Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/10400.15/127
Título: Helmintes dos ovinos das regiões do Ribatejo e Alentejo
Autor: Crespo, Maria Virgínia
Jorge, Ana Teresa
Palavras-chave: Ovino
Parasitismo
Helminto
Diagnóstico de laboratório
Identificação
CESTODA
NEMATODA
Data: 1999
Editora: Instituto Politécnico de Santarém
Citação: CRESPO, M. V. M. ; JORGE, A. T. - Helmintes dos ovinos das regiões do Ribatejo e Alentejo. In: Jornadas do ambiente e qualidade / dir. Jorge Justino. - Santarém : Instituto Politécnico , 1999. - p. 194-200
Resumo: As parasitoses constituem um factor limitante da produção animal, representando perdas sócio-económicas elevadas, pelo que, com este estudo pretendemos contribuir para a actualização de conhecimentos sobre a helmintofauna dos ovinos, em Portugal. Assim, durante o período compreendido entre Janeiro de 1995 e Maio de 1996, efectuaram-se decantações dos conteúdos gastrintestinais de 103 ovinos (raça Merina e cruzamentos / 6 a 12 meses de idade) abatidos num Matadouro do Ribatejo e provenientes de duas regiões do país: Ribatejo e Alentejo. Em simultâneo, realizaram-se análises coprológicas qualitativas e quantitativas, para pesquisa de ovos de helmintes e larvas de estrongilídeos pulmonares. Observaram-se formas larvares e espécimes adultos, pertencentes às Classes CESTODA e NEMATODA, respectivamente em 65,05% e 81,55% do total dos animais estudados, tendo-se registado as seguintes prevalências para os géneros: Ostertagia (61,17%), Moniezia (60,19%), Trichostrongylus (40,78%), Trichuris (34,95%), Haemonchus e Nematodirus (32,04%), Chabertia (24,27%), Oesophagostomum (9,71%), Cysticercus (8,74%), Cooperia (5,83%) e Bunostomum (4,85%). Nos exames coprológicos realizados, para além da presença de ovos de estrongilídeos gastrintestinais, evidenciaram-se ovos de ascarídeos, Strongyloides sp. e Trichuris sp.. Num dos exames foi também registada a presença de formas larvares de estrongilídeos pulmonares. Posteriormente, procedeu-se à análise comparativa entre as prevalências, a intensidade parasitária e as associações mais significativas, encontradas nas diferentes épocas do ano. Atendendo a que este estudo se reportou apenas aos ovinos de duas regiões do país, consideramos de grande importância a sua continuidade, estendendo-o a outras regiões de produção ovina.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10400.15/127
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