disparate, hétérogène même au sein d’une seule société. - Esta comunicação tem uma dupla ambição: dar conta da produção de modos infantis de agir e de pensar e precisar o conceito de “Cultura Infantil”. A partir de W. A. Corsaro e D. Eder que definiram a cultura de pares como “um conjunto de actividades ou de ocupações habituais, de valores, artefactos e relações que as crianças produzem e partilham durante as suas interacções de pares”, J. Delalande propõe como definição da cultura infantil “o conjunto de conhecimentos, saberes, competências e comportamentos que uma criança deve adquirir e dominar para fazer parte do grupo de pares” (2006). Inegavelmente, o conceito tem uma produtividade heurística e lança uma nova via de investigação no campo francófono. Porém, impõem-se prudências no seu uso, tendo em vista os riscos de determinismo e de essencialismo e parece-me útil sublinhar que não se trata nem de uma realidade fixa nem homogénea. Para caracterizar o carácter dinâmico e plural da cultura infantil, apoiamo-nos em três pesquisas, respectivamente sobre as crianças da educação pré-escolar, da escola primária e do 2º ciclo, para mostrar que a cultura infantil não é uma soma fixa de práticas e de representações, mas um processo permanente de produção-reprodução-transformação, por um lado, e uma realidade díspar, heterogénea no seio da mesma sociedade.
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/320
ISSN: 1646-2335
Versão do Editor: http://nonio.eses.pt/interaccoes/artigos/J1%281%29.pdf
Aparece nas colecções:Volume 4 - 2008 - nº10

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