Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/311
Título: Tipo e grau de parasitismo em bovinos da Guiné-Bissau
Autor: Rosa, Fernanda
Crespo, Maria Virgínia
Ribeiro, A. P.
Palavras-chave: Coprologia
Eliminação parasitária
Bovinos
Guiné-Bissau
Data: 2010
Citação: Rosa, F. ; Crespo, M. V. ; Ribeiro, A. P. (2010) - Tipo e grau de parasitismo em bovinos da Guiné-Bissau. XIV Congresso Português de Parasitologia, Porto, 8-10 Setembro.
Resumo: Realizaram-se análises coprológicas, qualitativas e quantitativas, a 128 amostras de fezes de bovinos colhidas em dois períodos, Abril de 2009 (28 amostras) e Novembro de 2009 (100 amostras), de forma a avaliar o tipo e o grau de parasitismo em bovinos das povoações próximas de colecções de água, onde se realizou a pesquisa de moluscos HI de trematódeos. Utilizaram-se as técnicas de Willis, McMaster e de sedimentação espontânea (métodos rápido e lento). A prevalência global de eliminação parasitária em fezes de bovinos foi de 85,94%, tendo prevalecido os ovos de EGI (76,56%). Identificaram-se ovos de Moniezia benedeni (3,91%), Dicrocoelium hospes (3,13%), Fasciola gigantica (2,34%), Schistosoma bovis (1,56%), Ascaridiidae (1,56%), Strongyloides sp. (5,47%), EGI (76,56%), Nematodirus sp. (0,78%), Dictyocaulus sp. (0,78%) e oocistos de Eimeria spp. (25,00%). Observaram-se ainda ovos de paranfistomatídeos, cujo estudo está em curso. Com excepção dos ovos de EGI e de oocistos de Eimeria sp., que sofreram um acréscimo no final do período húmido (Novembro), todas as outras formas de eliminação sofreram um decréscimo, em muitos casos superior a 50,00%. Por outro lado, as larvas de primeiro estado (L1) de Dictyocaulus sp. apenas foram evidenciadas no período seco (Abril) e os ovos de ascarídeos somente no período húmido. As infecções ligeiras (95,50%) predominaram no período seco, enquanto as infecções de maior gravidade (56,41%) prevaleceram no período húmido. Os valores da prevalência, diversidade parasitária e co-infecções permitiram identificar a região de maior risco de infecção, onde os animais facilmente contaminam o meio ambiente, e se infectam ou reinfectam.
Descrição: Apresentação em Painel
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/311
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