Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/181
Título: Eliminação parasitária em fezes de canídeos no Concelho de Óbidos - estudo geral
Autor: Crespo, Maria Virgínia
Rosa, Fernanda
Almeida, J.P.
Palavras-chave: Cão
Eliminação parasitária
Sazonalidade
Óbidos
Data: Set-2010
Citação: Crespo, M. V. ; Rosa, F. ; Almeida, J. P. (2010) -Eliminação parasitária em fezes de canídeos no Concelho de Óbidos - estudo geral. XIV Congresso Português de Parasitologia, Porto, 8-10 Setembro.
Resumo: Na sequência de estudos anteriormente realizados sobre “Contaminação ambiental por endo e ectoparasitas de canídeos da Região do Ribatejo e Oeste e do Vale do Tejo”, e no interesse manifestado pelos Serviços Veterinários Municipais na implementação de medidas preventivas para minimizar os riscos de contaminação ambiental e de Saúde Pública no Concelho de Óbidos, realizou-se durante o ano de 2009 um estudo sobre o tipo e o grau de parasitismo em canídeos deste concelho e períodos de maior risco de contaminação ambiental. Colheram-se de 548 amostras de fezes de canídeos, com uma recolha por estação do ano de 137 amostras, correspondentes a 5,00 % do efectivo canino. As amostras foram sujeitas a análises coprológicas qualitativas e quantitivas, respectivamente pelos métodos de Willis e de McMaster. Das amostras de fezes observadas, 274 (50%00 %) apresentaram formas de eliminação parasitária. Nas amostras positivas identificaram-se ovos de Ancylostomatidae (79,92%) (Ascarididae - Toxocara canis e Toxascaris leonina) (12,04%), Trichuris sp. (Trichuridae) (40,15%), Strongyloides sp. (Strongyloididae) (18,98%), oocistos de Isospora sp. (Eimeriidae) (2,55%) e Sarcocystis sp. (Sarcocystidae) (0,37%) e proglótides grávidos de Dipylidium caninum (0,74%), apresentando a maioria infecção simples, com 52,92%, e as restantes, infecções mistas (39,42% - infecções duplas; - 7,66% infecções triplas). O estudo estacional permitiu evidenciar um aumento do número de amostras positivas, ao longo do ano, com a seguinte distribuição: Inverno - 9,67%; Primavera - 11,86%; Verão - 13,50%; Outono - 14,96%. Independentemente da estação do ano, identificaram-se ovos de Ancylostomatidae, Ascarididae, Trichuris sp., Strongyloides sp. e oocistos de Isospora sp., e as maiores prevalências foram sempre registadas no Outono (90, 24%) para Ancylostomatidae. Com excepção do Inverno, onde se registou maior gravidade das infecções com superioridade de associações (50,94%), nas restantes estações, predominaram as infecções simples, embora, a prevalência das infecções de maior gravidade (triplas), tenham ocorrido na Primavera, com 15,38%. Apesar de ter sido no Inverno que se registaram as infecções mais graves, o maior risco de contaminação é no Outono, estação onde se observou maior diversidade parasitária e maior número de amostras com infecção. Relativamente a estudos anteriores, este concelho apesar de ter registados menor diversidade parasitária, apresentou maior número de animais infectados e infecções mais graves.
Descrição: Apresentação em Painel
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/181
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