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Título: O que faz bem e o que faz mal aos dentes? As ideias das crianças do jardim-de-infância sobre a saúde oral
Autor: Farinha, Bárbara
Gonçalves, Cristiana
Vasques, Diana
Silva, Ema
Costa, Vanessa
Cavadas, Bento
Palavras-chave: higiene oral
crianças
conceções
jardim-de-infância
Data: Nov-2015
Citação: Farinha, B.; Gonçalves, C.; Vasques, D.; Silva, E.; Costa, V. & Cavadas, B. (2015). O que faz bem e o que faz mal aos dentes? As ideias das crianças do jardim-de-infância sobre a saúde oral. Póster apresentado no I Congresso Internacional de Investigação em Saúde da Criança “Refletir o presente … projetar o futuro”, 19 a 20 novembro 2015,Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Resumo: A higiene oral, como elemento indissociável da saúde oral, deve ser ensinada desde cedo às crianças. No entanto, o que sabem de facto as crianças do jardim-de-infância (JI) sobre o que faz bem e mal aos dentes? Com o objetivo de esclarecer essa questão, esta investigação procurou identificar os conhecimentos das crianças do jardim-de-infância sobre o que beneficia e o que prejudica a saúde oral. Esta investigação exploratória assume um caráter misto, pois engloba tanto uma vertente qualitativa como uma quantitativa. É de caráter qualitativo porque se insere em 4 das 5 categorias desse tipo de investigações identificadas por Bogdan & Biklen (1994), ou seja, ter-se mantido contacto direto com o público alvo (crianças), a recolha de dados ter sido realizada através de desenhos, o facto de não se conseguir prever o resultado final e, por fim, ter como objetivo principal perceber o ponto de vista das crianças sobre a temática em estudo. Esta investigação também apresenta uma vertente quantitativa porque os dados foram organizados em termos de frequência relativa. Utilizou-se como método de recolha de dados uma variação da técnica draw, write and tell, considerada por vários investigadores (Angell & Angell, 2013; Angell, Alexander & Hunt, 2015) como adequada para recolher através de desenhos e/ou texto as ideias das crianças sobre um determinado assunto, acrescentando ainda a vantagem de apresentarem oralmente a sua interpretação do que desenharam e/ou escreveram. R. S. Ferreira (2012) afirma que este é um método muito utilizado em crianças, porque permite expressar os seus gostos e hábitos, trazendo mais informação do que apenas aquilo que observam, e, além disso, facilita os seus relatos orais. A este respeito, Barbosa-Lima e Carvalho (2008) referem que as crianças não desenham só o que veem mas também o que sabem a respeito do tema em questão, ou seja, representam os seus pensamentos e conhecimentos. Este estudo teve como participantes 61 crianças do jardim-de-infância, com idades compreendidas entre os 5 e os 6 anos, dos quais 30 eram do género masculino e 31 do género Cada investigador categorizou individualmente os desenhos. As codificações realizadas por cada investigador, posteriormente, foram comparadas até se chegar a um consenso. Os resultados foram apresentados sob a forma de gráficos. A análise dos dados recolhidos permitiu concluir que a maioria dos alunos possui conhecimentos relevantes sobre a saúde oral, principalmente no que diz respeito à distinção entre alimentos saudáveis e prejudiciais à saúde dos dentes. Tal como no estudo de R. S. Ferreira (2012), a presente investigação mostra que as crianças do JI têm a perceção que alimentos sólidos como legumes e fruta contribuem para uma boa saúde oral e que, pelo contrário, alimentos açucarados prejudicam-na. Porém, não relacionaram as bebidas açucaradas como prejudiciais à saúde dos dentes.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/1370
Aparece nas colecções:Posters em conferências e congressos_ESES

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